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CríticaFilmes

Crítica: Vidro

Avatar de D'Andrade
D'Andrade
11 de janeiro de 2019 4 Mins Read

49790927 1417544275046906 3125783086705410048 o“Vidro” é o novo filme de M. Night Shyamalan e fecha uma trilogia iniciada há dezoito anos com “Corpo Fechado”. Devido à desconfiança em relação a filmes baseados em HQs, principalmente por parte da Disney, que em 2000 não acreditava que esse tipo de longa daria retorno financeiro, “Fragmentado“ – segundo longa da franquia e antecessor de “Vidro” – saiu dezesseis anos após o primeiro filme. Porém, mostrou que Shyamalan ainda sabe contar boas histórias, pois o mesmo vinha em descrédito depois de alguns fracassos. E mais que isso, apresentou uma trama instigante que trouxe interesse do público pelo fechamento e embate entre os personagens desse universo.

Com uma participação que passa quase despercebida em “Fragmentado”, Bruce Willis – ator protagonista de “Corpo Fechado” como David Dunn – retorna nesse novo longa e traz consigo os ares da primeira produção. Além dele, o projeto também traz Samuel L. Jackson como o superdotado Sr. Vidro (Mr. Glass), que se apresenta bastante envelhecido e direcionamentos fundamentais para o desenrolar da história. E, pela primeira vez, os dois são apresentados ao personagem Kevin, que entre suas múltiplas personalidades impressiona como a “Fera” e o conjunto denominado, a Horda.

Outros conhecidos do público que estão de volta são Spencer Treat, como o filho de David – Joseph Dunn, Charlayne Woodard  interpretando a mãe de Elijah’s (Sr. vidro) e Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”), como Casey Cooke, personagem que a mesma já havia vivido com maestria em “Fragmentado“.  A grande novidade do filme fica por conta de Sarah Paulson, vivendo a Dr. Ellie Staple. Sua personagem é de suma importância no desenvolvimento da trama e traz consigo o novo e o desconhecido para esse universo com certas revelações.

Diferente do imaginado por alguns, esse não é um filme de embates marcantes ou ação. Não temos uma aventura heróica, tão pouco algo extraordinário. A história de M. Night mantém os pés no chão explicando-se diante longos diálogos, cenas que não se apressam e personagens que possuem tempo suficiente de tela para serem entendidos e desenvolvidos – tanto em suas motivações, quanto em seu jogo de ações no desenrolar da trama. Ao todo é um filme que explicita os conflitos internos dos personagens, mas não a dimensão de seus poderes.

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O grande trunfo do filme, e que é bem aproveitado pelo roteiro, é que os atores conhecem e sabem como levar seus personagens, destacando-se principalmente James MacAvoy, que consegue trazer verdade a cada personalidade diferente dentro da mente de Kevin – e mais que isso, nós conseguimos distinguir as mesmas. Basta uma ação para sabermos de qual personalidade estamos falando. Já Bruce Willis consegue dar o mesmo tom que vimos há quase duas décadas, frio e bem fechado com sua atuação de David Dunn. Seu personagem tem uma trama que não traz muitas novidades, mas ajuda a conduzir bem a história. Em contraponto, Samuel L. Jackson é perfeito para dar vida ao Sr. Vidro e sua mente perturbadoramente inteligente, e que carrega consigo ligações importantes para todo desfecha da trilogia.

Contudo, “Vidro” pode apresentar uma sensação de arrasto, principalmente em sua parte da trama que reapresenta os personagens que não víamos há dezoito anos. Esse momento serve de desenvolvimento para todos os presentes em cena, fazendo com que cada um ganhe seu devido tempo em tela, mas pode se tornar enfadonho para algumas pessoas. Porém, o tempo é suficiente para que a história se desenrole bem e chegue no terceiro ato de forma mais dinâmica para o ápice final.

Nesse tempo, somos bombardeados de reviravoltas que quebram o ritmo das sequências de ação e, ao mesmo momento, nos deixam boquiabertos por fecharem pontos necessários. Mas, a velocidade que essa ação é jogada no final da trama soa como uma falta de esmero de Shyamalan, como se aquilo fosse largado de forma aleatória, tudo de uma vez, e somos obrigados a digerir muito rápido, deixando-nos entalados de informações importantes para o desfecho. O que acaba não sendo muito bom.

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Imagem: Walt Disney Studios (Reprodução – Enterteinment)

No entanto, possibilidades vão sendo criadas, algumas – inclusive – que podem dar continuidade à franquia futuramente com outras histórias, já que compreendemos no fim que Kevin, David e  Elijah’s  são apenas um pequeno ponto dentro de algo maior.

Em aspectos técnicos, o filme se destaca principalmente por sua fotografia e excelente uso da paleta de cores. Outra aspecto que agrada e compõe bem as cenas é a trilha sonora, sempre bem posta e crescente em momentos devidos.

Por fim, “Vidro” é um filme para se apreciar sem pressa e refletir entre os diálogos, sem precisar esperar muito da ação. Se a ideia trazer as “HQs”, um mundo de heróis e vilões palpável ao mundo real, M. Night Shyamalan conseguiu fazê-lo, e mais que isso, fez de forma original e sem necessitar de usar clichês. Além de tudo, se manteve fiel a sua obra, tanto em um padrão que todos os filmes possuíram quanto em relação ao elenco mantido mesmo dezoito anos depois, conseguindo dessa forma fechar todos os pontos necessários em conclusão de sua magnífica trilogia.


Fotos e Vídeo: Divulgação/Walt Disney Studios/Buena Vista

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Tags:

Bruce WillisCinemaDisneyGlassSamuel L. JacksonUniversal PicturesVidro

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D'Andrade

Cria da Baixada Fluminense e apaixonado por cinema desde sempre. Hoje escrevo roteiros, atuo na produção audiovisual, vou dirigir meu primeiro filme e me dedico a cada dia mais a aprender sobre o cinema. Fã de Steven Spielberg e louco por Jurassic Park, me encontro melhor quando estou perto de sucessos populares, de Titanic a Minha Mãe é uma Peça.

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