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CríticaFilmes

Crítica: A gaiola dourada

Convidado Especial
5 de novembro de 2017 3 Mins Read

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“A gaiola dourada” (La cage dorée, em francês) é um filme português e francês de comédia, que conta a história de uma família portuguesa que vive na França. É escrito e dirigido pelo luso-francês Ruben Alves. O cineasta conseguiu retratar “uma casa portuguesa com certeza” com leveza e muito humor. Para alguém que tem raízes lusófonas e cresceu em um lar português bem típico, assistir a esse filme será como entrar em uma viagem no tempo.

A história do longa é sobre Maria (Rita Blanco) e José Ribeiro (Joaquim Almeida), um casal de imigrantes portugueses que vivem na França há mais de 30 anos. Maria é porteira de um condomínio luxuoso em um bairro de Paris. É lá onde ela mora com seu marido e seus dois filhos. José é um trabalhador da construção civil. A família é adorada pelos moradores do prédio por serem muito honestos e por sempre estarem dispostos a ajudar todo mundo. Um dia José recebe a notícia de que ganhou uma herança e que ele deve regressar a Portugal para recebê-la. Os conflitos começam, pois o casal quer voltar para o seu país de origem, mas os filhos, os vizinhos e os patrões não querem deixá-los partir.

O filme, além de ser cômico, propõe reflexões interessantes sobre a vida de imigrantes portugueses na França e sua relação com a cultura de origem. Uma delas é que o filho adolescente do casal passa a negar suas raízes portuguesas diante de seus amigos franceses. Já a filha mais velha decide se casar com o namorado francês, o que não é muito bem aceito pelos pais logo de início. O núcleo secundário também merece um destaque por darem o toque de humor que a trama tanto precisa. É com as armações da irmã de Maria e dos patrões do casal que o filme ganha nuances e cores.

A presença de estereótipos e clichês contribui para que as divergências e os preconceitos, que esse grupo de imigrantes enfrentam, sejam abordadas de uma forma bem sutil. Por exemplo, os protagonistas são zeladores e construtores, como muito portugueses que foram para a França. Já os moradores do condomínio são pessoas mais esnobes, que representam a imagem da elite de bairros nobres franceses. A partir desses dois grupos é possível identificar um abismo social que os separa e que influência na dificuldade da inclusão dos imigrantes em Paris. É através de uma narrativa leve e de um conflito pessoal dos personagens que a trama consegue colocar em pauta temas como: imigração, vergonha ou orgulho da pátria, saudade, aculturação e entre outros. O filme não chega a se aprofundar nessas discussões, mas aborda esses pontos sempre com um leve tom de bom humor. A reflexão caberá a cada um que assistir.

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Sem pretensão nenhuma de ser um filme que discuta profundamente sobre a questão dos imigrantes portugueses, “A gaiola dourada” conquista pela simplicidade e por ser uma comédia de qualidade, que cumpre com o papel de contextualizar rapidamente a situação social e cultural dos portugueses que vivem na França. O longa foi elogiado pela crítica francesa justamente pelo seu tom cômico. E conseguiu agradar um público bem amplo e ser bem recebido na Suíça, Bélgica e Luxemburgo. Em Portugal, uma semana após a estreia, o filme já era o mais visto.

A trilha sonora do longa é outro ponto que colabora para que o espectador viva a experiência da cultura portuguesa. As cenas das reuniões da família Ribeiro, sempre regadas a muito fado, dança e risos, contribui para uma viagem cultural.  A forma como os personagens foram construídos e inseridos na trama também colabora para que quem assiste se envolva ainda mais com a história. No geral, são os conflitos, as emoções e o humor que faz o filme valer a pena.


Por Larissa Marques

Reader Rating4 Votes
9.1
8

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