Há seis anos, o Ceará conquistava o bicampeonato da Copa do Nordeste de forma invicta, diante do Bahia, em uma final marcada pela pandemia e inesquecível para a torcida alvinegra.
Ceará venceu o primeiro jogo por 3×1 no estádio de Pituaçu, em Salvador. Os dois jogos aconteceram no mesmo estádio. A CBF concentrou toda a fase final da competição na capital baiana por causa da pandemia de Covid-19. A primeira taça foi conquistada também contra o time baiano, em 2015, e, como em 2015, o Ceará não só conquistou o título como ele foi de forma invicta.

Imagem: Divulgação/Gerado por Inteligência Artificial
Um título que o torcedor alvinegro jamais esquecerá. Estádios vazios e as ruas cheias. Todo torcedor organizou sua turma e parou em frente à televisão para ver seu time ser coroado novamente como o maior do Nordeste e, naquela altura, deixava seu maior rival para trás, já que o time tricolor cearense tinha somente uma conquista.
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Num time que tinha Fernando Prass, Luiz Otávio, Vina, Leandro Carvalho e Cléber, nomes já consolidados entre a torcida, e claro, sem poder esquecer o técnico Guto Ferreira, que, depois dessa conquista, ganhou um apelido carinhoso de “Gordiola” entre jogadores e toda a massa alvinegra.
Ceará controla a partida e confirma o título
Pelo placar elástico construído no primeiro jogo, o Ceará optou por controlar as ações da partida. Para reverter, o Bahia precisaria marcar quatro gols para se sagrar campeão, mas o título invicto não foi à toa. Ceará, naquela competição, tinha sido vazado apenas duas vezes. Com uma equipe forte e bem postada, o Vozão anulou as ações ofensivas do Bahia e utilizava as bolas paradas para tentar levar perigo ao gol do Tricolor baiano.

Até que, aos 15 minutos do segundo tempo, apareceu um jovem herói improvável. Cléber, de 23 anos, era o reserva até as quartas, quando precisou substituir Rafael Sobis, que se machucou. Marcou o gol que sacramentou o título para os alvinegros. Cléber, que também marcou no jogo da ida, dessa vez fechou as portas no jogo da volta para uma possível reação do Bahia.
A emoção da torcida alvinegra
E a torcida alvinegra, que viu pela TV, deixou sua opinião e emoção sobre o título.
“Após o título,o sentimento era que continuaria melhorando como equipe e que talvez, num futuro próximo, pudesse tornar-se um clube… com fome de mais títulos e mais profissional”, declarou Bruna Alves.
“O primeiro jogo foi mais emocionante, pelo gol sofrido e logo após o empate com o Sobral, a virada com Cléber e o golaço do Matheus Gonçalves com assistência do Sobral”, disse Natercia Cavalcante.
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Um título que permanece na memória
Todo tipo de emoção não faltou para esse título, que até os dias de hoje é comemorado e valorizado. As torcidas nordestinas valorizam por demais os títulos do Nordeste. É uma competição amada, carismática e que leva multidões aos estádios.
Uma competição que merece respeito por parte da entidade que a gere. A CBF optou por diversas mudanças no campeonato para diminuir o calendário. A que mais gerou revolta entre os torcedores foi que times classificados nas competições da Conmebol não jogarão a Copa do Nordeste. O calendário precisa ser refeito. Uma competição tão importante e tão valorizada não merece ter seu fim.
Imagem Destacada: Divulgação/Gerado por Inteligência Artificial


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