Data de lançamento: 09 de Março de 2017
Direção: Alain Resnais
Gênero: Drama
Duração: 92 minutos
Distribuidora: –
Classificação: 18 anos

Sinopse:

Hiroshima, 1959. Uma atriz francesa casada (Emmanuelle Riva) veio de Paris para trabalhar num filme sobre a paz. Ela tem um affair com um arquiteto japonês (Eiji Okada) também casado, cuja esposa está viajando. Nos dois dias que passam juntos várias lembranças vêem à tona enquanto esperam, de forma aflita, a hora da partida dela. Ela conta que foi “tosquiada”, pois se apaixonou por um alemão (Bernard Fresson) quando tinha apenas 18 anos e morava em Nevers, sendo libertada no dia em que seu amor foi morto, já no final da 2ª Guerra Mundial. Por ter amado um inimigo ela foi aprisionada por sua família numa fria e escura adega e agora, 14 anos depois, novamente sente o gosto de viver um amor quase impossível.

 

 

 

 

 

Crítica – Thiago Pach: O filme franco-japonês “Hiroshima, Meu Amor” de 1959, dirigido por Alain Resnais e com roteiro de Marguerite Duras ganha versão restaurada.

O drama traça a história de um relacionamento amoroso entre uma mulher francesa e um japonês. Considerado inovar por fazer uso de flashbacks, é um dos filmes mais importantes da história do cinema e ganhou fãs famosos ao redor do mundo como os cineastas Jean-Luc Godard e François Truffaut. Sua estreia no final da década de cinquenta foi polêmica por possivelmente ofender descendentes alemães e por isso foi retirado da competição oficial do Festival de Cannes em 1959. Pelo mesmo motivo, também não pode concorrer a Palma de Ouro. Mas o filme permanece até hoje como um dos grandes ícones revolucionários do cinema francês e um dos mais famosos e influentes da geração Nouvelle Vague.

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