A curiosidade já está grande, afinal, o que será dessa série?

“Uma noite de crime” (The Purge) é mais uma franquia de filmes que ganhará seu espaço na TV. A notícia já vinha sendo especulada desde 2016 quando o criador, roteirista e diretor James DeMonaco surgiu com a informação. Mas somente agora houve a confirmação.

O filme é um suspense futurístico em que os Estados Unidos foram dominados pela criminalidade, o que deixou suas prisões lotadas. Em uma tentativa paliativa, o governo decreta que em um único dia do ano, em um período de 12 horas, qualquer crime é permitido. A justificativa do ato é que, dentro desse tempo, os indivíduos podem libertar seus impulsos violentos e, assim, torna-se uma forma de garantir a paz nos outros dias do ano. Em meio a este cenário, a trama traz uma família de classe média alta que vive um suspense durante essas horas após seu filho mais novo deixar um estranho entrar na casa super protegida.

O sucesso do primeiro longa metragem deu origem a uma trilogia em torno deste tema: “Uma noite de crimes”, “Uma noite de crimes – Anarquia” e “12 horas para sobreviver – O ano da eleição”. Formando uma coleção de horror bem perturbadora.

O seriado, nomeado The purge, ainda não possui detalhes revelados sobre seu enredo. No entanto, já há suposições de que a série não será uma continuidade dos filmes na TV. Isto considerando o final e análise de “12 horas para sobreviver – O ano da eleição”.

Um grande fator para todo esse projeto acontecer é que a Blumhouse Productions, responsável por franquias de terror como “Supernatural” e o atual sucesso “Fragmentado”, possui uma nova filial independente, a Blumhouse Television. Ela então é capaz de produzir conteúdo para a televisão, em cima desse viés de maior suspense.

A série será exibida pelos canais USA (o mesmo de Mr. Robot) ou pelo Syfy (12 Monkeys). Ainda não há previsão da data de estreia ou quando chegará ao Brasil. Enquanto isso, podemos já começar a imaginar e criar teorias do que esse suspense/terror poderá trazer em seus episódios.


Por Gabi Fischer

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