“Nascituros” propõe uma nova leitura a respeito de preconceitos, direitos, escolhas e se interroga sobre os limites entre o direito coletivo sobre o individual. Ao expor à crueldade das relações humanas, com toques de humor ácido, a encenação pretende tirar o público de sua passividade, fazendo dele parte da peça, pois, é a partir dessa leitura singular e subjetiva do espetáculo que ele extrai os elementos para a sua compreensão, e de como uma sociedade pode interferir nas escolhas e na vida de um indivíduo. Para isto, a história é contada em metalinguagem e a estrutura dramática em forma de elipse.

“Nascituros” aborda questões que precisam ser discutidas imediatamente. Um espetáculo com temática LGBT que discute a família, as escolhas e renúncias, o cerceamento, o abandono e, principalmente, o amor. É aqui! É urgente! É de verdade! Realidade e ficção se misturam. Não há quem não se identifique. Poderia ser você e eu, você e ela, você e eles. Por que não?

“E não é só isso!” é uma das frases que mais se repete ao se falar sobre as questões da peça com os espectadores. “E não é para ser só isso! Porque não deve ser só isso! A vida não segue uma ordem de temas. Impressões nunca são iguais, porque a vida não é igual pra ninguém. Cada pessoa se sente tocada em contextos diferentes, se sensibiliza em momentos diferentes”, reflete o autor.

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