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CríticaFilmes

Crítica: xXx – Reativado

Avatar de Rodrigo Chinchio
Rodrigo Chinchio
20 de janeiro de 2017 3 Mins Read

O primeiro “Triplo X” (2002) nos apresentou uma espécie de “Missão Impossível” no qual o agente principal é especialista em esportes radicais. A produção trazia o iniciante Vin Diesel que, um ano antes, havia sido lançado ao estrelato pelo primeiro filme da franquia Velozes e Furiosos. O carisma do ator resultou em um sucesso de bilheteria, mas não foi suficiente para conquistar os críticos, que receberam o filme com certa indiferença. Em 2005, a continuação foi lançada, sem contar com Vin Diesel e apostando no rapper Ice Cub. O novo personagem não agradou os fãs gerados pelo primeiro filme, resultando em um estrondoso fracasso.

Bilheterias a parte, tanto o primeiro como o segundo são construídos sobre a temática dos filmes de ação descompromissados, que nunca se levam a sério. Trazem sequências que desafiam todas as leis da física e qualquer outra lei que se aplique em nossa vida aqui na terra. As sequências absurdas fazem parte do contexto dos filmes, já que eles contam com personagens especializados em esportes que não são praticados por pessoas comuns. Então, tudo visto em tela “faz sentido” no universo criado pelos roteiristas, já que estamos vendo um tipo de fantasia disfarçada de vida real.

No terceiro capitulo chamado de xXx: Reativado temos a volta de Xander Cage (Vin Diesel), após um período no exílio.  Ele terá que enfrentar uma habilidosa gangue para recuperar uma arma letal conhecida como Caixa de Pandora. Xander precisará recrutar outros agentes extremos para combater o que parece ser uma conspiração para dominar o mundo.

Como nos dois primeiros filmes, este novo exagera em cenas de ação inacreditáveis. Temos motos que são usadas como pranchas de surf, o já clichê salto de aviões sem paraquedas, pessoas que saem ilesas de explosões, tiroteios em que os personagens principais não são atingidos e vários outros tipos de situações que fazem o cérebro dar um nó (há o mais absurdo uso do recurso deus ex machina já usado no cinema de ação). Como dito, esse tipo de cena faz sentido em relação àqueles personagens e situações, mas xXx: Reativado escorrega feio no que liga e justifica todas essas impossibilidades.16130102 1640361249591616 815913184 oClaro que quando vamos ao cinema assistir a um filme desse tipo não esperamos cenas bergmanianas e atuações shakespearianas, mas é possível, no mínimo, ter diálogos e sequências bem escritas, além de atuações que façam com que nos importemos com os personagens, como é feito no já citado Missão Impossível. Em xXx: Reativado temos atores que são apenas caricaturas, entregando míseras caretas como atuação; com “destaque” ao conhecidamente limitado Vin Diesel.  Há cenas de ação que, além de absurdas, são filmadas no automático por D.J. Caruso, não possuindo nenhuma inspiração visual. A edição corta freneticamente entre lutas e explosões, proporcionando confusão visual ao espectador. Todos esses defeitos seriam ainda mais evidentes se o roteiro não fosse prosaico, o que afetaria o entendimento da trama.

Mas, ainda mais grave é o evidente machismo exposto pela produção. As mulheres representadas na trama não são mais que pedaços de carne que caem aos pés de Xander Cage quando esse tira a camisa. Mesmo as personagens principais, que possuem alguma importância na trama, são expostas à mesma situação. Todas esquecem a suas motivações e suspiram de desejo quando conhecem Xander Cage.  D.J. Caruso só piora  tudo dando uma de Michael Bay, filmando em close e câmera lenta os atributos das atrizes.

Se podemos tirar algo de bom do filme é o espetacular Donnie Yen, que se esforça para colocar o mínimo de expressão em seu personagem e também possui as cenas de luta mais bem coreografadas, já que se trata de um ator treinado em artes marciais.

No geral, xXx: Reativado é apenas mais um produto vindo de Hollywood que poderia, como vários outros, aliar diversão com boa história, mas fica preso em suas várias limitações.

Obs: As cenas em que Neymar Jr. participa são, para ser educado, terríveis.

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Rodrigo Chinchio

Rodrigo Chinchio é colaborador da Woo! Magazine, onde escreve sobre cinema com a autoridade de quem se formou cinéfilo garimpando pérolas nas videolocadoras. Especialista em encontrar filmes que o algoritmo jamais recomendaria, mantém em seu quarto uma coleção de Blu-rays e DVDs que rivaliza com qualquer acervo físico do país, e que ainda o impede de ver a própria cama.

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