Trazemos mais 5 lições de diferentes bruxas da cultura pop para você se inspirar no mês do halloween
As bruxas da cultura pop vão muito além de feitiços, poções e vassouras voadoras. Você já viu por aqui que, entre filmes, séries, animações e livros, elas trazem lições genuínas sobre independência, autoconhecimento, amizade, ambição e até a importância de aceitar seu próprio lado sombrio. Neste Halloween que se aproxima, confira mais 5 ensinamentos poderosos de algumas das bruxas mais queridas do mundo do entretenimento:
LEIA MAIS
Halloween | Lições de Vida Que Só Bruxas da Cultura Pop Poderiam Ensinar – Parte 1
Halloween e Dia das Crianças | 7 Filmes de Terror com Crianças Malignas
Agatha Desde Sempre | Conheça as Bruxas que Acompanham Agatha Harkness
1. Ser diferente não significa estar errado – Elphaba (Wicked)

A Bruxa Má do Oeste, que aparece pela primeira vez no clássico da literatura infantil “O Mágico de Oz”, ganha uma nova perspectiva no filme musical “Wicked”, que conta uma história sobre quem tem o poder de definir o que é bom ou mau. Elphaba (Cynthia Erivo) enfrenta o preconceito sem abrir mão de suas convicções apenas para ser aceita. A lição que fica é: você não precisa agradar a todos para estar do lado certo da história.
2. Crescer é encarar o peso das próprias escolhas – Sabrina Spellman (Sabrina, Aprendiz de Feiticeira e O Mundo Sombrio de Sabrina)

Sabrina Spellman é a personagem central em duas séries. Na série televisiva dos anos 1990, “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira” Sabrina (Melissa Joan Hart) tem poderes mágicos, mas isso não a livra dos problemas típicos da adolescência. Muitas vezes, suas tentativas de facilitar a vida acabam criando situações ainda mais complicadas. Já em “O Mundo Sombrio de Sabrina”, ela (interpretada por Kiernan Shipka) precisa decidir se ficará do lado dos mortais ou se abraça o mundo das bruxas, uma decisão que mudará os rumos de sua vida. Ainda que as duas abordagens sejam diferentes, o principal ensinamento é que amadurecer significa assumir a responsabilidade pelos próprios atos.
3. Poder sem autoconhecimento pode ser perigoso – Willow Rosenberg (Buffy, a Caça-Vampiros)

A trajetória da jovem Willow (Alyson Hannigan) em “Buffy, a Caça-Vampiros” envolve a descoberta de suas habilidades mágicas e os riscos de deixar que o poder, a dor e a necessidade de controle ditem suas decisões. A evolução dos seus poderes não foi acompanhada por autoconhecimento, o que testou seus valores morais e acabou transformando uma amiga tímida e leal na força mais perigosa do grupo. No final, conhecer os próprios limites e lidar com as emoções é tão importante quanto desenvolver talentos.
4. Conhecer as regras é útil, saber quando questioná-las também – Agatha Harkness (WandaVision e Agatha Desde Sempre)

Quando a centenária feiticeira Agatha Harkness (Kathryn Hahn) apareceu na série “WandaVision“, conquistou os fãs do Universo Marvel. Astuta, experiente e estrategista, Agatha entende que o conhecimento pode abrir portas e que nem toda resposta vem de seguir o caminho dito correto ou mais óbvio. Em “Agatha Desde Sempre”, ela demonstra sua face mais vil e calculista em sua jornada para recuperar seus poderes, mas no final ainda encontra um propósito justo para suas ações. A lição de vida aqui é: pensamento crítico é uma ferramenta poderosa. Mas vale lembrar que inteligência e ambição precisam caminhar junto com responsabilidade.
5. Sororidade é essencial se você é mulher – As bruxas da temporada “Coven” de American Horror Story

Considerada a segunda melhor temporada da série de terror “American Horror Story“, “Coven” apresenta um sofisticado covil de bruxas, onde um grupo de garotas jovens precisa aprender a se proteger de uma ameaça misteriosa, recebendo orientações da Suprema Fiona Goode (Jessica Lange), a bruxa mais poderosa de sua geração. A série se passa 300 anos após as execuções das bruxas de Salem, e traz um debate importante sobre a estrutura da misoginia que oprime mulheres através dos tempos. A grande moral que esse grupo de bruxas deixa para as mulheres, é que rivalidade e competição podem ser substituídas por solidariedade e reconhecimento mútuo.
Imagem Destacada: Divulgação/Netflix


Sem comentários! Seja o primeiro.