14 de dezembro de 2019

Festival Internacional de Curitiba

Com uma seleção escolhida a dedo, contando somente com títulos inéditos no Brasil, depois de oito dias, o festival internacional de Curitiba anunciou os grandes vencedores do evento.

Esse ano o 5º Olhar de Cinema se reafirmou como uma das mais importantes vitrines do cinema independente no país, proporcionando uma vasta oportunidade para novos cineastas e produtores poderem divulgar o seu trabalho. Entre os premiados estão o longa-metragem chileno O Vento Sabe que eu Volto à Casa  de José Luís Torres Leiva e o brasileiro Eles Vieram e Roubaram sua Alma de Daniel de Bem.

Confira a lista completa abaixo:

Prêmio Olhar de Melhor Filme (longa-metragem)

O Vento Sabe que Volto à Casa (El viento sabe que vuelvo a casa), de José Luis Torres Leiva

Prêmio Especial do Júri 

Irmãos da Noite (Brüder der nacht), de Patric Chiha

Prêmio de Contribuição Artística 

Eles Vieram e Roubaram sua Alma (idem), de Daniel de Bem

Prêmio Olhar de Melhor Filme (curta-metragem) 

Maria do Mar (idem), de João Rosas

Prêmio do Público (longa-metragem) 

A Cidade do Futuro (idem), de Cláudio Marques e Marília Hughes

Prêmio do Público (curta-metragem) 

A Moça que Dançou com o Diabo (idem), de João Paulo Miranda Maria

Prêmio Olhares Brasil Melhor Longa-Metragem Brasileiro 

Talvez deserto talvez universo (idem), de Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes

Menção Especial do Júri – Prêmio Olhares Brasil 

Eles Vieram e Roubaram sua Alma (idem), de Daniel de Bem

Prêmios Olhares Brasil Melhor Curta-Metragem Brasileiro 

A casa cinza e as montanhas verdes (idem), de Deborah Viegas

Prêmio Novo Olhar – Melhor Filme da mostra Novos Olhares 

Nó na cabeça (Dans ma tête un rond point), de Hassen Ferhani

Prêmio da Crítica (ABRACCINE) 

Um outro ano (You yi nian), de Shengze Zhu

Prêmio da Hors Pistes 

Ta’ang (idem), de Wang Bing

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Daniel Gravelli

Daniel Gravelli é um brazuca que parle français e roda uns filmes por aí. Apaixonado pelos universos da escrita e da atuação, tem um caso com o teatro e morre de amores pelo cinema. Fotógrafo e crítico nas horas vagas, gosta de cozinhar, apreciar um bom vinho e trocar ideias interessantes.

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