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CríticaFilmes

Crítica: Vigaristas

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Convidado Especial
20 de outubro de 2017 3 Mins Read
Uma história sobre contar histórias.

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O longa dirigido por Rian Johnson conta a história dos irmãos Bloom, dois vigaristas que se descobriram trapaceiros desde crianças. Stephen (Mark Ruffalo) é o irmão mais velho e também o cérebro por trás dos golpes. Tudo começou quando, ainda na infância, ele decidiu criar histórias para que o irmão mais novo, Bloom (Adrien Brody), tivesse uma vida mais interessante e cheia de aventuras.

Conforme os anos foram passando, os golpes criados e praticados pelos dois protagonistas se profissionalizaram, com direitos a cenas de tiro, sangue e muito drama. Com planos sempre perfeitos, as vítimas acabavam perdendo dinheiro para os malandros irmãos. Além dos dois, eles contam também com a parceria da japonesa misteriosa Bang Bang (Rinko Kinkuchi), personagem perita em explosivos e que quase não fala. Tudo ia bem, até que um conflito começa a surgir. Bloom decide que não quer mais participar de mais nenhum golpe. Ele resolve que vai abandonar o irmão, afirmando que toda sua vida não passou de encenações e que já era um adulto e queria viver uma vida real.

Depois de três meses em reclusão, Bloom recebe a visita de Stephen, que propõe um último golpe. A vítima é Penélope (Rachel Weisz), uma mulher por volta dos 30 anos, solteira e milionária que mora em New Jersey. Com a morte dos pais, Penélope, acabou se tornando uma pessoa solitária e entediada, que vive em sua imensa mansão praticando milhares de hobbies curiosos como tirar fotos com uma câmera feita de melancia.

Bloom, como sempre, funciona de isca para conquistar a bela milionária, que em busca de uma aventura decide acompanhar o grupo de vigaristas para a Grécia. O que Bloom não esperava era se apaixonar por ela. A partir daí, se desenrola uma série de problemas desde falhas na execução do plano até questões existenciais.

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A fotografia e a criação dos personagens lembra bastante o formato dos filmes do renomado diretor Wes Anderson. Protagonistas caricatos e cenas com drama exagerado trazem um ar cômico leve e que acerta na medida. Os golpes elaborados por Stephen ganham uma vivacidade, como se fossem seu projeto de vida. O irmão mais velho trata suas histórias como verdadeiros romances épicos, enquanto isso, o irmão mais novo só quer fugir dessa vida com roteiros. Um contraste que também funciona bem, através da excelente interpretação dos atores.

O que confunde um pouco é o contexto em que estão inseridos. Não é possível perceber em que ano estão. O figurino vintage utilizado lembra a década de 40 ou 50, além de algumas locações como bares. Contudo, essa atmosfera se quebra quando os atores percorrem lugares com paredes grafitadas e carros japoneses tecnológicos. Talvez a opção pelo figurino tenha sido para ressaltar de forma mais lúdica e caricata o esteriótipo dos vigaristas clássicos.  Essa afirmativa é confirmada pela presença de referências de filmes da década de 70 e 80, que envolvem a mesma temática.

Mark Rufallo mostra mais uma vez sua versatilidade e Adrien Brody é perfeito para o papel do irmão sensível, romântico e não realizado. Rachel Weisz foi uma positiva surpresa como a excêntrica ricaça, ela trouxe muitas risadas importante para o filme. Rinko Kinkuchi, atriz que deu vida a Bang Bang, também foi essencial para a construção da gangue, pois era o elemento surpresa, seu semblante sério e calado era o suficiente para arrancar algumas gargalhadas.

Finalizado com uma montagem simples, mas uma trilha sonora bem agradável, repleta de jazz, o longa não surpreende muito. O diretor consegue como resultado uma comédia romântica bem estruturada, com clichês e e humor bem trabalhos. Não vai mudar sua vida, mas é um bom  passatempo.


Por Manuella Neiva

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10
7.5

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