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O Galã é estrelado por Thiago Fragoso, Fiuk,
Luiz Henrique Nogueira e grande elenco

O papel de protagonista da próxima novela está em jogo. No páreo estão Júlio Bastos (Thiago Fragoso) – um ator desempregado que sonha em ser famoso – e Raul Cardoso (Fiuk) – um jovem talentoso reconhecido por todos. A corrida se torna ainda mais divertida com o fato de o autor da trama ser o meio-irmão de Júlio, Beto Bastos (Luiz Henrique Nogueira), com quem ele é brigado há anos. A busca pelo sucesso, disputas amorosas e superações dão o tom de “O Galã”, comédia de Francisco Ramalho Jr. que estreia nos cinemas dia 7 de fevereiro. O longa conta ainda com Christine Fernandes, Christiana Ubach, Cristina Mutarelli e Roney Facchini no elenco. A distribuição é da H2O Films.

A vida não está fácil para Júlio. Os alugueis estão atrasados e seu desempenho nos testes sempre deixa a desejar. Enquanto isso, Raul vive o auge de sua carreira, assediado pelos fãs e desejado pelos contratantes. Beto é um escritor de novelas que, embora famoso e talentoso, vive uma vida reclusa, cheia de fobias e TOC’s.  Com as personagens de Christine Fernandes (Rachel) e Christina Ubach (Adriana), “O Galã” ganha tons de romance e o viés da comédia ganha ainda mais força com as divertidas atuações de Cristina Mutarelli (Solange – governanta da casa de Beto) e Roney Facchini (Paulo Roberto – dono da emissora que exibirá a novela).

Para Francisco Ramalho Jr., a comédia é um gênero que trabalha com clichês e pede leveza na direção. E mesmo tendo personagens tão tipificados, sua intenção à frente da direção de “O Galã” foi mostrar as camadas interiores de cada um deles.

“Para o ator que sonha ser galã, fica evidente a dificuldade de ter um lugar ao sol na carreira, sua luta para não desistir e continuar sonhando. No caso do escritor, mesmo sendo ele um fóbico maluco que gera muitos efeitos cômicos, mostro sua solidão, sua necessidade de afeto e seu sofrimento pela pressão contínua da emissora de televisão que produz a novela. E para manter a leveza, tive sempre uma câmera livre pronta para improvisar e seguir o elenco. Foi um enorme prazer dirigir atores e atrizes soltos nos sets, livres para criar e brincar.” – vibra o diretor.

 Thiago Fragoso também ressalta que, na história, embora Júlio seja um personagem cômico – e às vezes até patético, ele também vive momentos que retratam com realismo os dilemas da carreira: “É muito cômica a forma como ele se joga nas cenas. O Júlio é um ator frustrado, que idealiza personagens e vai interpretando como forma de se motivar. Ele é muito vaidoso, mas por trás disso existe uma grande insegurança. Há momentos em que ele fica mais humano e toca em aflições que sofrem os atores de modo geral”.


Fotos e Vídeo: Divulgação/H2o Films