• Data: 11 de Outubro de 2017
  • Horário: 22h às 4h
  • Local: CCBB Rio
  • End.: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – Rio de Janeiro
  • Tel.: (21) 3808-2000
  • Ingressos: 20,00 (inteira) e 10,00 (meia)
  • Classificação etária: 18 anos
Programação

DJ Mam e Sotaque Carregado

No dia em que o CCBB-RJ celebra 28 anos, DJ MAM comemora também 15 anos de carreira e 10 anos do projeto Sotaque Carregado. Essa festa de aniversário coletiva será embalada pela energia esfuziante do carimbó. Nessa noite especial, DJ Mam lança seu o álbum single “Jamburana Remix”, como remixes de Dona Onete, feitos por ele e Felipe Cordeiro, Waldo Squash e Furmiga Dub. A noite conta ainda com a participação dos carimbozeiros futuristas em pernas de pau. DJ Mam lançou o primeiro disco “Brazilian Lounge”, pela Sony Music, em 2002. De produtor musical, lançou-se como compositor e cantor. Sua pesquisa de sons brasileiros deu origem ao primeiro álbum autoral, o Sotaque Carregado, e seu remix, o Sotaque ReCarregado.Em 2007, criou o slogan ‘Ser chique é ter Sotaque Carregado’. Desde então vem subindo ao palco com artistas como Gaby Amarantos, Trio Manari, DJ Waldo Squash.

Carimbloco

Regido pelo percussionista, cantor e compositor paraense Silvan Galvão, intitulado Mestre pela região do Tapajós, o Carimbloco agrega músicos e dançarinos numa grande brincadeira que gira em torno do carnaval de rua carioca e da cultura popular amazônica.No repertório, o carro chefe é o carimbó, mas também entram outros ritmos como todas de boi e lambadas do Pará.A parede percussiva traz instrumentos típicos: curimbós, maracas e caixas de marabaixo. Flautas, clarinetes e coro de vozes dão conta das melodias. Dançarinos e dançarinas rodam a saia, pisam o chão e sacodem os chapéus, guiados pelos bailarinos do grupo Paideguará.

Show de Felipe Cordeiro e banda, com participação especial de Dona Onete

Um dos nomes de ponta da nova e agitada cena musical de Belém,o cantor, compositor e guitarrista traz ao CCBB o seu brega cultparaense. Numa mistura irreverente e suingada, Felipe Cordeiro une o brega, a lambada, o carimbó e a guitarrada do Pará, reggae, surf music e cúmbia do Caribe com a estética da vanguarda paulistana.

Dona Onete: Ela tinha fama de cantar para os botos desde menina, na região do Marajó. Professora,teve que esconder suas composições do primeiro marido, que era ciumento. Foi secretária de Cultura do Município de Igarapé-Miri, separou-se, casou-se novamente, ficou viúva e se aposentou. Um dia foi dar uma canja numa banda em Belém e, descoberta pelo Coletivo Rádio Cipó, começou a se apresentar com o grupo. A parceria fez com que Dona Onete ficasse conhecida entre o público jovem. Ela lançou seu primeiro CD, Feitiço Caboclo, em 2012, aos 72 anos, com muito carimbó, lambada, guitarrada e doses generosas de bolero. Hoje, aos 77, está no auge da carreira, colhendo os frutos de “Banzeiro”, seu mais novo álbum, repleto de boleros, carimbós e bangüês. Com turnês por todo Brasil, shows nos EUA e na Europa, música em novela da Globo, ninguém segura Dona Onete.