Pela primeira vez o festival também será realizado fora do Brasil. Em maio, Lima e Nova Iorque recebem a edição do Rio Mapping Festival

O Rio de Janeiro recebe, de 1 a 30 de abril, a terceira edição do “Rio Mapping Festival”, considerado hoje o maior festival de luzes da América Latina, e oferece ao público a oportunidade de conhecer a tecnologia artística mais moderna e mais usada nas grandes capitais pelo mundo. Toda a programação é gratuita.

A programação do festival começa com a abertura de uma exposição multimídia no Galpão Oficial do Festival (Antigo Rua City Lab), apresentando em fotos, vídeos e projeções em 3D a retrospectiva do festival desde a primeira edição. No dia 17 de abril, data de abertura oficial das intervenções urbanas, as projeções vão transformar a arquitetura no Galpão Oficial do Festival. Lá também serão realizadas todas as oficinas e palestras do evento ministradas por profissionais reconhecidos no mercado mundialmente.

O vídeo mapping, ou simplesmente projeção mapeada, é uma das técnicas visuais mais inovadoras da atualidade e ainda pouco utilizadas no Brasil. Trata-se de usar uma projeção de vídeo como se fossem pinturas sobre superfícies não convencionais, como ruas, monumentos e edifícios, criando ilusões de ótica exuberantes. Com o software apropriado, uma imagem da superfície que vai receber o filme é capturada e a área do trabalho é desenhada. Todo o resto é eliminado, em um processo semelhante às camadas do Photoshop. Assim, basta que o artista adicione as camadas de vídeo da forma que desejar.

Segundo Paulinho Sacramento, idealizador do festival, o Rio Mapping Festival nasceu da necessidade de trazer olhares ampliados sobre uma das técnicas mais inovadoras da atualidade, provocando no público a sensibilização de uma nova forma de utilização dos espaços públicos.

“A proposta do festival é valorizar esse campo de atuação, legitimando e promovendo a reconfiguração de olhares sobre a paisagem urbana, levando arte visual para espaços incomuns. E também promover um espaço de encontro experimental para a criação e intercâmbio artístico. Além disso, queremos atrair e ampliar o público consumidor de cultura de forma gratuita e interativa, integrando a arte visual, a música e a arquitetura no espaço público através de criatividade, experimentação e tecnologia,”

conta Paulinho Sacramento, que foi o criador das intervenções de vídeo mapping realizadas no Boulevard Olímpico durante as Olimpíadas em 2016.

O ressegurador IRB Brasil RE, líder no país, patrocina a terceira edição do Rio Mapping Festival.

 

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