Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica (2): O Chamado 3

Avatar de Daniel Gravelli
Daniel Gravelli
8 de fevereiro de 2017 4 Mins Read

Por favor, queimem a fita

16118545 1639322713028803 1093408729 n

Hollywood precisa se reinventar! Parar de insistir em fórmulas batidas e clichês e abrir mais espaço para ideias originais. Existe um mundo de possibilidades lá fora, querendo uma oportunidade e, às vezes, esse acaba não conseguindo entrar na famosa meca do cinema. Enquanto isso continuar acontecendo, veremos a mesma enxurrada de remakes desnecessários, ou mal realizados, invadindo o mercado em busca de bilheterias de sucesso. Mesmo não sendo todos os projetos capazes de conseguir essa façanha os estúdios continuam insistindo, atirando sem mirar o alvo, na tentativa de acertar em cheio. Todavia, chega um momento no qual estamos cansados de vermos o mais do mesmo, como, por exemplo, “O Chamado 3”, produto mais novo a surgir dessa safra.

O filme foi anunciado como uma nova proposta, ganhando um trailer espetacular e bastante convidativo, além de um nome que fugia da consolidada mesmice de “1, 2, 3″. Parecia que veríamos uma reinvenção completa da história, mesmo sabendo que tratava-se de uma continuação dos sucessos americanos “O Chamado”, adaptado em 2002 a partir do ótimo “Ringu”, e “O Chamado 2” de 2005. Todavia, quando percebemos que a campanha do filme foi mudada antes da estreia do mesmo aqui no Brasil, perdendo o bom título “Chamados” para entrada do convencional “O Chamado 3”, começamos a enxergar a franquia com o mesmo olhar voltado para vários outros projeto do tipo (é bom lembrar que em muitos países o filme se lançou como “Rings”). E essa atitude precipitada não nos levou a outro lugar, o que encontramos foi a mesma história “surrada” com outros atores, e uma tentativa mal trabalhada de inserir uma vertente que poderia ser realmente um gás diferenciado nas mãos de outro roteirista e diretor.

O enredo do filme, diferente do que o trailer revela, não aporta com uma entrada direta na tecnologia, o que poderia ser muito interessante se bem desenvolvido. A premissa é a mesma dos dois primeiros filmes e traz a velha e empoeira fita VHS gravada com imagens bizarras. Dessa vez, temos a apaixonada Júlia tentando salvar o namorado da perdição, após ele ter assistido o vídeo. Contudo, no meio da trama, ela acaba descobrindo que toda a história vai além do que ela pensava.

A produção, que envolve nomes como Chris Bender, Mike Macari e Ehren Kruger, acostumados com projetos com um foco mais adolescente, tenta direcionar a história para um ritmo mais jovial, com muito desespero e gritaria, mas acaba perdendo o cunho psicológico que poderia ser aproveitado pelo roteiro, valorizando bastante todo conteúdo. Embora seja bem produzido em muitos aspectos, trazendo efeitos superiores aos primeiros por exemplo (graças ao avanço da tecnologia), o filme acaba sendo uma avalanche de sequências duvidosas.

O roteiro, escrito a três mãos, traz o experiente Akiva Goldsman (“O Cliente”, “Uma mente brilhante”) em parceria com Jacob Estes, responsável por “Mean Creek”, e David Loucka, roteirista do bom “A última casa da rua”. Contudo, o trio não foi feliz em desenvolver um conteúdo original. Ao invés disso, o que nos é apresentado falha fortemente em segurar todos os atos da narrativa. Muito mal estruturada a história começa bem, mas do meio para o fim é só ladeira abaixo. A construção oferecida as personagens é fraca, principalmente a do deficiente visual “Burke” e o professor “Gabriel”, e alguns diálogos poderiam também ser evitados.

16106710 1639312589696482 333055219 o

Com pouca experiência na direção, F. Javier Gutiérrez não consegue segurar a pressão e nos apresenta uma idealização frágil e sem nenhuma sustenção. Como o roteiro, somente no primeiro ato do filme o diretor conquista um leque de ideias mais amplas, com enquadramentos funcionais e impactantes. Depois disso, toda ideologia que estava sendo arquitetada desaparece e passamos a assistir um filme casual de terror/suspense que se apoia completamente em um som e trilha sonora exagerados para assustar o espectador.

A Fotografia de Sharone Meir (“Wiplash”) é uma das melhores partes do filme. A atmosfera criada por Meir proporciona mais claustrofobia e “terror” do que todo o conjunto da obra. Com uma paleta de cores que mistura o verde, o cinza e o preto encontramos certa obscuridade em quase todos os ambientes, mas o fotógrafo quebra com sensatez esse caminho quando revela os momentos de felicidade do casal principal, apresentado cores mais quentes que revelam a total vivacidade do lugar. O Figurino de Christopher Peterson, experiente assistente de figurino de produções de sucesso como “O Lobo de Wall Street” e “Carol”, também segue a mesma direção da fotografia e acerta em cheio em algo mais despojado, sóbrio. Já a direção de arte de Naaman Marshall, que foi responsável pelos últimos dois filmes do “Batman” da trilogia de Christopher Nolan, faz diferença ao nos proporcionar um serviço muito bem realizado, capaz de dialogar e ajudar bastante no desenvolvimento de toda fotografia do filme.

