A dança do ventre é uma unanimidade: todo mundo acha linda, misteriosa, sexy, atrativa e exótica.

A Raks Shark, dança oriental, ou dança do ventre como conhecemos no Ocidente, tem sua origem desconhecida. Os primeiros relatos desta dança foram feitos por volta de 1798, quando pesquisadores e soldados da tropa de Napoleão entraram no Egito, com a ocupação francesa, e ficaram fascinados pela Raks Shark. Foram eles que criaram a expressão “Dance du Ventre”, ao verem as mulheres mostrarem seu ventre e fazerem movimentações sinuosas, ondulatórias e vibrantes.

Notando o crescimento da dança e grande aceitação no exterior, as dançarinas decidiram sair do oriente, em busca de trabalho, o que fez com que a dança do ventre se popularizasse na Europa e Américas.

A dança do ventre é extremamente feminina, não só pelos seus movimentos, mas também pelos figurinos cheios de detalhes e strass que brilham a cada ondulação feita. É uma dança que fascina, tanto as mulheres quanto os homens. E se não bastasse ainda traz uma série de vantagens para quem a pratica.

Físicos:

– Os movimentos ondulatórios do ventre fortalecem o abdome e massageiam os órgãos internos, combatendo a cólica e tpm;

– Corrige a postura;

– Melhora o funcionamento do aparelho digestivo e sexual;

– ativa a circulação sanguínea;

– trabalha as articulações;

– Aumenta a flexibilidade;

– Desenvolve a coordenação motora e o equilíbrio.

Psicológicos:

– Pode ser praticada por mulheres com todo o tipo de corpo e, por isso, promove a aceitação do próprio físico;

– Melhora a desinibição;

– Estimula a criatividade;

– Resgata a feminilidade que, muitas vezes, fica escondida embaixo das diversas obrigações, contas para pagar e responsabilidades do dia a dia;

– Desenvolve a auto estima e confiança.

O que você está esperando para vir para esse mundo de giros, tremidos e strass?

Por Silvia Ferrari