Se o elenco de “Supergirl” se divertiu com o clima de Copa do Mundo no Rio de Janeiro, o diretor Craig Gillespie trouxe para a coletiva de imprensa, a que a Woo! Magazine compareceu a convite da Warner bros, o lado mais intenso, visceral e emocionante de comandar um dos blockbusters mais aguardados do novo DCU.
Em um relato sincero, o cineasta abriu o coração sobre a exaustão dos bastidores e revelou que ver a reação do público após anos de trabalho trancado em salas de edição o levou às lágrimas.
Dois anos de isolamento e o peso dos efeitos visuais
Comandar um filme de super-herói hoje em dia é uma verdadeira maratona técnica e mental. Gillespie compartilhou com a imprensa que o projeto já consome a sua vida há quase dois anos, revelando o peso que a reta final de pós-produção exerce sobre a equipe:
“…estar tão perto de ver as pessoas realmente assistindo e gostando do filme é muito gratificante. Especialmente porque estamos há quase dois anos imersos nisso, passando o último ano inteiro focados nos efeitos visuais. E aí, finalmente podemos mostrar o filme para o público e ver essa reação”, desabafou o diretor.
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Do México ao Brasil: O alívio que traz lágrimas aos olhos
Depois de tanto tempo avaliando telas verdes e computação gráfica no detalhe, o contato real com o público nas exibições da turnê latino-americana — que passou pelo México antes de desembarcar no Brasil — funcionou como uma catarse para o cineasta.
“Nós já tínhamos sentido isso no México, onde também pudemos exibir o filme. E ver isso acontecer de novo realmente traz lágrimas aos meus olhos”, confessou Gillespie, visivelmente comovido.
O orgulho de uma heroína complexa
Para além da ação e dos efeitos de cair o queixo, o que tem tocado o coração do diretor é ver que a essência da história funcionou. Ele fez questão de aplaudir o trabalho da roteirista Ana Nogueira, destacando o orgulho de ver a audiência se conectar com as nuances da nova Supergirl:
“O público está se conectando e respondendo a esse roteiro tão criativo. É maravilhoso construir uma personagem complexa e ver as pessoas reagirem tão bem a isso; tem sido incrível falar com vocês agora… e desculpem pelo meu inglês [por me enrolar com as palavras]”, finalizou, demonstrando que a empolgação era maior que a própria língua.
Com o coração na mão e a sensação de dever cumprido, Craig Gillespie entrega ao público não apenas um espetáculo visual, mas uma obra feita com paixão real.
“Supergirl” chega aos cinemas de todo o Brasil no dia 25 de junho.
Imagem Destacada: Divulgação/DC Comics/Warner Bros. Pictures


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