Entre todos do elenco, o melhor desempenho é da italiana Matilda Anna Ingrid Lutz, que começou a dar as caras recentemente em Hollywood e no filme vive Julia. Sua atuação está acima do próprio roteiro e ela consegue superar os direcionamentos dados a sua personagem. Algo que não encontramos no ator Alex Roe, que interpreta Holt e nos oferece uma atuação forçada e desinteressante. O ótimo Johnny Galecki também não se encontrou no papel de Gabriel, bem como Vincent D’Onofrio na pele de Burke. Ambos estão perdidos em suas cenas, realizando interpretações caricatas marcadas por excessivos gestos psicológicos.

Por fim, “O Chamado 3” pode até divertir quem não conhece muito bem a franquia ao oferecer a possibilidade de assisti-lo sem ter acompanhado os dois primeiros filmes. Todavia, não passa de um filme comum de terror, sem nenhuma inovação. Só esperamos que a continuação seja melhor desenvolvida, do contrário a solução é queimar de vez a fita.

Reader Rating4 Votes
2.4
3

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

CinemaTerror

Compartilhar artigo

Avatar de Daniel Gravelli
Me siga Escrito por

Daniel Gravelli

Daniel Gravelli é diretor e cofundador da Woo! Magazine, especialista em comunicação, storytelling e cultura. Com mais de 30 anos de experiência no mercado cultural como diretor, produtor, ator e roteirista, traz para a Woo! um olhar único sobre a arte e seu potencial de conexão humana. Escreve sobre entretenimento, comportamento e tudo que movimenta o cenário cultural brasileiro.

Outros Artigos

16387225 1645746189053122 1046863158263868599 n
Anterior

Crítica: Lego Batman – O Filme

MV5BNTNmZmE3YjItNzFjMC00ZTcwLTk2NzYtZDY0NjJlNTEwM2ZlL2ltYWdlXkEyXkFqcGdeQXVyNjUwNzk3NDc@. V1 SX1777 CR001777982 AL
Próximo

O que aprendemos com o teaser da segunda temporada de “Stranger Things”

Próximo
MV5BNTNmZmE3YjItNzFjMC00ZTcwLTk2NzYtZDY0NjJlNTEwM2ZlL2ltYWdlXkEyXkFqcGdeQXVyNjUwNzk3NDc@. V1 SX1777 CR001777982 AL
8 de fevereiro de 2017

O que aprendemos com o teaser da segunda temporada de “Stranger Things”

Anterior
7 de fevereiro de 2017

Crítica: Lego Batman – O Filme

16387225 1645746189053122 1046863158263868599 n

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade
    Banner

    Posts Recentes

    Nexz - Rock in Rio 2026
    NEXZ Abre o Palco Mundo e Coloca o K-Pop Dentro da História do Rock In Rio
    Aimée Borges
    Jota.Pê - Rock in Rio 2026
    Jota.pê Transforma o Sunset em Um Encontro de Vozes, Afetos e Brasilidades
    Aimée Borges
    Rock in Rio 2026 Criolo 1
    Criolo Abre o Palco Sunset Com Amaro Freitas e Dino D’Santiago e Celebra Encontro de Culturas no Rock in Rio 2026
    Gabriel Fernandes
    Rebelde México - capa promocional 2° temporada com o elenco
    Rebelde México | Os Conflitos Familiares Por Trás Dos Personagens
    Jéssica Meireles
    Kimi antonelli 01
    Kimi Antonelli Vai De 19º À Vitória Em Monza E Faz História No GP Da Itália
    Clarice Bezerra

    Posts Relacionados

    Da magia à sedução: feitiço do amor - Sandra Bullock e Nicole Kidman

    Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor | Bruxaria ou Nostalgia, Quem Sustenta Essa Franquia?

    Junior Fernandez
    11 de setembro de 2026
    X-Men

    X-Men Encontra Seu Anjo em Asa Germann, Astro de Gen V

    Daniel Gravelli
    10 de setembro de 2026
    Minha Melhor Amiga - Ingrid e Mônica em cena

    Minha Melhor Amiga | Filme Transforma Amizade em uma História Sobre Amor e Família

    Jéssica Meireles
    10 de setembro de 2026
    Grenal O Maior Clássico das Américas - crédito Giros Filmes (3)

    “Grenal: O Maior Clássico Das Américas” Transforma Rivalidade Em Memória E Cinema

    Gabriel Fernandes
    10 de setembro de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx