“Black Bird” é formada por apaixonados pelos Beatles. Já passaram pelo “Canecão”, “Hard Rock Café”, o “Golden Room” do Copacabana Palace, entre outros.

A Black é uma das bandas mais importantes e influentes que interpretam Beatles. Os músicos da banda são todos beatlemaníacos e, não só por isso, estão sempre empenhados em interpretar seus ídolos da maneira mais fiel possível. Pode-se esperar um repertório muito variado, os artistas perpassam por todas as fases de Beatles em seus shows, indo mais além, interpretam também canções das carreiras-solo.

Em 2004, participaram da International Beatle Week, em Liverpool, tocaram em 6 lugares diferentes por lá e tiveram seu trabalho muito bem avaliado pelos fãs ingleses de Beatles.

O Exposé dessa semana é dedicado a essa banda que representa com maestria os Beatles.

Letycia Miranda – Como vocês encaram a responsabilidade de interpretar uma das bandas mais influentes da história?

Black Bird – Com muita seriedade e a certeza de que queremos honrar o trabalho dos Beatles. Por isso, trabalhamos duro, escutando e reproduzindo até os menores detalhes das suas músicas. Mas não é só isso: precisamos honrá-los também com uma performance de palco empolgante, que traga o público para dentro do show.

L.M – O que os levou a amadurecer a ideia de criar uma banda dedicada totalmente à banda Beatles? 

B.B “Os Beatles” foi uma banda que mudou a história, que mudou toda uma geração. E, por isso, temos um sentimento enorme de admiração por eles. Além disso, a qualidade musical é inquestionável.

L.M – Qual sucesso vocês mais gostam de tocar nos palcos? 

B.B – São tantas músicas tão incríveis, e cada músico tem a sua preferida, que fica difícil destacar uma. Certamente um momento mágico é quando a “Black Bird” toca “While My Guitar Gently Weeps”, na qual o guitarrista Aisse Gaertner faz um solo livre de tirar o fôlego. Mas cada um tem seu momento, como em “Dear Prudence”, “Eleanor Rigby” ou “Helter Skelter”.

L.M – Qual é a maior dificuldade em interpretá-los?

B.B – A maior dificuldade reside em interpretarmos músicas que os próprios Beatles nunca fizeram ao vivo. Precisamos incluir, com uma formação clássica de guitarras, baixo, bateria e teclados, todas as inovações que os Beatles inseriram em suas músicas, como instrumentos indianos, orquestras e trabalhos vocais que, normalmente, só poderiam ser executados em estúdio.

L.M – Existe algum show que tenha sido mais marcante para vocês? 

B.B – Foram milhares de shows até hoje, mas alguns dos mais marcantes foram na “Beatleweek”, de 2004. Outro destaque é o show que fizemos no “Canecão” no mesmo ano, com as bandas brasileiras que foram se apresentar no festival. Mas temos um lugar que mora no nosso coração, que é a Lona de Jacarepaguá. Tocamos por muitos anos no bairro e nossos shows lá sempre são especiais.

L.M – Como foi a experiência de tocar no International Beatle Week?

B.B – Incrível! Num primeiro momento, a gente fica deslumbrado, mas basta tocar o primeiro acorde que tudo aquilo fica familiar. Parecia que estivemos tocando em Liverpool nossa vida toda!

L.M – O que mais motiva vocês a continuarem a Black Bird, além do amor por Beatles?

B.B – A satisfação de fazer um trabalho bem feito, com uma resposta excepcional que temos do público. A Black Bird, a cada ano, busca aprimorar seu trabalho.

L.M – Há novos projetos para a banda em 2017? 

B.B – Além de todos os shows marcados que temos, estamos pensando em levantar capital para gravar um novo DVD. Isso pode vir via patrocínio (fica aí a dica para quem quiser entrar no projeto) ou via crowdfunding. Mas ainda estamos em conversas muito preliminares.

Para conhecer mais o trabalho da Black Bird, acesse a FanPage do Facebook clicando aqui.

Por Letycia Miranda