Conheça os palcos que fazem do Lolla um dos principais festivais do circuito de música brasileiro
Quem já foi ao Lollapalooza sabe: o maior desafio não é comprar ingresso. É escolher onde estar quando dois shows incríveis acontecem ao mesmo tempo, em lados opostos do Autódromo de Interlagos. E pra fazer essa escolha sem arrependimento, você precisa conhecer os quatro palcos do festival, cada um com sua personalidade, seu público e sua energia própria.
Palco Budweiser — o trono dos headliners

É aqui que a noite atinge seu ápice. O Palco Budweiser é o maior e mais imponente do festival, com uma fachada que impressiona antes mesmo de a música começar. Na edição de 2026, ele recebe Sabrina Carpenter, Chappell Roan e Tyler, The Creator — três dos artistas mais falados do planeta no momento. Se você quer viver o momento do festival, é no Budweiser que ele acontece.
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Palco Samsung Galaxy — o vice que rouba o show

Não deixe o nome enganar: ser o “segundo palco” do Lolla não significa ser menor. O Samsung Galaxy costuma reservar surpresas e em 2026 não é diferente. Deftones, Lorde e Doechii dividem o espaço ao longo dos três dias, garantindo que a fila de pessoas que vai “só dar uma olhada” raramente saia de lá antes do show acabar.
Perry’s by Fiat — a catedral eletrônica

Batizado em homenagem a Perry Farrell, o criador do festival, o Perry’s é o coração pulsante da música eletrônica do Lolla. Quando o sol começa a cair, ele acende literalmente. Em 2026, Kygo, Skrillex e Peggy Gou são os responsáveis por transformar o Autódromo numa nave espacial. É o tipo de palco do qual você entra “só pra ver” e sai três horas depois sem saber bem o que aconteceu.
Flying Fish — onde o futuro aparece primeiro
O mais intimista dos quatro palcos carrega uma missão clara: revelar. É no Flying Fish que estão as apostas do festival, os artistas em ascensão que daqui a dois anos vão fechar o Budweiser. Em 2026, Royel Otis, Turnstile e RIIZE mostram exatamente o que esse espaço faz de melhor: apresentar ao Brasil nomes que o mundo já está de olho.
No fim das contas, não existe palco certo ou errado no Lollapalooza. Existe o que você quer viver naquele momento. E essa liberdade de montar a própria experiência entre quatro universos simultâneos é exatamente o que faz o festival ser insubstituível.
Matéria escrita por Gabriel Bizarro.
Imagem: Divulgação/Lollapalooza Brasil (Fotografia: MORIVA/Ariel Martini)
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