Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Negócios
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Sem Direção

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Negócios
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Sem Direção
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica (2): A Garota Ocidental

Avatar de Fabiana Moura
Fabiana Moura
27 de junho de 2017 3 Mins Read

a garota ocidental poster“A Garota Ocidental” é um longa-metragem de direção e roteiro de Stephan Streker, sendo este seu terceiro longa, onde retrata a dramática história de Zahira, interpretada por Lina El Arabi, em sua primeira e espetacular atuação, de forma profissional, traduzindo não só o papel da personagem, mas também todo o seu sentimento em olhares, movimentos e expressões corporais muito bem trabalhadas.

Zahira é uma jovem de 18 anos que vive a indecisão entre realizar um aborto e seguir com as tradições de sua família e religião e casar-se com uma pessoa escolhida antecipadamente, contra sua vontade, assim como suas antepassadas, ou manter a gravidez, seguindo sua vontade de viver com uma pessoa de sua escolha, mas romper com toda sua tradição, família e religião.

Conflito este, muito grande e complexo, já que a jovem não é uma rebelde que odeia seguir tradições e a religião, muito pelo contrário, ama sua religião e família, seguindo todas as tradições que lhe foram passadas, mas encontra-se em uma situação que lhe obriga a ir contra isto tudo, sua própria cultura.

Uma história baseada em um fato real em que uma jovem, Sadia Sheikh, foi assassinada, em 2007, pelo próprio irmão, em nome da honra, por negar-se a casar com um rapaz escolhido por sua família, porém o filme não entra em muitos detalhes sobre a história real, mas se pauta em seu drama para tratar questões que envolvem liberdade de escolha, o livre-arbítrio e as prisões que a tradição e a religião muitas vezes impõem aos que a seguem.

Sem colocar pré julgamentos, ou apontar o que é certo ou errado, o longa preocupa-se apenas em apresentar os dois pontos de vista, deixando ao espectador a discussão e conclusão final, já que, a intenção aqui não é apontar determinadas religiões ou tradições como corretas ou não, mas sim, trazer à tona realidade até então desconhecidas por muitos de nós, que vivemos em culturas distintas.

a garota ocidental 4

Um filme premiado no Festival de Toronto em 2016, e que “estranhamente”, mas propositalmente não utilizou-se do recurso de trilha sonora pra prender a emoção do público, muito pelo contrário, deixou com que a própria atuação, fotografia e figurino falassem por si só.

A produção escapa das obras hollywodianas tão acostumas pelo público em geral, mas não deixa de ser instigante, e mesmo sendo um tema tão presente e já discutido, não se torna enfadonho, pois consegue com delicadeza colocar o espectador na pele de cada personagem e até mesmo a entender o ponto de vista de cada um.

Apesar de ser apartidário e não tomar nenhuma posição, a produção acaba por ser um tanto quanto feminista ao mostrar não só a realidade ocidental, mas trazer à tona a questão do papel da mulher na sociedade e como suas vontades, decisões e seu próprio ser é mais pertencente ao outro do que a si mesma, a luta e o drama de Zahira não é só dela, mas todas que vivem em situações semelhantes, quer seja ocidental ou oriental.

Teve sua estréia na semana passada, em 22 de junho e tem tudo para ser uma grande obra e despertar de consciência na sociedade, levando-a a reflexão sobre suas imposições e regras que servem mais para trazer divisão e tragédia do que para unir e promover a igualdade entre as pessoas, pois, mais que um filme é uma análise e grande objeto de estudo antropológico, valendo a pena seus 98 minutos de produção.

Bom, se servir para despertar um novo olhar para a forma que tem caminhado a humanidade, já será uma evolução, pois contrário de muitas produções cinematográficas, este filme vai muito além de ser apenas um entretenimento. Agora basta conferir, bora lá! – “É claro que a vida é injusta, somos mulheres.”

Reader Rating0 Votes
0
8

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

Cinema

Compartilhar artigo

Avatar de Fabiana Moura
Me siga Escrito por

Fabiana Moura

Ela é jornalista, mãe, esposa e muito feliz, ama ler, escrever e aprender cada vez mais, além de ser apaixonada pela Língua Portuguesa. Já fez e faz de tudo um pouco nesta vida, por isso mesmo, ela diz: "tamuaí" pra tudo!

Outros Artigos

162272.jpg r 1920 1080 f jpg q x xxyxx
Anterior

Crítica: A Viagem de Fanny

Diário de Uma Paixão The Notebook
Próximo

Casais na ficção, rivais na vida real

Próximo
Diário de Uma Paixão The Notebook
27 de junho de 2017

Casais na ficção, rivais na vida real

Anterior
27 de junho de 2017

Crítica: A Viagem de Fanny

162272.jpg r 1920 1080 f jpg q x xxyxx

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Vista para um logo do Lollapalooza gigante no festival, especificamente na edição de 2025.
    Lollapalooza Brasil 2027 | Festival Celebra 15 Anos Com Redenção Roqueira e Apoteose Pop
    Cesar Monteiro
    TV Globinho - Criança esperança 2026 - apresentadores
    TV Globinho Volta no Criança Esperança e Conecta Gerações pela Nostalgia
    Jéssica Meireles
    O Hangar Vermelho 01
    “O Hangar Vermelho” Transforma Obediência Militar em Um Dilema Moral Durante o Golpe no Chile
    Gabriel Fernandes
    Marília Mendonça Sentimento louco 01
    “Marília Mendonça: Sentimento Louco” Revela Histórias da Infância e os Primeiros Passos da Rainha da Sofrência
    Clara Duarte
    Brasil Game Show 2026 BGS 2026
    BGS 2026 Traz Jogos Inéditos, Grandes Franquias e Experiências Exclusivas Para São Paulo
    Gabriel Fernandes

    Posts Relacionados

    O Hangar Vermelho 01

    “O Hangar Vermelho” Transforma Obediência Militar em Um Dilema Moral Durante o Golpe no Chile

    Gabriel Fernandes
    10 de outubro de 2026
    Marília Mendonça Sentimento louco 01

    “Marília Mendonça: Sentimento Louco” Revela Histórias da Infância e os Primeiros Passos da Rainha da Sofrência

    Clara Duarte
    10 de outubro de 2026
    As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você 01

    “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você” Emociona Com Uma História de Amizade, Luto e Recomeços

    Clara Duarte
    10 de outubro de 2026
    Jordan Firstman - Club Kid

    Jordan Firstman Desembarca no Festival do Rio Para Apresentar Club Kid

    Daniel Gravelli
    9 de outubro de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx