Chegou a hora de comparar os sete filmes da franquia “Pânico”
E chegamos a mais um filme da franquia de terror “Pânico” estreando nos cinemas. Sidney Prescott (Neve Campbell) está de volta no centro da história, para proteger sua família do retorno de um Ghostface que, talvez, seja um velho conhecido. Mas como será que o longa foi recebido pela crítica? Ele será lembrado entre os melhores ou os piores filmes da franquia? Confira o ranking do pior ao melhor segundo o site Rotten Tomatoes:
7. Pânico 7 – 2026 (32% de aprovação)

Sim, é isso que você está lendo. O recém chegado à franquia é considerado o pior da série pelos críticos. Mas eles tem razão, uma vez que o diretor abandonou a metalinguagem e a sátira, principais elementos do sucesso da franquia, para construir uma história familiar centrada na personagem Sidney Prescott, com muito pouco à explorar. Nem as mortes mais explícitas e elaboradas foram suficientes para salvar o roteiro.
6. Pânico 3 – 2000 (45% de aprovação)

Parece que toda vez que Sidney é tirada de sua tranquilidade, algo não vai bem no filme. O segundo pior filme é uma sucessão de erros, com um roteiro que não decide para onde vai, e um desenvolvimento problemático, associado a problemas nos bastidores. O filme usa a ação do Ghostface no set de filmagem de um filme inspirado nos crimes, para unir os sobreviventes dos filmes anteriores. Enfim, um filme sobre um assassino nos bastidores de um filme é um exagero na metalinguagem, o que parece não ter agradado a crítica.
5. Pânico 4 – 2011 (61% de aprovação)

O retorno de Sidney à Woodsboro como autora de autoajuda, traz de volta Ghostface à cidade, o que a coloca em perigo junto com Gale (Courteney Cox) , Dewey (David Arquette), sua prima Jill (Emma Roberts), e todas as pessoas próximas à ela. Embora o filme tenha pontos a melhorar, a sátira a outros filmes de terror volta a ser usada com inteligência e as atuações estão mais seguras, coroadas com um desfecho final interessante. Se não é genial, ao menos resgatou características que os fãs tanto amam.
4. Pânico “5” – 2022 (76% de aprovação)

O quinto filme da franquia chega sem o número da sequência, por isso as aspas. De fato se buscava um novo começo, uma passagem de bastão dos personagens antigos para novos. O longa se passa 10 anos após os acontecimentos de Pânico 4 e tem como protagonistas as irmãs Tara Carpenter (Jenna Ortega) e Sam (Melissa Barrera), a irmã mais velha que vem à Woodsboro para cuidar da mais nova, que é a atormentada da vez pelo Ghostface. Inteligente, promove o encontro de Sidney, Dewey e Gale como uma espécie de mentores para uma nova geração de jovens, com boas autorreferências dos antecessores, e atualizado em relação às novas tecnologias de comunicação.
3. Pânico 6 – 2023 (77% de aprovação)

O sexto filme é quase um empate técnico com o antecessor. As duas duplas de irmãos e amigos sobreviventes Sam, Tara, Mindy (Jasmin Savoy Brown) e Chad (Mason Gooding) se mudam para Nova York em busca de seguir com suas vidas, como qualquer jovem americano. Mas o Ghostface está na “Big Apple” e parece estar em todos os lugares. O filme tem ótimas perseguições, autorreferências em tom de homenagem e uma narrativa inteiramente centrada nos novos personagens, sem abandonar tudo que já aconteceu. O final é criativo tanto na revelação da identidade do assassino, quanto na caracterização inovadora da final girl.
2. Pânico – 1996 (78% de aprovação)

O gênio do terror Wes Craven apresenta sua nova criação ao mundo, que viria a se tornar uma das melhores franquias de terror slasher de todos os tempos. Sidney Prescott, o Xerife Dewey Riley e Gale Weathers, lutam para descobrir quem é o assassino por trás da máscara antes que ele alcance a próxima vítima. Com uma inovadora e assustadora sequência inicial de 12 minutos, ele apresenta o assassino com uma ameaçadora ligação para uma atriz (Drew Barrymore) sobre filmes de terror, já apresentando a metalinguagem que seria um dos elementos mais elogiados por público e crítica.
1. Pânico 2 – 1997 (83% de aprovação)

O melhor filme da franquia é a primeira sequência, que se passa 2 anos após os acontecimentos do primeiro, e retrata Sidney Prescott enfrentando uma nova onda de assassinatos, dessa vez na universidade. O assassino é um imitador que, usando a máscara Ghostface, ataca o círculo de amigos de Sidney e sobreviventes do primeiro filme, em meio ao lançamento do filme “Facada”, baseado nos assassinatos anteriores. Além de expandir a metalinguagem de forma eficiente, Wes Craven ainda apresenta um amplo domínio da tensão e do suspense, com ótimas sequências de cena. Além disso, os personagens secundários têm profundidade narrativa, indo além do apoio aos personagens principais.
E você, concorda com os críticos? Deixe um comentário.
Imagem Destacada: Divulgação/Paramount
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