Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Negócios
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Sem Direção

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Negócios
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Sem Direção
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Axé: Canto do povo de um lugar

Avatar de Kinha Fonteneles
Kinha Fonteneles
13 de janeiro de 2017 3 Mins Read

A personificação da baianidade

capaSegundo o dicionário PRIBERAM de Língua Portuguesa, o verbete axé pode ser tanto substantivo masculino, quanto interjeição. Oriundo do ioruba (Yorubá), um dos maiores grupos étnico-linguísticos da África Ocidental, axé quando substantivo masculino significa energia vital de cada ser, de cada orixá. Já, quando falamos de interjeição é uma expressão de desejo para algo bom.

Aqui, Axé é o próximo longa-metragem/documentário que tem estreia prevista para o dia 19 de janeiro. Com elenco bem conhecido do público brasileiro e um ritmo que não deixa ninguém ficar parado, Axé: Canto do povo de um lugar, vem trazer histórias, raízes e quebrar paradigmas.

A direção é de Chico Kertész que levou o longa à 40ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo para Competição Novos Diretores. É uma produção de Macaco Gordo e a Mostra ocorreu entre os dias 20 de outubro a 02 de novembro.

Ambientado na Bahia e com depoimento de estrelas da música brasileira como Caetano Veloso, Ivete Sangalo, Luiz Caldas, Daniela Mercury, Carlinhos Brown entre outros, Axé traz também declarações de músicos, produtores, fotógrafos, jornalistas que estiveram desde o marco zero da história deste ritmo. É um filme riquíssimo em carga histórica. E gostoso de se ver. Daqueles que seu pé não fica parado mesmo sentado na sala do cinema.

Quando questionados quem foi o pai do axé, as respostas eram diversas. Luiz Caldas talvez tenha sido o progenitor, mas foi com Olodum que a Bahia ganhou o Brasil. A banda formada pelos negros resistentes ao sistema e a censura, mostrou que é preciso ter orgulho da cor da pele, do cabelo, e de seus ancestrais. E foi assim, ao som dos batuques do candomblé, dos rodopios da dança de rua, dos gritos de guerra; que do Brasil, Olodum mostrou também orgulho ao mundo.Imagem 7A fotografia e a direção são fantásticas. A obra vai além dos depoimentos dos músicos e dos artistas e abre os arquivos das décadas de 80, 90 e dos anos 2000. Mistura fitas antigas com takes atuais. Começa com detalhes em preto e branco e vai crescendo em um colorido tão grande, que nos faz querer antecipar o carnaval.

Axé traça uma linha do tempo e mostra o ritmo baiano do o seu início ao seu apogeu nos anos 2000. Também mostra as amarguras da ambição. Da solidão que é começar a querer fazer o sucesso no meio de tanta gente boa e que só enxerga a si mesmo.

Axé, acima de tudo, fala de gente. Fala do povo e para o povo. Traz uma baianidade nagô que reverbera no público em suas poltronas do cinema. É um documentário gostoso. Desmistifica os preconceitos enraizados que rodam o nome (axé) e o sujeito que o escuta.

É um filme que brinca com os recôncavos da nossa memória.

Se você gosta de história, se gosta de sorrir, se quer antecipar o carnaval. Esse é o seu filme. É um olhar do passado, que monta o futuro. “Axé: canto do povo de um lugar” é manifestação de força e energia. É  a verdadeira tradução do verbete do dicionário, só que nas telonas.

Reader Rating4 Votes
7.3
9.5

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

CarnavalDocumentário

Compartilhar artigo

Avatar de Kinha Fonteneles
Me siga Escrito por

Kinha Fonteneles

Érica nasceu no subúrbio do Rio de Janeiro, mas deveria ter nascido nesses lugares onde se conversa com plantas, energiza-se cristais e incenso não é só pra dar cheirinho na casa. Letrista na alma, e essa bem... é grande demais por corpinho de 1,55 que a abriga. Pisciana com ascendente E lua em câncer. Chora quando está feliz, triste, com raiva e até mesmo com dúvida. Ah! É uma nefelibata sem cura.

Outros Artigos

sunset 1625080 1920
Anterior

Resenha: Magônia

Garfield Destaque
Próximo

Garfield: Quadrinhos, TV e Cinema

Próximo
Garfield Destaque
13 de janeiro de 2017

Garfield: Quadrinhos, TV e Cinema

Anterior
12 de janeiro de 2017

Resenha: Magônia

sunset 1625080 1920

3 Comments

  1. Avatar de Lorena Lorena disse:
    13 de janeiro de 2017 às 09:32

    Ai,preciso.

    Responder
  2. Avatar de renata renata disse:
    2 de fevereiro de 2017 às 15:49

    esse filme é demais <3
    a crítica transmite bem a vibe do filme!!
    recomendadíssimo
    Acrescentaria que a crítica à exclusão do protagonismo negro podia ter sido mais explorada no filme!
    ah, e na parte que tentam colocar a Ivete numa saia justa, como se a culpa fosse dela, isso foi desnecessário rs

    Responder
    1. Avatar de Kinha Fonteneles Kinha Fonteneles disse:
      3 de fevereiro de 2017 às 17:19

      A parte da saia justa da Ivete foi ruim mesmo. Mas ela se saiu bem.
      Obrigada Renata. Eu curti muito ver também.

      Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Publicidade

Posts Recentes

Seleção feminina Brasileira
Brasil Testa Novos Nomes, Recupera Geyse e Mira a Copa do Mundo Feminina
Anne Chaves
Eu a patroa e as crianças - pôster promocional
Eu, A Patroa E As Crianças | 7 Curiosidades De Bastidores Que Você Talvez Não Conheça
Jéssica Meireles
Minotauro
Quatorze Vidas Para o Labirinto | “Minotauro” Faz do Estado Russo uma Fera Faminta
Rodrigo Chinchio
Mude sua vida com Jane Austen Carla Garcia capa
Mude Sua Vida com Jane Austen | Uma Reflexão Sobre Autoconhecimento, Liberdade e Autenticidade
Ana Laura Moura
Filme Garota Infernal (2009)
Garota Infernal 2 | Roteiro Vai Explorar Lado Mais Empático de Jennifer
Amanda Moura

Posts Relacionados

Minotauro

Quatorze Vidas Para o Labirinto | “Minotauro” Faz do Estado Russo uma Fera Faminta

Rodrigo Chinchio
20 de outubro de 2026
Filme Garota Infernal (2009)

Garota Infernal 2 | Roteiro Vai Explorar Lado Mais Empático de Jennifer

Amanda Moura
19 de outubro de 2026
A Terra do Meu Pai

A Terra do meu Pai | Preto Intenso, Silêncio e Remorso: O Drama de Uma Família Diante dos Escombros de Um País

Rodrigo Chinchio
19 de outubro de 2026
Tigre de Papel

Tigre de Papel | Máfia Russa, Família em Apuros e Nenhuma Novidade: O Novo James Gray é Feito de Papel

Rodrigo Chinchio
18 de outubro de 2026
  • Sobre
  • Contato
  • Collabs
  • Políticas
Woo! Magazine
Instagram Tiktok X-twitter Facebook
Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx