Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Blue Jay

Convidado Especial
16 de dezembro de 2017 3 Mins Read
Presente para nostálgicos
bluejayPOSTER

Intrigante e angustiante para todo o ser humano é o tempo. Ele transforma indivíduos por dentro e por fora – de maneira extremamente visível por fora, e por dentro há quem consiga esconder algumas mudanças. Sempre há questionamentos sobre o que teria acontecido na vida se determinadas situações tivessem tido um desfecho diferente. O tempo é combustível para questionamentos filosóficos e para a nostalgia. Os aficionados por esta última certamente apreciarão “Blue Jay”.

Extremamente melancólico – algo bastante reforçado pela trilha sonora de Julian Wass – e totalmente filmado em preto e branco, o longa mostra o reencontro de Jim (Mark Duplass) e Amanda (Sarah Paulson), que foram namorados na adolescência, mais de vinte anos depois do término do relacionamento. Nenhum dos dois mora mais na cidade em que cresceram, mas estão ali – Jim, cuidando da casa da falecida mãe, e Amanda, visitando a irmã grávida – e se cruzam no supermercado. A dúvida sobre falar ou não com o outro, o embaraço inicial, as afirmações forçadas que cada um faz sobre estar bem, tudo isso gera de imediato a identificação do espectador. Quem nunca passou por momento semelhante?

O que seria um encontro acidental acaba derivando para um café (“Blue Jay” é o nome do local frequentado nos velhos tempos e que agora lhes parece decadente), depois para cervejas na beira do lago e por fim uma viagem no tempo noite adentro na antiga casa de Jim, que Amanda pede para visitar.
bluejay3O filme segue um certo padrão: várias imagens da cidade, sempre bucólicas, como árvores, patos no lago, pássaros, sublinhadas pela música melancólica, aparecem com frequência intercalando as cenas com os atores. Os personagens, após informarem um ao outro sobre o momento atual de suas vidas, mergulham no passado de forma intensa e palpável. A casa onde Jim cresceu, ao mesmo tempo que exala a estagnação das casas que não se encontram habitadas, mas estão entulhadas de objetos, os transporta para os anos noventa e para tudo o que viveram juntos. São fitas cassete, roupas, fotos, cartas, aos poucos descobertos por Amanda, que acabam levando o ex-casal a uma espécie de jogo que não se sabe como poderá terminar. Atitudes como ouvir gravações antigas (em que improvisavam uma conversa que teriam após quarenta anos juntos) e dançar ao som de Annie Lennox são situações que impregnam o longa de uma atmosfera de tristeza, reforçada pela escolha inteligente da filmagem ter sido em preto e branco.

O roteiro, escrito pelo ator Mark Duplass, é bastante verborrágico e lembra um pouco, no estilo, a trilogia estrelada por Ethan Hawke e Julie Delpy (“Antes do amanhecer”, “Antes do Pôr do Sol” e “Antes da Meia-noite”). Mas, felizmente, a direção de Alex Lehmann soube colocar momentos em silêncio em que muito se diz de forma não verbal e também as aqui já citadas cenas somente com imagens da cidade e música de fundo, o que contribui para a atmosfera melancólica e funciona como pausas bem encaixadas. Há bastante uso de câmera na mão acompanhando os personagens, e também o foco prolongado na reação do interlocutor enquanto o outro está com a palavra. E não se pode deixar de notar o desvio da câmera para a aliança no dedo de Amanda enquanto os dois dançam (ela é casada e não esconde o fato, mas o clima está ficando tentador e nos perguntamos como tudo isso irá terminar).

Um dos grandes acertos do longa foi a escolha dos atores, que estão em perfeita conexão e realmente convencem o espectador de que formaram um casal que se amou intensamente na adolescência. O grande equívoco está no fato de o roteiro inserir um conflito no momento errado do filme, algo totalmente desnecessário que além de quebrar a mágica do reencontro, traz um tom exagerado e melodramático que não combina muito com o restante da produção.


Neuza Rodrigues

Reader Rating0 Votes
0
8

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

Anos 90NetflixNostalgiaP&BRomance

Compartilhar artigo

Me siga Escrito por

Convidado Especial

Outros Artigos

toronto international film festival 2016 festival poster 001 1024x656
Anterior

Festival Internacional de Cinema de Toronto: Confira os destaques de 2017

Quentin Tarantino
Próximo

Os melhores diretores de Holllywood

Próximo
Quentin Tarantino
17 de dezembro de 2017

Os melhores diretores de Holllywood

Anterior
16 de dezembro de 2017

Festival Internacional de Cinema de Toronto: Confira os destaques de 2017

toronto international film festival 2016 festival poster 001 1024x656

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Sean Penn (à direita) sentado frente ao presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky (à esquerda) em imagem publicada um dia após a cerimônia do Oscar 2026.
    Sean Penn Ganha Oscar Mas Não Foi à Cerimônia — Entenda Caso
    Nick de Angelo
    Imagem promocional dos prêmios Oscar, com a estatueta em um fundo roxo, com cortinas na paleta de cores simulando o teatro da premiação.
    Oscar 2026 | Confira os Vencedores
    Cesar Monteiro
    Skrillex em ensaio editado por Marilyn Hue para a Atlantic Records.
    Lollapalooza 2026 | Skrillex: Do Rock ao Domínio da Música Eletrônica à Ascensão de um Visionário
    Convidado Especial
    A Volta dos Mortos-Vivos (1985), clássico dos filmes de terror trash de zumbi
    5 Filmes de Terror Trash Para Assistir (Ou Não) Numa Sexta-Feira 13
    Amanda Moura
    Festival Humor Contra Ataca 2026 com Tom Cavalcante como Roberto Carlos.
    Tom Cavalcante brilha com seu humor popular no Qualistage
    Thiago Sardenberg

    Posts Relacionados

    Imagem promocional dos prêmios Oscar, com a estatueta em um fundo roxo, com cortinas na paleta de cores simulando o teatro da premiação.

    Oscar 2026 | Confira os Vencedores

    Cesar Monteiro
    15 de março de 2026
    A Volta dos Mortos-Vivos (1985), clássico dos filmes de terror trash de zumbi

    5 Filmes de Terror Trash Para Assistir (Ou Não) Numa Sexta-Feira 13

    Amanda Moura
    13 de março de 2026
    Alicia Sanz como a protagonista Natalie Flores em 'Push: no Limite do Medo', em cena do filme tensa segurando uma vela com a mão esquerda (à nossa direita) iluminando seu rosto no escuro.

    Push – No Limite do Medo | Resiliência Feminina e Maternidade em Suspense de Sobrevivência

    Roberto Rezende
    11 de março de 2026
    Jake Gyllenhaal (à esquerda) com mãos no bolso, de óculos escuros, e Henry Cavill (à direita) com mão na cintura e encostado olhando o ator ao lado, em paisagem de mansão no filme "Na Zona Cinzenta".

    Na Zona Cinzenta | Filme de Guy Ritchie com Henry Cavill e Jake Gyllenhaal Ganha Trailer

    Nick de Angelo
    10 de março de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon