Nintendo, SEGA, campeonatos, orquestra gamer, indies e cosplay estão entre as razões para passar outubro no Distrito Anhembi
BGS 2026 já começa a revelar o tamanho de sua próxima edição. A Brasil Game Show retorna ao Distrito Anhembi, em São Paulo, entre 9 e 12 de outubro, depois de estrear no complexo em 2025. Os dias 10, 11 e 12 recebem o público geral, enquanto o dia 9 contempla modalidades específicas de acesso, imprensa e atividades profissionais. A feira ocupa os pavilhões Expo 1 a 5 e terá programação até as 21h.
Quem acompanha a BGS há anos conhece a fórmula: grandes empresas dividindo espaço com desenvolvedores independentes, campeonatos, cosplay, criadores de conteúdo, música, lojas e milhares de pessoas interessadas em games. Em 2026, alguns anúncios já dão motivos concretos para reservar espaço na agenda, mesmo com novas atrações ainda sendo divulgadas.
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1. A Nintendo Está Confirmada
A Nintendo está oficialmente entre as grandes participantes da edição e promete bastante gameplay em seu espaço. Depois da presença forte da empresa nos últimos anos, ter um estande da marca significa novamente a possibilidade de experimentar seus produtos de perto e encontrar uma das comunidades mais apaixonadas da feira reunida no mesmo lugar. A BGS ainda deve detalhar os jogos e atividades que estarão disponíveis.
2. A SEGA Vai Dobrar o Tamanho do Estande
A SEGA volta para sua quarta participação consecutiva com um estande duas vezes maior que o de 2025. O anúncio oficial já faz referências a universos como Persona e Sonic, embora a relação completa de atrações ainda esteja sendo apresentada. Para quem acompanha as franquias da empresa, a expansão física já indica uma participação bem mais ambiciosa.
3. Vai Dar Para Jogar, e Não Apenas Olhar Trailer
Um dos melhores argumentos de qualquer feira gamer continua sendo colocar a mão no controle. A BGS promete centenas de estações e espaços destinados a lançamentos e títulos de diferentes empresas. A edição de 2026 também tem como meta aumentar o número de máquinas disponíveis, tentando atacar justamente um dos problemas mais conhecidos de eventos desse tamanho: as filas para jogar.
4. Os Indies Podem Render Algumas das Melhores Descobertas
A Área Indie continua sendo uma parada que merece tempo. Entre os projetos já listados para 2026 aparecem “POPAPOM: A Tale of Dreams and Monsters”, da carioca N3bula; o action RPG “Bloodfang”, da Ignite Dreams; e “AFANTASIA”, aventura narrativa com estética inspirada no PlayStation original. A graça está justamente em jogar e conversar diretamente com equipes que estão construindo esses projetos.
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5. A Video Game Orchestra Volta Para Três Shows
Games também podem sair da tela. Shota Nakama e a Video Game Orchestra estão confirmados para apresentações nos dias 10, 11 e 12 de outubro, misturando banda de rock e arranjos orquestrais de trilhas famosas dos videogames. Nakama também deve participar de outras atividades durante a feira. Para quem já se emocionou mais com uma trilha de boss do que gostaria de admitir, está aí um bom argumento.

6. O Competitivo Vai Ter Espaço Grande
A Arena Monster Energy volta como uma das principais estruturas da BGS, enquanto o PlayStation Tournaments já aparece oficialmente confirmado para 2026. Campeonatos funcionam muito bem dentro da feira porque mudam completamente a relação com os jogos: aquela partida que seria disputada sozinho em casa vira torcida, tensão e reação coletiva diante de uma arena.
7. Cosplay Continua Sendo Uma Atração Por Conta Própria
Quem caminha pela BGS rapidamente percebe que o cosplay acontece muito além de um palco. A edição de 2026 realizou duas etapas de seleção online para distribuir 2 mil credenciais Cosplay, com participantes escolhidos por votação e avaliação técnica. Isso significa corredores novamente ocupados por personagens de games, animes, filmes e quadrinhos e muita gente que passou meses construindo cada detalhe do figurino.
8. Dá Para Encontrar Quem Faz os Games
A BGS mantém espaços como Meet & Greet, Talks e Conference, que colocam desenvolvedores, profissionais da indústria e personalidades diante do público. Autógrafos e fotos são parte da atração, mas os painéis costumam ser ainda melhores para quem gosta de descobrir como determinadas decisões de criação foram tomadas. A lista completa de convidados de 2026 ainda está em atualização, então este é um ponto para acompanhar até outubro.
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9. Hardware Também Vira Brinquedo
A feira vai muito além de software. Entre os expositores já relacionados estão empresas de periféricos e equipamentos, com demonstrações de mouses, teclados, cadeiras, acessórios e simuladores. A Havit, por exemplo, anuncia o lançamento global de uma nova linha de mouses durante a BGS, enquanto outros espaços prometem estações para testar equipamentos antes de pensar em levar qualquer coisa para casa.
10. A BGS Continua Funcionando Como Uma Grande Reunião da Cultura Gamer
Talvez o motivo mais difícil de colocar numa ficha técnica seja justamente o tamanho da mistura. Num mesmo dia, dá para testar um jogo independente, acompanhar campeonato, encontrar cosplayers, ouvir uma orquestra tocando trilhas de videogames, procurar colecionáveis, testar periféricos e terminar diante de um estande de alguma franquia acompanhada desde a infância.
O aplicativo oficial ajuda a lidar com essa quantidade de coisas. Ele reúne mapa, programação, agenda pessoal, jogos, expositores, brindes e ativações, recurso bastante útil quando a vontade inicial costuma ser simplesmente sair andando e descobrir algumas horas depois que aquela atração desejada ficava do outro lado do pavilhão.
Outubro Vai Ser Pequeno Para Tanto Game
A Brasil Game Show chega a 2026 numa fase de expansão física e com uma mistura cada vez maior entre jogar, assistir, competir, comprar, encontrar artistas e descobrir quem está criando os próximos projetos brasileiros. Nintendo e SEGA garantem nomes enormes logo de saída, enquanto Video Game Orchestra, PlayStation Tournaments, cosplay e a Área Indie impedem que a feira dependa exclusivamente das grandes publishers.
E ainda falta mais de um mês para a abertura dos portões. A própria programação oficial continua recebendo atrações e detalhando o que cada expositor levará ao Distrito Anhembi.
Para quem decidir ir, talvez o maior problema da BGS 2026 seja um velho conhecido dos jogos. Vai faltar espaço no inventário e, provavelmente, tempo na agenda também.
Imagem: Divulgação/Gerada por inteligência artificial


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