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CríticaFilmes

Crítica: Ana e Vitória

Deivid R. Purificação
3 de agosto de 2018 3 Mins Read

anavitoria posterPara o critico de cinema contemporâneo, se torna cada vez mais difícil ver um filme do qual ele não tenha ouvido falar. E isso acaba por tornar a experiencia de ver o filme, menos interessante do que deveria já que ver o filme se torna cada vez menos surpreendente. Curiosamente “Ana e Vitória” não gerou um grande rebuliço pré-lançamento(devido a uma fraca campanha de marketing), mas com isso consegue surpreender em diversos aspectos.

Ana (Ana Caetano) e Vitória (Vitória Falcão) já haviam até mesmo estudado juntas, mas apenas se aproximam de fato em uma festa realizada muito longe de sua cidade natal, a pequena Araguaína, no Tocantins. Após se apresentar na festa, Ana fica impressionada com a informal cantoria de Vitória, em uma rodinha de violão. Logo surge a ideia de gravarem algo juntas, que rapidamente explode na internet e chama a atenção do produtor Felipe Simas (Bruce Gomlevsky). A fama repentina as traz de volta ao Rio de Janeiro, para um show transmitido pela internet e a produção de seu primeiro álbum.

Pela sinopse acima, é muito fácil pensar na obra como “outro filme genérico, que só serve como peça de marketing para algum artista de sucesso”, mas o longa-metragem brilha, justamente por não focar na carreira e sim, na amizade da dupla. O que acaba dando ao filme uma característica na qual a maioria dos “buddy movies” nacionais falha, construir uma amizade que realmente convença como sincera.

A dupla, Ana Caetano e Vitória Falcão, tem o mérito de não só imprimir características próprias para suas personagens, como o lado mais avoado de Vitória ou a empolgação juvenil de Ana, mas também consegue contornar coisas que ocasionalmente seriam problemas, por exemplo, o fato das duas terem sotaques muito característicos, o que poderia deixar as personagens cartunescas demais e assim prejudicar as cenas de maior envolvimento emocional, mas a dupla consegue se manter da mesma forma.

Claro, que boa parte disso se deve ao roteiro de Matheus Souza (que também assina a direção) que usando de típicas frases da juventude moderna, constrói a personalidade de suas personagens: como em um dado momento em que uma personagem demonstra a pressão que é para ela se relacionar com uma garota usando um: “é que você é toda hipster sabe?”. Através dessas deixas de diálogo, ele consegue não só dar vida às suas personagens, mas também criar uma noção fixa de tempo em que elas vivem.

1 Ana e Vitoria

Outro mérito da direção de Souza, é como ele usa a fotografia e a composição do espaço para ilustrar ideias do texto, isso é facilmente observado em dois momentos muito claros: uma cena onde as protagonistas tem uma discussão sobre quem elas são e quem querem ser e a câmera insiste em mostrar suas imagens no espelho; e em uma cena musical onde vemos uma personagem enrolada nos cabos do microfone para ilustrar o quão amarrada a personagem ficou pela carreira musical.

Apesar de ser um musical, as sequências envolvendo músicas, dificilmente registram, com exceção da já citada (com o microfone enrolando a personagem) acima. A maioria sofre de falta de criatividade ou de escolhas estéticas que acabam desviando o foco das cantoras, como em uma cena em que apesar da música casar com o momento, a direção opta por cobrir o rosto das atrizes com filtros do Snapchat.

O recurso do filme de emular efeitos de redes sociais é funcional, porém em alguns momentos acaba tirando sua atenção da ação em si, como na cena musical com os filtros e em outros momentos, onde a tela do cinema fica com informações demais, inclusive desnecessárias para o espectador (é relevante para o espectador saber que a operadora do celular da personagem é a Tim? Não).

Além de momentos em que o texto acaba por explicar metáforas que já tinham ficado implícitas com diálogos. Em um dado momento próximo ao fim do filme, uma personagem faz um lindo paralelo entre seu relacionamento e a tinta de ingressos de cinema, mas a mesma personagem explica o paralelo de uma maneira bem didática momentos depois. Nada que quebre a imersão no filme, mas chega sim a incomodar.

Então, no fim, “Ana e Vitória“ com sua estética de celular e seu humor contemporâneo, consegue ser um “buddy movie” de dar inveja a qualquer grande produção.

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Tags:

AnaVitoriabrasileiroCinemaComédia RomânticaMusicalNacional

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Deivid R. Purificação

Cinéfilo assíduo desde que se conhece por gente,e um amante da nona arte. É da linha de David Lynch que acredita no potencial onírico das artes.

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