Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Other People

Avatar de Convidado Especial
Convidado Especial
31 de dezembro de 2016 3 Mins Read
Até o fim

194663.jpg r 1920 1080 f jpg q x

A vida, inquestionavelmente, é um mistério. Nunca sabemos como e quando irá terminar. No entanto, sabemos que um dia ela acaba, e evitar pensar sobre o assunto não impede que isso aconteça.

“Other people” começa com o ponto final na vida de Joanne (Molly Shannon), rodeada pelo marido e filhos. O som do telefone e um recado gravado na secretária eletrônica, enquanto a família chora, abre bem o filme causando um clima absurdo e patético ao mesmo tempo. Se você já está pensando em desistir, não faça isso: não é só sofrimento, bons momentos – cômicos, inclusive – aguardam o espectador.

David (Jesse Plemons), roteirista em Nova York, volta a Sacramento para cuidar da mãe que está prestes a iniciar a quimioterapia. Tendo saído do armário há dez anos, ainda não tem sua orientação sexual aceita pelo pai, Norman (Bradley Whitford). Este nem mesmo conhece Paul (Zach Woods), seu parceiro há cinco anos. Aliás, ex-parceiro – o relacionamento acabou há pouco tempo, mas David prefere não contar à mãe para não fazê-la sofrer. As oportunidades de trabalho também não são muito promissoras no momento e durante um ano David passa pela solidão e a angústia de quem vive exclusivamente na função de cuidar de um ente querido enfermo. Momento de excelente atuação de Plemons ao desmoronar emocionalmente no supermercado “apenas” por não encontrar os laxantes na seção de remédios.otherpeople3O filme é a estreia de Chris Kelly na direção (ele também assina o roteiro) e baseia-se em suas próprias experiências. Sua narrativa em flashback é bem construída e o roteiro dosa bem as cenas mais pesadas e comoventes com momentos de humor.

Um dos destaques cômicos é o ator adolescente J.J. Totah. Sua personagem, Justin, é irmão adotivo de Gabe (John Early), o único amigo com quem David tem contato em Sacramento. Justin é gay, cheio de atitude e personalidade, seguríssimo de si e faz uma performance numa reunião familiar que constrange todos os presentes, mas que dá vontade de rever incessantemente.

Paul Dooley (Ronnie) e June Squib (Ruth-Anne), no papel dos avós de David, tem uma participação pequena, mas marcante por conta de uma cena com pinceladas de humor negro. O fato de não saber lidar com a morte da filha faz Ronnie contar histórias bizarras e fazer comentários inapropriados, o que sua esposa parece achar muito normal.

O filme tem outros momentos que causam uma certa estranheza ou embaraço nos personagens – simplesmente a inabilidade do ser humano em encarar a morte quando ela mostra sua cara de forma inegável.

Molly Shannon e Jesse Plemons têm belos momentos juntos, ambos numa atuação bastante sincera. Já Maude Apatow (Alexandra) e Madisen Beaty (Rebeccah) como irmãs de David, não vão muito além do eficiente, sem maior destaque tanto na trama como na interpretação.

Há quem fuja de filmes com temática de doenças e morte, mas “Other People” merece a chance de ser visto: nem superficial nem “cabeça”, diverte e faz pensar. Assim como a vida, é feito de risos e lágrimas.


Neuza Rodrigues

Reader Rating0 Votes
0
9.5

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

CinemaMorteNetflixrelacionamento familiarrelacionamento gay

Compartilhar artigo

Avatar de Convidado Especial
Me siga Escrito por

Convidado Especial

Outros Artigos

As Mil e Uma Noites
Anterior

Crítica: As Mil e Uma Noites, Vol. II – O Desolado

2014 705621080 2014 704763822 rb em frente a maquina de escrever 1984rb
Próximo

Leia crônica! Quem sabe você mesmo não se descobre um escritor?

Próximo
2014 705621080 2014 704763822 rb em frente a maquina de escrever 1984rb
31 de dezembro de 2016

Leia crônica! Quem sabe você mesmo não se descobre um escritor?

Anterior
31 de dezembro de 2016

Crítica: As Mil e Uma Noites, Vol. II – O Desolado

As Mil e Uma Noites

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Faça Ela Voltar foi um dos melhores filmes de terror de 2025
    Por Trás do Amor Materno: 10 Mães Perturbadoras em Filmes e Séries
    Amanda Moura
    Babuaçu Love
    Babaçu Love | A resistência do cinema nordestino e a força do audiovisual brasileiro
    Ithalo Alves
    Brasão do Corinthians em branco em destaque sobre fundo preto.
    Corinthians Avança em Processo Contra Andrés Sanchez e Define Data de Votação no Conselho
    Bruno Baptista
    Estádio com torcida quase toda em verde amarelo. Imagem gerada por IA.
    Brasil Abre Venda de Ingressos Para Amistoso Contra o Panamá no Maracanã; Veja Preços e Detalhes
    Marco Leal
    Imagem sem lettering de divulgação, horizontal, do livro "O Filho Perfeito".
    O Filho Perfeito | Um Especial de Dia das Mães para Quem Ama Suspense
    Ana Laura Moura

    Posts Relacionados

    Babuaçu Love

    Babaçu Love | A resistência do cinema nordestino e a força do audiovisual brasileiro

    Ithalo Alves
    10 de maio de 2026
    Sala de cinema com poltronas vermelhas, à esquerda vários pôsteres, e na tela principal o que parece ser um pôster de divulgação, mas são vários personagens arquetípicos de cinema. À esquerda a figura do Brasil e da direita da balança da justiça.

    Ancine Endurece Regras da Cota de Tela Após Polêmica Envolvendo Sessões do Cinemark

    Gabriel Fernandes
    10 de maio de 2026
    Diná abraçando Alexandre na novela "A Viagem", de 1994.

    A Viagem | Filme Remake Escala Carolina Dieckmmann Como Diná

    Gabriel Fernandes
    10 de maio de 2026
    Minha Mãe é uma Peça 3

    Dia das Mães | 10 Filmes Para Assistir e se Emocionar em Família

    Jéssica Meireles
    9 de maio de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon