Aposto que todo fã do trilhando concorda: Viajar é bom e todo mundo ama. Nada melhor do que se desligar da vida real por uns dias, e embarcar em uma aventura para um lugar diferente. Seja no próprio país, estado ou fora.

Uma opção é se juntar com um grupo de amigos e partir. Foi isso que fiz no final do ano de 2015. Posso dar certeza para vocês, que foi uma das minhas melhores escolhas/ ideias da vida (por enquanto).

Para começar, resolvi pontuar as dicas que considero mais importantes:

  1.  juntar o pessoal: escolha aqueles amigos que você tem certeza que não vão dar estresse e estão tão animados quanto você (todos querem aproveitar e não arrumar problemas).
  2.  escolher o local: pesquisar um destino que agrade a todos e ninguém vai arrumar problema.
  3. pesquisar preços: revire todos os sites de reserva de hospedagem e vôos, com certeza, vai ter algo que cabe muito bem no bolso.
  4.  organize a documentação e dinheiro: coloque tudo em uma pastinha ou envelope, assim você não vai precisar se preocupar em lembrar onde guardou cada papel, e separe o quanto vai gastar (levar $$ em espécie faz você gastar menos).

No meu caso, foi a primeira viagem sem responsáveis. Só eu e mais três amigas fora do país. Sim, todas as preocupações, desde guardar (muito bem!) o passaporte até toda a papelada de reservas, decaíram sobre cada uma de nossas cabeças. Não é nenhuma missão impossível, todo mundo sobreviveu para contar história. É uma experiência que faz você perceber a trabalheira dos responsáveis ao planejar e fazer um passeio.

Como seria uma viagem só nós, optamos por um resort com tudo incluído, pensando, principalmente, na nossa segurança em um país totalmente diferente pela primeira vez. E o destino escolhido foi Punta Cana, na República Dominicana.

Fechamos um pacote com uma suíte para nós quatro, o que tornou a viagem ainda mais barata. Passamos uma semana no resort. Era de frente para a praia, com piscina, teatro, diversas atividades e muita comida e bebida (eram nove opções de restaurantes e sete bares). É um tipo de viagem para quem está procurando relaxar e não pensar em mais nada além de sol e mar.

Embarcamos dia 11 de dezembro e ficamos sete dias por lá. Pelo pacote promocional o vôo saia de São Paulo, com escala em Caracas (Venezuela) e, por fim, Punta Cana. Como somos do Rio de Janeiro, compramos por fora uma passagem de ponte aérea (tanto na ida quanto na volta). Na reserva, tivemos a opção de uso do Transfer, que estava nos esperando no aeroporto e nos levou direto para o resort.

Além de todas as opções e espaços que o hotel oferece, eles trabalham com atividades extras, e pagas por fora. É interessante selecionar uma ou outra. Mesmo sendo um serviço a parte, eles buscam e levam de volta para o hotel.

Eu, por exemplo, fui nadar com golfinhos, tubarões e mantas na Dolphins Island e no Hoyo Azul, uma piscina natural dentro de uma gruta que fica em um parque nacional. Há outras opções, como passeio por Santo Domingo (é a cidade mais antiga da América, fiquei muito triste de não conhecer, mas o $$$ não aguentou) e passeio de helicóptero pela costa da República Dominicana.

Vale muito a pena separar um dia da viagem para acordar cedo, bem cedo, e ir ver o nascer do sol. O céu fica mais lindo que uma pintura, algo que não dá pra imaginar ser real de tão lindo.

Um costume que sempre tenho é visitar o Hard Rock local. Fomos no de Punta Cana, mais próximo do resort, que fica no Palm Real Shopping Village. Levamos uns 15 minutos de táxi, que pegamos no próprio hotel e o mesmo nos buscou no horário marcado.

São dias no paraíso, eu posso afirmar. É um estilo de viagem que você pode muito bem não ter gastos excessivos (levei uma quantia de dinheiro e ainda sobrou) e aproveitar muito mesmo. É uma forma de voltar revigorada com novas energias, depois de relaxar nas praias caribenhas. Como já dizia Mario Quintana:

“Viajar é trocar a roupa da alma.”


Por Gabi Fischer