Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Planeta dos Macacos: A Guerra

Avatar de Rodrigo Chinchio
Rodrigo Chinchio
3 de agosto de 2017 4 Mins Read

Guerra. Essa é uma palavra muito presente na história da humanidade e, por mais que evoluímos, esses conflitos ainda estão presentes. A nossa espécie busca na destruição a forma de resolução de seus problemas, e assim será até que não sobre pedra sobre pedra. A arte alerta para esse padrão destrutivo que possuímos, como Pablo Picasso fez com Guernica ou Kubrick com “Nascido para Matar”, mas os erros continuam a ser cometidos. As guerras podem ser em escala mundial ou podem fazer parte de um microcosmo, como a guerra travada por negros e mulheres para serem aceitos como iguais, ou mesmo dos homossexuais que são tratados como escória por vários outros grupos que fazem parte do mundo dito civilizado. As diferenças são, talvez, as principais causadoras dos horrores que fazemos uns para os outros. O medo do que é diferente é uma arma poderosa para causar a extinção, e é sobre isso que trata “Planeta dos Macacos: A Guerra”.

Caesar (Andy Serkis) é a síntese dos conflitos vividos por todos os seres pensantes que já pisaram na terra. Apesar de parecer mais evoluído e, claro, por não fazer parte do homo sapiens, Caesar está entre a compaixão, o perdão e o ódio, assim como está o Coronel (Woody Harrelson). Os dois compartilham a busca pela sua sobrevivência e de seus semelhantes e também o medo de um futuro incerto para as espécies. “Planeta dos Macacos: A Guerra” começa com um grupo de macacos sendo perseguidos por soldados em meio a uma floresta, onde estão exilados junto a seu líder Caesar. Mesmo com a vitória, os macacos sofrem inúmeras baixas, fazendo-os pensar em fugir para uma região mais afastada. Daí surge o embate entre o líder dos macacos e o Coronel, seguindo as temáticas da perseguição, escravidão e, claro, da guerra. O Coronel não é retratado como um simples vilão que quer a morte dos macacos por motivos fúteis. Ele possui motivos tão profundos como os de Caesar e Woody Harrelson contribui para a complexidade do personagem, assim como o faz Andy Serkis. Os macacos são ameaçados pelo Coronel e seu exército, e o Coronel por sua vez é ameaçado por um inimigo desconhecido que não conhecemos de início

3rWMQ2LGTiA9E7EISSK2UfyIgjK

Matt Reeves executa uma obra dramática e filosófica, que possui cenas pontuais de ação, bem menos do que sugeriam os trailers, que mostraram muitas explosões e correria. A câmera de Reeves é ágil nas sequências de batalhas e soturna naquelas onde as mortes são retratadas. A fotografia executa algumas homenagens, como a cavalgada na praia ao pôr do sol, remetendo ao Planeta dos Macacos clássico e mesmo alguns planos na mata, que fazem lembrar “Apocalypse Now” ou mesmo “Platoon”. O holocausto também está presente nas prisões ao céu aberto onde os macacos são confinados. Em meio às referências está Caesar, o grande herói grego. Ele possui tragédias em sua família, a sabedoria angariada como líder e a responsabilidade entre escolher para seu povo a barbárie ou a complacência. Caesar nos guia em sua epopeia ao mesmo tempo que lidera os macacos. Como Moisés fez com os israelitas. A jornada é reforçada pela trilha de Michael Giacchino, que nos traz uma mistura de tensão – com batidas intensas e ininterruptas – e heroísmo – rápidas e de teor épico – o que já era esperado se tratando de um super blockbuster.

Como Caesar é o ícone aqui, é justo que o filme jogue todas as suas fichas nele. As representações físicas de conceitos abordados pelo roteiro são claras de várias formas. A variação da postura do personagem é um exemplo: se suas emoções estão mais próximas das dos humanos, o vemos ereto em meio aos seus súditos, parecendo um ditador que faz valer suas vontades supremas, já quando corre em quatro patas, se iguala ao povo e entende as suas agruras. Na verdade vemos Caesar quadrúpede poucas vezes, sendo uma já quase no encerramento e de forma decisiva. A inclusão de novos personagens como o atrapalhado e inocente Macaco Mau (Steve Zahn) e uma garota muda, chamada de nova – como sendo uma evolução dos humanos e macacos – faz um contraponto ao sério líder, o que confere leveza e alivio cômico em alguns momentos.

“Planeta dos Macacos: A Guerra” encerra a franquia trazendo algumas definições, mas deixa muito em aberto para que haja mais histórias no futuro. Provavelmente veremos algum filme pautado na nova espécie evoluída dos humanos e macacos e os conflitos gerados pela divisão em três frentes, o que seria interessante de ver. O certo é que a franquia não irá parar por aqui , já que trata das melhores produções que Hollywood vem entregando nos últimos anos.

 

Reader Rating1 Vote
9.1
8

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

CinemaDramaEstreiaRio de JaneiroSão Paulo

Compartilhar artigo

Avatar de Rodrigo Chinchio
Me siga Escrito por

Rodrigo Chinchio

Rodrigo Chinchio é colaborador da Woo! Magazine, onde escreve sobre cinema com a autoridade de quem se formou cinéfilo garimpando pérolas nas videolocadoras. Especialista em encontrar filmes que o algoritmo jamais recomendaria, mantém em seu quarto uma coleção de Blu-rays e DVDs que rivaliza com qualquer acervo físico do país, e que ainda o impede de ver a própria cama.

Outros Artigos

Rock in Rio
Anterior

Rock in Rio – Curiosidades e Atrações

Monsieur Madame Adelman 00
Próximo

Crítica: Monsieur & Madame Adelman

Próximo
Monsieur Madame Adelman 00
4 de agosto de 2017

Crítica: Monsieur & Madame Adelman

Anterior
3 de agosto de 2017

Rock in Rio – Curiosidades e Atrações

Rock in Rio

2 Comments

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Homem Aranha Noir em série homônima da Prime Video, vestido o traje preto, sobretudo, e um chapéu de investigador em imagem em preto e branco no estilo de filmes policíacos dos anos 30 e 40; ele está agachado como um sapo sobre uma superfície plana. Luzes acima dele ao fundo.
    Spider-Noir | Assista à Abertura Oficial da Nova Série do Prime Video
    Luís Gustavo Dias
    Kerolin e a Seleção Brasileira
    Kerolin e a Seleção Brasileira | A Atacante que Virou Símbolo de Resistência do Futebol Feminino
    Anne Chaves
    Marina Sound no primeiro Primavera Sound em São Paulo, 2023. Imagem tirada da multidão. Cantora está visível no telão.
    Primavera Sound 2026 | Festival Divulga Line-up
    Nick de Angelo
    The Witcher 3
    The Witcher 3 | Nova DLC em 2026? Entenda as Evidências e a Conexão com The Witcher 4
    Luís Gustavo Dias
    Colagem com duas fotos da partida do Boca Juniors vs Huracán, com vitória do Huracán por 3 a 2 no dia 9 de maio de 2026 na Bombonera.
    Boca Juniors Amarga Nova Decepção em Casa e dá Adeus ao Argentino Após Noite Tensa e Expulsões
    Bruno Baptista

    Posts Relacionados

    Babuaçu Love

    Babaçu Love | A resistência do cinema nordestino e a força do audiovisual brasileiro

    Ithalo Alves
    10 de maio de 2026
    Sala de cinema com poltronas vermelhas, à esquerda vários pôsteres, e na tela principal o que parece ser um pôster de divulgação, mas são vários personagens arquetípicos de cinema. À esquerda a figura do Brasil e da direita da balança da justiça.

    Ancine Endurece Regras da Cota de Tela Após Polêmica Envolvendo Sessões do Cinemark

    Gabriel Fernandes
    10 de maio de 2026
    Diná abraçando Alexandre na novela "A Viagem", de 1994.

    A Viagem | Filme Remake Escala Carolina Dieckmmann Como Diná

    Gabriel Fernandes
    10 de maio de 2026
    Minha Mãe é uma Peça 3

    Dia das Mães | 10 Filmes Para Assistir e se Emocionar em Família

    Jéssica Meireles
    9 de maio de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon