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CríticaFilmes

Crítica: Paprika (2006)

Convidado Especial
10 de novembro de 2016 3 Mins Read

paprika-posterDiretor: Satoshi Kon

Roteirista: Satoshi Kon

Elenco: Megumi Hayashibara, Torû Furuya, Kôichi Yamadera

Sinopse: Num futuro próximo, o Dr. Tokita (Tôru Furuya) inventa um poderoso aparelho chamado DC-Mini, que torna possível o acesso aos sonhos das pessoas. Sua colega, a Dra. Atsuko Chiba (Megumi Hayashibara), psicoterapeuta e pesquisadora de ponta, desenvolve um tratamento psiquiátrico revolucionário a partir do aparelho. Mas, antes de seu uso ser sancionado pelo governo, o DC-Mini é roubado. Quando vários dos pesquisadores do laboratório começam a enlouquecer e a sonhar em estado de vigília, Atsuko assume seu alter-ego, Paprika, a bela “detetive de sonhos”, para mergulhar no mundo do inconsciente e descobrir quem está por trás da tragédia.

Sempre quando acordamos de um sonho, nos questionamos o quão real ele foi. Por mais psicodélico e fisicamente impossível, a sensação é de que ele foi deveras real. Nesse quesito Paprika acerta em cheio, misturando perfeitamente o mundo dos sonhos com a realidade, trabalhando os anseios e medos de cada um dos seus personagens. É um tema pesado e muito difícil de se falar, vários filmes tentaram e fracassaram miseravelmente, outros obtiveram grande sucesso. Porém, Paprika está um passo à frente de sua maioria.

É raro vermos um longa trabalhar com um tema tão especulativo em menos de duas horas de duração, e pasmem… Paprika tem apenas uma hora e meia, algo totalmente ilógico para a maioria dos roteiristas e diretores, mas Satoshi Kon o faz de maneira espetacular. Logo somos apresentamos a esse mundo filosófico de sonhos com uma introdução de tirar o fôlego. A personagem principal (Paprika) vai de um lado para o outro na cidade atravessando placas, estampas de camisas e etc. Em um vai e vem de ambientação magnífico. Note como cada novo sonho que ela adentra uma nova fotografia é empregada para justamente nos mostrar que cada sonho tem suas particularidades.

Também é interessante analisar cada personagem desse longa. Dr. Tokita – o inventor do aparelho DC-mini – é uma pessoa da qual ainda pensa e age como uma criança apesar de ser genial, e tem um problema de peso, então seus sonhos e medos são nos apresentados conforme essa sua realidade. Já a Dra. Tasuko Chiba é uma psicoterapeuta exemplar, mas não consegue cuidar de sua própria saúde mental e seu infeliz cacoete de mentir deliberadamente para si mesma, novamente aqui os sonhos são representados a partir de uma realidade. Afinal, nossos sonhos são mesmo um reflexo de nossa realidade?

Segundo Alfred Maury (1817 – 1892) um médico e arqueólogo francês, um dos percursores da análise e interpretação dos sonhos. Chegou a conclusão que os sonhos são resultados de estímulos externos sobre a pessoa do sonhador. E vemos exatamente isso em determinado momento de Paprika, quando a personagem do detetive Kogawa está em um bar e o filme que o mesmo gravou em sua infância começa a passar logo atrás de sua cabeça, enquanto ele fala sobre sua longínqua juventude. Uma cena que culmina em um desfecho excepcional, pois se encaixa perfeitamente com o assassinato que está sendo investigado por ele e reforça ainda mais a ideia de estímulos externos.

Além disso, Satoshi Kon também investe em sequências de ação de tirar o fôlego. Com cortes mais longos que os habituais para podermos presenciar todo o ambiente que faz parte daquele universo fantástico. Então no meio de toda ação e personagens correndo, podemos também presenciar o mundo dos sonhos se moldando a medida que a personalidade e o humor de cada um vai se modificando ao longo do tempo. O design de produção também capricha por analisar cada detalhe da trama e fazer isso transparecer nos ambientes, sem precisar que as personagens verbalizem tudo que estão sentindo.

Contudo, a única falha dessa obra é justamente ela ser curta demais. Eu queria mais daqueles personagens, conhecer ainda mais eles e o interior de seus âmagos. É inacreditável as nuances que o ser humano pode ter, suas angústias, medos e a complexidade de seu psicológico. Paprika junta tudo isso num conglomerado de sonhos e fantasia misturado com a realidade abissal dos centros urbanos.

Por fim, Paprika é genial do primeiro segundo até seu final. Usando o mundo dos sonhos como pano de fundo, explora o psicológico de seus personagens de forma perfeita. Além de brincar com o espectador em vários momentos onde a realidade e o sonho são separados por uma linha tênue e hora ou outra se invadem na mesma dimensão… Afinal, a própria vida é um eterno sonho daquele que a vive, não? Perfeito.

Por Will Bongiolo

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