• Temporada: De 22 de Julho a 14 de agosto
  • Horários: Sábado às 21h e domingos e segundas às 20h
  • Local: Teatro Ipanema
  • Endereço: Rua Prudente de Moraes, 824 – Ipanema
  • Preço: R$ 40,00 (Inteira) e R$20,00 (Meia)
  • Duração: 100 minutos
  • Classificação: 14 anos
  • Telefone: (21) 2267-3750
  • Vendas online: https://ticketmais.com.br

Depois de passar por Nova Iorque e São Paulo, o espetáculo retorna a terras cariocas e reestreia dia 22 de julho, para curtíssima temporada no Teatro Ipanema. Indicado ao Prêmio Shell na categoria Inovação e ao prêmio APTR na categoria Especial, espetáculo reúne expoentes do teatro carioca em quatro peças curtas que celebram a diversidade sexual e de gênero.

Conduzida pela dragqueen Magenta Dawning a OCUPAÇÃO RIO DIVERSIDADE apresenta solos consagrados pela crítica.

Monólogos curtos

Genderless – Um Corpo Fora da Lei  – Texto de Marcia Zanelatto, direção Guilherme Leme Garcia, e atuação de Larissa Bracher, é inspirado na história real de Norrie May-Welby que, em 2010, depois de travar uma luta contra o Estado da Austrália, se tornou a primeira pessoa do mundo a ser reconhecida como “sem gênero específico” (genderless). A partir do fato, a peça reflete poeticamente sobre os gêneros masculino e feminino e os conflitos entre as identidades sexuais e as estruturas sociais.

Como Deixar de Ser – tem texto de Daniela Pereira de Carvalho, direção de Renato Carrera e atuação de Kelzy Ecard. Na montagem, uma mulher de meia idade está presa dentro de um “armário-sala”, herança da mãe, simbolizando sua prisão interna. Ela divide com a plateia o peso de não ter a coragem de assumir quem é verdadeiramente, revelando seus pensamentos e desejos mais profundos.

A Noite em Claro – tem texto de Joaquim Vicente, direção de Cesar Augusto e atuação de Thadeu Matos. O autor lembra que ainda estava sob o impacto do assassinato do diretor teatral Luiz Antonio Martinez Correa nos anos 1980 quando, numa manhã, um amigo e escritor famoso, chegou pouco antes de amanhecer à sua casa e contou que tinha passado “a noite em claro” com um assassino que talvez fosse o mesmo procurado pela morte de Luiz Antonio. O contundente e verídico relato foi transformado em peça.

Flor Carnívora -de Jô Bilac, com direção de Ivan Sugahara e atuação de Gabriela Carneiro da Cunha. Em plenária, a flor carnívora afirma o hermafroditismo das plantas, sua indefinição de gênero, sua intersexualidade, e protesta contra a colonização organizadora do homem, que procura catalogar e normatizar o que a natureza criou diverso. Um ato de liberdade por um mundo menos transgênico e mais transgênero.

Idealização e Direção Geral: Marcia Zanelatto
Elenco: Bruno Henriquez, Gabriela Carneiro da Cunha, Kelzy Ecard, Larissa Bracher e Thadeu Matos
Direção: César Augusto, Guilherme Leme Garcia, Ivan Sugahara e Renato Carrera
Cenários e Design Gráfico: Daniel de Jesus
Iluminação: Daniela Sanchez e Tiago Mantovani
Design de Som para a peça “Genderless”: Marcello H.
Visagismo: Márcio Mello
Cenotécnico: Renato
Contrarregragem: Renato Barreto e Cristiane Murilo
Técnico de Luz: Anderson Peixoto
Fotos: Elisa Mendes e Juliana Chalita
Vídeo: Diogo Fujimura
Edição de Vídeo: Raquel Diniz
Mídias Sociais: Marina Rattes
Assistente de Produção: Glauco Deris
Produção Executiva: Pedro Uchoa
Direção de Produção: Juliana Mattar
Realização: Transa Arte e Conteúdo

*As informações aqui relacionadas são de responsabilidade da produção do evento.