Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Tudo e todas as coisas

Fabiana Moura
10 de junho de 2017 3 Mins Read

Tudo e todas as coisas cartaz“Tudo e todas as coisas” é um romance dramático, dirigido por Stella Meghie (“Jean of the Joneses,” 2016), e produzido por Leslie Morgenstein e Elysa Koplovitz Dutton. Sendo um adaptação do livro homônimo de Nicola Yoon lançado o ano passado.

Conta a história de Maddy, interpretada por Amandla Stenberg (“Mentes Sombrias”, 2017 e “Jogos Vorazes”, 2012), que vive com uma doença rara imunodeficiente que a leva ter alergias a tudo e todos, e esta não a permite viver uma vida comum como qualquer outra garota de sua idade, 18 anos.

Sua rotina se resume a estar trancada em um quarto cheio de livros, controlando constantemente sua respiração, pressão e batimentos cardíacos, além da temperatura de seu quarto ser a mesma, controlada rigorosamente.

Fazem parte de sua vida sua mãe Pauline (Anika Noni Rose) e a enfermeira Carla (Ana de la Reguera), porém, este cenário se transforma quando Maddy conhece seu novo vizinho (através das janelas e paredes de vidros de sua casa) Olly (Nick Robinson) e assim inicia-se uma nova e impossível paixão.

O filme se desenrola sob este cenário de contos de fadas e de amores impossíveis, com todos os clichês possíveis de uma história de amor adolescente.

Nem tanto melodramático como se pode imaginar, mas repleto de aventuras, por se tratar de personagens jovens e dispostos a arriscar tudo para viver um grande romance. O que talvez dê um novo ar para a história e dá uma ajudinha para encará-lo até o fim.

Não que o enredo seja ruim, porém, não escapa muito de outras histórias típicas como esta, de amores impossíveis, com a diferença é que, dessa vez, retrata a “princesa”, que está presa em seu “castelo”, “sono eterno” e “borralho”, na pele de uma atriz negra, fugindo de todos os estereótipos de “princesinha branca”, dando maior visibilidade para o negro, até então presente mais em papeis de figurantes.

Mas até isso fica estereotipado, já que, fica muito clara a intenção de fazer o contrário e coloca-se a personagem principal como uma jovem negra que tem tudo ao seu redor, só não sua saúde e tendo o jovenzinho branco à sua procura, tornando tudo um tanto quanto forçado para realidade.

Ainda assim, nem tudo está perdido dentro da produção, já que a fotografia do filme é estonteante mostrando a beleza da natureza e a forma de Olly apresentar todos estes pequenos detalhes da vida à sua amada que, por sua vez, sabe admirar de forma profunda e respeitosa cada momento, levando também o espectador a ter esta admiração pela vida e natureza.

Tudo e todas as coisas meio

E, chegando a este ponto, mesmo que em determinado momento a narrativa se torne enfadonha e melosa, é impossível não se questionar sobre o valor que damos aos pequenos e grandes momentos que vivenciamos no dia-a-dia, como a simples possibilidade de poder respirar, tocar alguém que amamos e se apaixonar loucamente como se fosse pela primeira vez.

A trilha sonora é, assim como toda a obra, tipicamente adolescente, recheada de Pop-Rock e canções românticas, dando um toque exageradamente açucarado às cenas de romance, que acabam dando a impressão de estarmos assistindo mais um episódio de “Malhação”.

O filme em si, não é ruim, porém, para quem já leu o livro, fica sempre um pontinho de decepção, já que nada se compara à forma livre e descontraída da narrativa usada pela autora original da história, Nicola Yoon, afinal de contas, não há trabalho mais difícil do que traduzir sentimento em palavras, e quando se consegue atingir tal feito, como a autora conseguiu, fica melhor do que tentar fazê-lo em cenas.

Com estreia prevista para a Semana dos Namorados, é uma boa opção para os casais que estão em clima de romance, ou que pretendem reacender a chama do amor, mas creio que dará mais certo com os jovens casais que, com certeza, se sentirão reconhecidos ao vivenciarem seu primeiro amor, o qual geralmente é uma história também impossível, senão, difícil.

Para quem não se importa com clichês quando o assunto é amor, a obra é super recomendada, porém, já quem não tem muita paciência para mais do mesmo, é melhor procurar outra distração, talvez a leitura do livro sobre a história seja uma melhor opção.

Reader Rating1 Vote
8
6

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

DramaEstreiaRomance

Compartilhar artigo

Me siga Escrito por

Fabiana Moura

Ela é jornalista, mãe, esposa e muito feliz, ama ler, escrever e aprender cada vez mais, além de ser apaixonada pela Língua Portuguesa. Já fez e faz de tudo um pouco nesta vida, por isso mesmo, ela diz: "tamuaí" pra tudo!

Outros Artigos

A Múmia 2017
Anterior

Crítica: A Múmia

dirty dancing voada
Próximo

Porque “Dirty Dancing – Ritmo Quente” é um filme intocável?

Próximo
dirty dancing voada
10 de junho de 2017

Porque “Dirty Dancing – Ritmo Quente” é um filme intocável?

Anterior
9 de junho de 2017

Crítica: A Múmia

A Múmia 2017

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Terror em Silent Hill: Regresso Para o Inferno (2026)
    Terror em Silent Hill 3 | Tudo o Que Você Precisa Saber Antes de Assistir
    Amanda Moura
    Matthew McConaughey
    Matthew McConaughey não Quer ser Hackeado pela IA, mas Quer Monetizar Através dela
    Rodrigo Chinchio
    Jamie Campbell Bower em Stranger Things 5
    Stranger Things Chega ao Fim com Decisões Criativas Questionáveis
    Hugo Santiago
    Série All Her Fault
    All Her Fault | Quando a Sororidade Salva o Dia
    Roberto Rezende
    Dele e Dela
    Dele e Dela | Suspense da Netflix com atores da Marvel Surpreende No Seu Último Minuto
    Roberto Rezende

    Posts Relacionados

    Terror em Silent Hill: Regresso Para o Inferno (2026)

    Terror em Silent Hill 3 | Tudo o Que Você Precisa Saber Antes de Assistir

    Amanda Moura
    18 de janeiro de 2026
    Matthew McConaughey

    Matthew McConaughey não Quer ser Hackeado pela IA, mas Quer Monetizar Através dela

    Rodrigo Chinchio
    15 de janeiro de 2026
    Série All Her Fault

    All Her Fault | Quando a Sororidade Salva o Dia

    Roberto Rezende
    12 de janeiro de 2026
    Dele e Dela

    Dele e Dela | Suspense da Netflix com atores da Marvel Surpreende No Seu Último Minuto

    Roberto Rezende
    12 de janeiro de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon