O autor Marcos Bernstein se inspirou em algumas obras de Jane Austen para escrever “Orgulho e Paixão”, nova novela das 18h da Rede Globo.

Para os fãs da autora inglesa Jane Austen, a estreia da novela pode ser bastante interessante e uma forma de ficar um pouco mais próximos de suas histórias e personagens preferidos.

Uma das obras que serviu de inspiração foi “Orgulho e Preconceito” que tem como enredo a história de uma família composta pelos pais e suas cinco filhas que viviam na Inglaterra no final do século XVIII, e que a maior preocupação da mãe era casar suas filhas.

Uma das filhas, Elizabeth Bennet (Lizzy), tem vinte anos e é muito esclarecida, é uma espécie de heroína ou mocinha moderna, que não liga para futilidades, que não tem sonhos como: encontrar o “príncipe encantado” e ser submissa a ele. Coisas que eram comuns naquele tempo.

A autora utiliza a ironia para fazer uma reflexão acerca dos acontecimentos da época, da imoralidade, hipocrisia, do comportamento da sociedade.

É uma leitura muito interessante e atraente, pois desperta nos leitores essa libertação da mulher em relação ao casamento, às obrigações. Embora seja um história de época, ainda é muito comum, nos dias de hoje, existir casamentos por obrigação, ou até mesmo quem não saia de um porque depende do sustento, ou acha que não vai ficar bem vista na família ou no convívio social. Vale muito a pena a leitura, pois vivemos um momento muito importante para as mulheres, para a sociedade no geral, que mostra que todos têm capacidade igualmente e que por isso devem ter direitos iguais.

Ainda dar tempo de conhecer um pouco mais da autora e suas obras para acompanhar a novela.


Por Bruh Mendes

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