12 de dezembro de 2019
A Mastercard começará a testar essa proposta
 
Não sei vocês, mas eu e algumas pessoas que conheço, vez ou outra, já nos questionamos sobre o usar o cartão de débito e/ou crédito para pagar a passagem de ônibus, afinal seria bem prático, não precisaríamos andar com dinheiro e o cobrador não teria que ficar contando as moedinhas para nos dar o troco.
 
Pois bem, mesmo com os inúmeros cartões das empresas de transporte público brasileiro, a empresa Mastercard escutou nossa questão mental e fechou parceria com emissores, operadoras de transporte, empresas de bilhetagem e adquirentes para que o usuários possam usar, para comprar passagens, cartões de crédito, débito e pré-pago da Mastercard, que tenham a função de pagamento por aproximação.
 
Segundo a empresa, esse novo formato vai simplificar a vida do usuário, eliminando a necessidade de pegar filas para comprar o “bilhete comum” e o pagamento da passagem de ônibus usando o dinheiro. Segundo Alexandre Brito, vice-presidente de Desenvolvimento de Aceitação, Varejo e Novos Negócios da Mastercard Brasil e Cone Sul, “A inovação de pagamento no transporte público foi projetada pela Mastercard a partir do grande desafio que o tema mobilidade urbana apresenta em escala global e, no Brasil, não é diferente. O objetivo é contribuir para que as cidades se tornem mais eficientes e sustentáveis e, com isso, permitir que a vida seja mais inclusiva, segura e conveniente para seus habitantes”.
 
O projeto piloto começou esse mês em São Paulo, na linha Diadema/Berrini – Metra, e na Central do Brasil, no Rio de Janeiro, nas principais estações do ramal Deodoro. Já em novembro, a previsão é que chegue a Curitiba, nos ônibus da região metropolitana. Ainda não há posições da empresa sobre a expansão, nem a listagem de outras regiões nacionais para o projeto começar a desenvolver, mas já é um progresso não acham?

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Paulo Olivera

Paulo Olivera é mineiro, Gypsy Lifestyle e nômade intelectual. Apaixonado pelas artes, Bombril na vida profissional e viciado em prazeres carnais e intelectuais inadequados para menores e/ou sem ensino médio completo.

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