Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica (2): Dolores

Avatar de Convidado Especial
Convidado Especial
21 de março de 2017 3 Mins Read
Uma obra de possibilidades mal aproveitadas

DoloresNuma época poluída com tantas informações por segundo, devemos nos perguntar quais histórias são realmente relevantes para serem contadas, que ângulos devem ser ressaltados e porque precisamos ouvi-las. Essas foram algumas das perguntas que circulavam na minha cabeça ao sair da sala de cinema, após assistir “Dolores”.

Ambientado durante a Segunda Guerra Mundial, “Dolores”, do diretor Juan Dickingson, narra a história de uma mulher (Emilia Attias), que visita seu cunhado e seu sobrinho de oito anos pela primeira vez após a morte de sua irmã. Seu cunhado (Guillermo Pfening), deprimido pela morte de sua esposa, luta contra o álcool e suas dívidas. Em meio as tensões crescentes entre britânicos e alemães, Dolores conhece Octavio Brand (Roberto Birindelli), descendente de alemães. E assim, inicia-se um triângulo amoroso.

Podemos enumerar diversos focos interessantes na história da personagem. Ela é uma mulher solteira, financeiramente independente, estudada e à frente de seu tempo que vive num mundo em guerra. Filha de escoceses, ela se apaixona pelo cunhado numa época onde um escândalo como esse poderia ser muito mais condenável do que hoje. Ela mantém relação com dois homens diferentes, um deles filho de alemães. Engravida e, de alguma maneira, consegue gerenciar todos esses conflitos de sua vida. Porém, com tantas possibilidades interessantes, a produção dirigida pelo argentino Juan Dickingson opta por uma narrativa prolixa e óbvia. O filme falha em diversos aspectos.

Dickinson aposta em um filme de estética clássica, mas não consegue trazer à tela pessoas de verdade vivendo emoções e conflitos que nos façam entrar na trama. Apesar da incrível fotografia de Miguel Abal, da minuciosa direção de arte de Sebastián Roses e da bela trilha sonora de Leo Gandelman, o filme nos distancia da história e seus personagens têm pouca empatia. É difícil se comprometer no jogo emocional dos personagens, não porque a história seja impossível de se engajar, pelo contrário: Dolores e todas as pessoas em sua vida vivem uma realidade que poderia facilmente tocar o espectador. São pessoas torturadas por dívidas, amores, mortes e por uma época cheia de regras e preconceitos. Tudo isso é um prato cheio para fazer o público querer se envolver. E essa vontade permanece até o fim: queremos nos envolver com a história de Dolores. Simplesmente, não conseguimos. E isso acontece, possivelmente por falhas do roteiro, da direção e do elenco.

Dolores

“Dolores”, não consegue atingir a fluidez necessária para que o espectador viaje na história. Dificilmente embarcamos nos conflitos dos personagens e suas emoções, pois os atores parecem estar desconfortáveis em cena. Não conseguem atingir a naturalidade necessária que um drama de época precisa para nos seduzir. A maior parte de seus diálogos é demasiadamente impostada, recitada, e as interpretações soam distantes não obtendo sucesso em criar compaixão pelas pessoas retratadas.

O elenco entrega uma interpretação forçada e sem naturalidade. A exuberante Emilia Attias não tem o carisma necessário para nos guiar nas desventuras de sua protagonista. Parece estar o tempo todo preocupada com algo. A câmera dificilmente consegue captar as emoções de Dolores. Só vemos a atriz tentando, sem sucesso, guiar sua personagem. Guillermo Pfening, apesar estar mais relaxado na tela, também não consegue a nossa empatia e não tem muito êxito em nos fazer viver a angústia de seu personagem. Nesse quesito, somente Mara Bestelli consegue o êxito necessário. Desde o início ela consegue entregar a complexidade de sua personagem amargurada, ciumenta, solitária, preocupada, mas, acima de tudo, com um amor profundo por sua família. O ponto alto de sua interpretação é a cena onde ela lê histórias infantis para o seu sobrinho e não consegue articular as palavras por estar bêbada, arrancando assim gargalhadas de todos.

“Dolores” tenta atingir seu objetivo mas, sem nenhuma dúvida, trata-se de uma obra de possibilidades mal aproveitadas. Vale a pena conferir e tirar suas próprias conclusões. O filme estreia dia 06 de abril nos cinemas brasileiros.


Por Thiago Pach

Reader Rating0 Votes
0
5

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

ArgentinaCinemaDoloresDramaEstreiaThiago Pach

Compartilhar artigo

Avatar de Convidado Especial
Me siga Escrito por

Convidado Especial

Outros Artigos

guitar 1928322 1920
Anterior

Construa relacionamentos

Eu Te Levo Cartaz
Próximo

Crítica: Eu Te Levo

Próximo
Eu Te Levo Cartaz
21 de março de 2017

Crítica: Eu Te Levo

Anterior
20 de março de 2017

Construa relacionamentos

guitar 1928322 1920

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade
    Banner
    Banner
    Banner

    Posts Recentes

    La casa de Papel
    Uma Produção Original Pertence Sempre Ao Streaming? Entenda Como Funcionam Os Direitos
    Gabriel Fernandes
    John Constantine DC Por que Maiores Anti Heróis DC 1
    John Constantine e a Magia de Trincheira: O Fardo de Sobreviver no Fundo do Cinzeiro
    Luís Gustavo Dias
    LEGO One Piece
    “LEGO One Piece” Ganha Novo Trailer Com as Mentiras de Usopp
    Aimée Borges
    Heineken - Rock in Rio Clinker
    Heineken Leva Pulseira Inteligente do Coachella ao Rock In Rio 2026
    Aimée Borges
    brindes do Rock in Rio 2026
    Guia de Brindes do Rock In Rio 2026 | Onde Encontrar os Mais Disputados
    Aimée Borges

    Posts Relacionados

    La casa de Papel

    Uma Produção Original Pertence Sempre Ao Streaming? Entenda Como Funcionam Os Direitos

    Gabriel Fernandes
    21 de agosto de 2026
    Filme Pressão 01

    “Pressão” Transforma Os Bastidores Do Dia D Em Um Intenso Suspense De Guerra

    Gabriel Fernandes
    20 de agosto de 2026
    Your Heart Will Be Broken Coração Partido Paris Filmes 1

    Coração Partido | O Preço da Ilusão e a Anatomia do Desapego

    Junior Fernandez
    20 de agosto de 2026
    Naruto

    “Naruto” Pode Ter Charles Melton Por Trás da Máscara de Kakashi

    Daniel Gravelli
    20 de agosto de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx