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CríticaFilmes

Crítica: Rúcula Com Tomate Seco

Convidado Especial
29 de novembro de 2017 3 Mins Read

4654392Imagine recortar um único núcleo de uma novela que fez sucesso, ou personagens específicos deste mesmo e transformar aquela história que ficou conhecida em um filme, como os famosos spin-offs. “Rúcula Com Tomate Seco” é uma produção feita a partir da peça de mesmo nome, mas a forma como a narrativa apresenta seus personagens é semelhante ao exemplo dado. Seja na forma como narra ou do seu estilo estético e de conceito, a produção dirigida por Arthur Vinceprova, é mais daquele mesmo cinema nacional feito de brigas de casal, comédia e final feliz.

Pablo (Arthur Vinceprova) e Suzana (Juliana Paiva) são ex-namorados, e após um reencontro inesperado durante uma festa, os dois acabam tendo uma recaída e acordam juntos em um motel. A partir daí começam a questionar tudo o que aconteceu ao longo da relação que tiveram no passado e os motivos de chegarem até aquele momento. O filme gira em torno ao dia seguinte no próprio quarto de motel, quase como um único diálogo, ou mesmo como assistir um casal discutindo a relação por sofríveis 90 minutos. Resumindo: é disso que o filme se trata, nada mais do que assistir duas pessoas totalmente diferentes, tentando conviver no mesmo espaço, sem ceder às necessidades do outro, acreditando apenas em que o amor vai salvá-los de todos os problemas.

Com diálogos que se repetem com bastante frequência, é difícil entender realmente o que cada um pensa de forma sincera sobre o outro. Além da quantidade de repetições nas conversas, incoerências são normais nas suas atitudes, enquanto na mesma cena – em mais ou menos 3 minutos de duração – é possível perder as contas de quantas vezes houveram xingamentos, pedidos de desculpas e um “mas eu te amo” ao final.

Aos poucos, alguns flashbacks realçam a intensidade do momento atual dos dois, em cima de tudo aquilo que é dito nas discussões, como uma viagem, um show de rock e o primeiro jantar em família. Mas nada que acrescente ao desenvolvimento não só pessoal, mas da relação que um dia existiu ali. É tudo muito genérico e sem profundidade, o envolvimento desinteressado de um roteiro que não se preocupa em construir a imagem de um personagem através de todas as possibilidades visuais que um filme pode proporcionar, faz daquilo que está sendo assistido algo superficial e que não gera reflexão ao final da exibição.

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Ponto positivo para a atuação de Juliana Paiva, embora o roteiro não ajude nitidamente na inteligência e autonomia que ela transparece ter, porém, é amarrada por uma história que faz da mulher o lado mais sensível da corda. Embora sua Suzana demonstre ter o sentimento de liberdade e dependência, no final ela sempre cede para o “mas eu te amo”. Pablo faz do seu estilo mais tranquilo e carinhoso, o ponto fraco de Suzana, a química existe, mas sendo mais explorada nos conflitos do casal – dando a impressão de que quando os dois estão juntos, aquele é o sentido natural das coisas.

É bem verdade que o filme é muito mais do que apenas ter o nome do sabor de pizza favorito de Suzana, é sobre acreditar que duas pessoas totalmente distintas podem dar certo, apesar de cada mínima diferença. Muito mais do que falar do “jogo do amor” e suas consequências para homens e mulheres, Vinciprova – que também dirige o filme – demonstra acreditar em finais felizes, mesmo que eles aconteçam várias e várias vezes, depois de brigas e mais brigas.

“Rúcula Com Tomate Seco” pode lhe fazer pensar, mesmo que você não perceba, mesmo que seja sobre qual o sabor de pizza favorito de seu companheiro ou companheira. São conflitos como estes que tornam o filme facilmente identificável para muitas pessoas, mesmo não questionando pra valer as diferenças, o amor ainda pode ser a única saída. A produção nacional teve estreia no dia 23 de novembro nos cinemas, é dirigido, roteirizado e também com a atuação de Arthur Vinciprova.


Por Guilherme Santos

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