O álbum de rock estará disponível digitalmente nesta sexta, 28 de abril

Nesta sexta-feira, 28 de abril, a Dona Cislene apresentou seu segundo disco, Meninos & Leões” – que sai pela Motor Records, em formato digital.

“Conseguimos colocar nele tudo o que estamos vivendo nesse momento: histórias, perdas e experiências. O disco marca uma nova Dona Cislene, mais madura e concisa, mas sem deixar de lado a nossa essência jovem e as nossas verdades”, pontua a banda.

Trata-se de um disco de rock, sem frescuras, cheio de contestação, mas com muita good vibe. Vai do hardcore californiano, passa pelo post-grunge à la Foo Fighters, punk, hard rock e fica (um pouco) mais leve da metade para a frente, com passagens melódicas e até um clima folk.

“Tattooar”, o primeiro single, veio embalado num videoclipe gravado dentro de um hangar de aviões em Goiânia. Ali, os quatro integrantes da Dona Cislene se tatuam de verdade.

“É uma letra que fala sobre preconceito contra tatuados, sobre ter histórias para contar e infância”

, explica o guitarrista Guilherme de Bem, sobre a faixa de refrão melódico, sem muitos berros, no melhor estilo do hardcore clássico.

O quarteto orgulhosamente avisa que a masterização foi feita por ninguém menos que Joe LaPorta, um renomado engenheiro de som que faz parte da equipe do estúdio nova-iorquino Sterling Sound. LaPorta masterizou o póstumo disco Blackstar, de David Bowie, que ganhou o Grammy de “melhor produção de álbum não clássico” e tem no currículo trabalhos com Foo Fighters, Garbage e mais um monte de artistas inspiradores.

Influências: Queens of the Stone Age em “Bêbado” // Foo Fighters em “Tipo Level Easy” // Raimundos em “Tattooar” // 30 Seconds to Mars em “Ganhe o Mundo (Faça-o Bem)” // Mumford and Sons em “90” e por aí vai…

Dona Cislene

O rock nunca deixará de se renovar e de movimentar milhares de jovens enquanto bandas como Dona Cislene estiverem pelos palcos.

Atenta na repercussão e no espaço que o quarteto brasiliense vem conquistando no Brasil, a agência de entretenimento Motor Records – “movida pela essência dos motores v8” – agregou a Dona Cislene ao seu casting artístico.

Em 2016, a Dona Cislene abriu o festival Rock Station, em São Paulo, que reuniu 8 mil pessoas e trouxe as lendas do punk/hardcore norte-americano Anti-Flag, Dead Kennedys e The Offspring. Outros grandes festivais como o MADA (RN) e João Rock (SP) também contaram com o quarteto.

A união de Bruno Alpino (vocalista), Guilherme de Bem (guitarrista), Pedro Piauí (baixista) e Paulo Sampaio (baterista) faz bastante barulho desde o lançamento do disco de estreia, “Um Brinde aos Loucos” (Independente, 2014), que foi financiado e bombado pelos fãs nas mídias sociais.

Os anseios de uma jovem banda de rock se refletem nas letras, cheias de responsabilidades, descobrimentos, reflexões, desilusões, amor. O discurso conectado com sua geração catapultou a Dona Cislene: já passaram por São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte…

O quarteto construiu sua fama no underground brasiliense e chamou a atenção dos conterrâneos veteranos. Gente como Digão (Raimundos), Dinho Ouro Preto (Capital Inicial) e a banda Natiruts apoiam a banda.

Em 2015 a Dona Cislene lançou um single com a participação de Dinho e Digão. Firmando a troca de experiências entre gerações do rock calango, saiu a faixa “Ilha”.

Em 2016 foi a vez do clipe de “Multipersona”, dirigido por Luringa. O trabalho polemizou ao satirizar os shows musicais e curiosamente saiu na mesma semana em que estreou o X-Factor Brasil.

Sempre com muita positividade, a Dona Cislene está conseguindo gritar o mais alto que pode, colocando um sorriso no rosto de quem alcança.

Meninos & Leões para escutar