Espaço agora terá ambientes imersivos, interatividade e novas tecnologias

O Oi Futuro apresentou, no Rio de Janeiro, o MUSEHUM – Museu das Comunicações e Humanidades, que conta a história do desenvolvimento tecnológico das comunicações a partir da ótica das relações humanas. O projeto é uma evolução do Museu das Telecomunicações – em atividade há 13 anos – que teve suas instalações totalmente remodeladas em função dessa nova proposta conceitual e identidade. Com atrações interativas inéditas, ambientes imersivos e novas tecnologias, o museu oferece ao público uma experiência única a cada visita. A entrada é gratuita, o espaço é localizado dentro do Centro Cultural Oi Futuro, no bairro do Flamengo.

“O Oi Futuro inicia 2020 entregando um novo conceito de museu aos moradores e turistas do Rio de Janeiro, um espaço que combina história, conhecimento e inovação de uma forma lúdica e acessível para todas as idades”, diz Suzana Santos, presidente do Oi Futuro.

Depois de seis meses fechado para obras de modernização, o espaço reabre transformado, com experiências personalizadas para cada participante e novas plataformas de conteúdo e interação, utilizando tecnologias como realidade virtual, displays interativos sensíveis ao toque, fotografia digital 3D, monitores de LED de alta definição, celular, game e outros. A proposta é que o visitante se sinta parte do museu, unindo passado e futuro, memória e tendências, para provocar reflexão sobre o impacto das comunicações no desenvolvimento da humanidade. Além disso, o museu traz um projeto expográfico inovador, com acessibilidade para todos os públicos, e uma seleção inédita de peças do acervo, algumas nunca antes expostas.

Imagem: Divulgação/Oi Futuro (Créditos: Renata-Mello)

“Queremos surpreender o visitante, que pode ter experiências inéditas e pode se reconhecer como parte fundamental dessa história que estamos contando, como um acervo dinâmico do museu. Aqui vamos além da interação: o público é um colaborador ativo na construção do museu, porque a comunicação, verdadeiramente, é a troca de afetos, conhecimentos e informações, e as pessoas são as protagonistas desses processos. É o humano que dá sentido à tecnologia”, explica Roberto Guimarães, gerente executivo de Cultura do Oi Futuro.

O projeto de modernização do museu é patrocinado pela Oi e pelo Ministério da Cidadania através da lei federal de incentivo à cultura.

Entre as novidades que o público vai encontrar no MUSEHUM estão:

  • Ambiente imersivo: Quem sou eu nas redes sociais e redes reais?

Neste museu, a tecnologia está presente não só nas formas de interação, mas também no conteúdo apresentado. Em grupos de duas a quatro pessoas, o público entra numa cápsula espelhada, onde é envolvido por uma experiência de luzes, sons e efeitos visuais que revela seus próprios rastros digitais e conexões; a instalação reforça a necessidade de mantermos nossos laços fora do ambiente digital.

  • Experiência em Realidade Virtual: Na dobra do tempo

Com o uso de óculos de realidade virtual, o visitante faz uma espécie de viagem no tempo, em que conhece o passado do prédio histórico que abriga o museu, onde há mais de 100 anos funcionava a Estação Telefônica Beira-Mar, com dezenas de telefonistas em plena atividade, trabalhando para conectar pessoas. A reconstituição do ambiente foi criada a partir de casos reais encontrados em pesquisas realizadas no acervo documental do museu;

  •  Super-selfie: virei peça de museu

Neste dispositivo, o visitante pode tirar uma selfie e gerar uma foto digital 3D de grandes proporções, que mostra uma versão desconstruída da sua própria imagem;

  • Gabinete de curiosidades: objetos, memórias, afetos

O público poderá conhecer mais de 400 objetos históricos de diversas épocas: aparelhos telefônicos de design variados, celulares, mesas de telefonista, telefones públicos, câmeras, rádios, televisores, computadores e equipamentos industriais de telecomunicações, dispostos em nichos temáticos, alguns deles abertos para que os visitantes possam tocar nos itens;

  • Janelas digitais: o acervo na ponta dos dedos

Por meio de quatro grandes monitores sensíveis ao toque, o público pode explorar o acervo museológico do Oi Futuro, que possui mais de 130 mil itens, entre objetos históricos, fotos de época, documentos e listas telefônicas. O visitante pode navegar por “playlists” de peças da coleção, sugeridas pela da curadoria do museu a partir de assuntos ou épocas específicos;


Imagens: Divulgação/Oi Futuro


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Dan Andrade

Cursando Produção Cultural atualmente, sempre foi apaixonado por cinema e decidiu que de alguma forma trabalharia com isso. Tendo como inspiração Steven Spielberg e suas histórias que marcaram gerações, escreve, assiste, lê e aprende, para um dia produzir coisas tão grandes e que inspirem pessoas como um dia ele o inspirou.

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