Com Sabrina Carpenter como embaixadora, ativação interativa conectava o gosto musical do público à pista em tempo real
Nem todo stand no Lollapalooza precisa gritar para ser notado. O espaço da Johnnie Walker em Interlagos apostou numa proposta diferente: antes de chegar ao copo, o público precisava responder uma pergunta. O quiz “isso ou aquilo” coletava as preferências musicais de quem entrava, e se a maioria escolhesse o mesmo estilo, a DJ tocava exatamente aquilo. A pista virava, literalmente, um reflexo de quem estava nela.
A ideia é simples e funciona justamente por isso. Enquanto a fila para pegar a bebida e o copo de brinde avançava, o ambiente ao redor já era moldado pelas respostas de quem estava presente. Havia lugares para sentar, espaços para foto e uma decoração inteiramente em gold que deixava claro o território em que a marca queria habitar. O clima era festivo, o movimento moderado, e isso criou uma atmosfera mais intimista do que se esperaria de uma das marcas mais presentes no circuito de festivais.

Ter Sabrina Carpenter como embaixadora não é um detalhe pequeno. A escolha coloca a Johnnie Walker exatamente onde ela quer estar: no centro da cultura pop jovem, sem abrir mão da sofisticação que sempre definiu a marca. O copo como brinde fechou bem o ciclo da experiência. No contexto de um festival onde cada objeto carregado vira memória, sair do stand com algo físico foi o encerramento certo para uma ativação que soube equilibrar interação, ambiente e identidade de marca.
Imagem Destacada: Divulgação/Lollapalooza (Via Instagram: @johnniewalkerbrasil)
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