Iniciou no dia 12 de outubro, a exposição “Rolé pelo Rio Hackeado” no Museu do Amanhã. A proposta é o empoderamento das cidades por pessoas inquietas, então chamados hackers. Segundo a diretora do Laboratório de Atividades do Amanhã (LAA), Marcela Sabino, o uso do termo hacker trás a ideia de evolução de um sistema e suas manifestações.

A provocação que compõe o título da exposição pretende acordar em cada visitante um “senso de indignação”, causando no público a sensação de conhecer sua cidade e pensar em alternativas sustentáveis.

A criação utiliza maquetes mecânicas com movimento dos bairros da Lapa, Urca e Rocinha (obras produzidas por Luiz Oliveira, mecânico, soldador e morador da comunidade Mangueira); uma horta urbana para representar as intervenções realizadas nos diversos canteiros da cidade, um grafite com projeções e uma área que simbolizará o Baile Charme de Madureira, entre outros ambientes.

O destaque da mostra fica por conta das instalações interativas onde os visitantes poderão traçar mudanças na cidade. Eles escolhem um dos 160 bairros oficiais da cidade do Rio de Janeiro e podem sugerir mudanças nos espaços, sugestões de mais horta, cor, arte, ciclovia, ponto de encontro etc. Por toda exposição são apresentados conteúdos históricos do projeto Rolé Carioca, associados a ideias de transformação da cidade pelas mãos do próprio usuário, partindo do princípio de que quem nela vive sabe como potencializar seu uso.

O Museu do Amanhã fica na Praça Mauá e a exposição pode ser vista até o dia 05 de Fevereiro de 2017, de terça à domingo, das 10h às 18h. Ingressos por R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia).

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