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CríticaFilmes

Crítica: Caçador de Demônios

Convidado Especial
18 de janeiro de 2018 3 Mins Read
Os horror movies sobrevivem

É natural que de acordo com o passar das décadas, certos gêneros cinematográficos percam força dentro de uma indústria cada vez mais comercial, às vezes quase que impossibilitando uma divulgação mais abrangente da produção, ou até mesmo chegando ao ponto de inviabilizar sua própria realização. Mas graças aos entusiastas profissionais e um público cansado daquele mais do mesmo, filmes como “Caçador de Demônios” ainda surgem por aí.

Primeiramente, é preciso conhecer um pouco sobre Mike Mendez, diretor norte-americano que desde os 10 anos de idade já se arriscava fazendo os próprios filmes. Com 23 anos teve seu primeiro trabalho reconhecido, um longa-metragem chamado “Killers (1996)”, e já abordando a temática do horror fantástico, gênero presente em todo sua filmografia como diretor. A margem dos grandes estúdios, Mendez sempre relatou a dificuldade de tirar do papel uma história cheia de efeitos especiais, principalmente em como captar um orçamento capaz de dar conta de todo o processo de pós produção. No caso de “Caçador de Demônios”, uma campanha de arrecadação através da plataforma de crowdfunding Indiegogo, uma estratégia de financiamento coletivo foi montada, mas apenas 15% da meta inicial foi alcançada, apenas cerca de 15 mil dólares de um total de 100 mil. O dinheiro arrecadado foi usado para divulgação e também em questões relacionadas a finalização do filme.

Como qualquer filme de horror que tem a pretensão de usar uma desculpa para matar o maior número de pessoas possível, a história aqui se passa em uma pequena cidade do interior do Mississipi, sendo aquele bom e velho clichê, onde a comunidade local custa a duvidar que algo esteja realmente acontecendo fora da normalidade, mas que ao mesmo todos parecem estar envolvidos de alguma forma.

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Assim como em “O Chamado” (2002) e “O Chamado 2” (2005) por exemplo, ambos clássicos do horror no início dos anos 2000, Caçador de Demônios abre com uma introdução sobre como a entidade age no corpo das vítimas e o modo como os primeiros assassinatos daquele caso ocorrem, apenas após a cena de abertura somos apresentados aos protagonistas. Este método narrativo tornou-se muito mais uma fórmula simples de introduzir a ameaça naquele universo, como mencionando anteriormente nos filmes de Gore Verbinsky e Hideo Nakata respectivamente, além de poupar um tempo maior de tela para que seja melhor aproveitado na construção dos personagens envolvidos diretamente com o conflito. Toda a franquia “Premonição” soube muito bem apresentar isso ao público, mesmo não alterando a forma como a morte “trabalhava”, o início de cada filme aumentava a grandiosidade em como tudo ocorria, e claro, tudo tendo sérias consequências para as futuras vítimas.

Dolph Lundgren é Jebediah Woodley um experiente caçador de demônios, um homem que literalmente passou a vida inteira como um andarilho atrás destas criaturas. Após ter capturado uma das entidades mais difíceis de se combater, acidentalmente ela é libertada e começa a espalhar terror pela pequena Chicory Creek. Dias depois após 3 chacinas aparentemente sem nenhuma conexão, a agente do FBI e antiga moradora da cidade, Evelyn Pierce (Kristina Klebe), chega para investigar o caso com maior profundidade.

Woodley é o legítimo anti-herói, no maior estilo Dante de “Devil My Cry”, e não apenas pela semelhança na tarefa que os dois se encarregam, acabar com demônios espalhados pela Terra. De personalidade forte, existe uma alta dose de falta de paciência para sair caçando criaturas demoníacas, mas ao mesmo tempo um sarcasmo e diversão que fazem parte do estilo de cada um. Já Pierce, ao mesmo tempo em que precisa focar em seu trabalho, memórias de passado conturbado fazem parte do seu caminhos. Juntos, eles enfrentam a própria desconfiança sobre o que estão realmente enfrentando, e a descrença de uma população extremamente religiosa.

Longe de uma obra para ser lembrada como um marco do cinema gore, “Caçador de Demônios” sabe do que é capaz, e principalmente daquilo que não é, e faz com que o resultado final seja nada mais do que 83 minutos de uma bela aclimatação visual dentro do que se propõe. Atuações duvidosas e cenas sem sentido não farão com que a experiência de assistirmos este tipo de produção que durante o tempo em que se levou a sério não fora relevante, agora que parece ter entendido seu lugar no meio do entretenimento, não pode ser subestimada.


Por Guilherme Santos

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