Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica (2): A Vida Após a Vida

Avatar de Convidado Especial
Convidado Especial
22 de maio de 2017 3 Mins Read

Um filme basicamente sobre árvores

capa do filme a vida após a vidaDia 18 de Maio estreia nos cinemas a produção chinesa: “A Vida Após a Vida”. O filme conta a história de MingChun (Zhang Mingjun) que vai com seu filho Leilei (Zhang Li) até a floresta, em meio a um inverno seco, para pegar galhos e fazer fogo na fornalha da casa antiga para se manterem aquecidos durante as noites. Porém, quando Leilei entra no meio das árvores e volta depois de um tempo, está falando com a voz da mãe, que já morreu tem alguns anos. O espírito usa o corpo do menino para levar mensagens que gostaria que as pessoas soubessem,  como o marido, os pais e os irmãos.

A obra cinematográfica foi dirigida por Hanyi Zhang e segue sempre numa condução apática, visto que as sequências são, em sua maioria, paradas, com diálogos lentos e quase sem emoções. Durante quase todo filme, temos o plano geral em evidência valorizando o cenário como um todo, principalmente em relação as diferenças existentes entre a cidade e o interior. Com isso, as árvores acabam se tornando as grandes protagonistas da obra, mesmo nos enquadramentos mais fechados. São elas que carregam a verdadeira “moral da história”, algo que pode ser compreendido com um pouco de atenção através de alguns diálogos.

O roteiro, que também foi escrito por Zhang, segue a mesma linha modorrenta e arrastada. Tendo como pano de fundo o desenvolvimento da nação chinesa naquele vilarejo e na vizinhança, enquanto em outros ângulos tudo parece morrer aos poucos. – Enquanto uns desertam para fora do lugar, em busca da cidade grande e de uma vida mais evoluída, a natureza também começa a dar sinais de despedida. – O começo, o meio e o fim da história são simples, como coisas que acontecem no dia a dia de qualquer morador de cidades iterioranas, mas acrescenta-se na trama um fio espiritual, em que a vida terrena e dos espíritos se misturam.

Como não poderia deixar de ser, as personagens foram construídas de forma densa e reflexiva. Embora, não tenhamos diálogos com fortes emoções, a dramaticidade foi trabalhada a partir de um crescimento orgânico e funcional.

leilei e pai

Os figurinos são um grande problema na trama. É obvio que fica claro que as personagens não levam a vestimenta como prioridade e por isso não existe a variação, e esse “não existir a variação” faz com que o público se perca na linha temporal do filme. É difícil saber quando ou quantos dias passaram, pois o tempo parece que estaciona para que a história aconteça.

Por fim, a fotografia do filme, que está sempre “de mãos dadas” com a opacidade do filme, é fria e quase sempre estática. Quem se mexe nas cenas são as personagens, os carros e o fato da câmera permanecer na maioria das vezes no mesmo lugar, faz com que o público preste maior atenção nos sons do ambiente que fazem a composição da sequência, como  carros, animais, entre outros. É um formato de filme diferente do que esperamos ver aqui no ocidente, é poético, profundo e cheio de detalhes. Com uma mensagem sobre a vida e diversas outras reflexões sobre o que existe além dessa.

Por Beatriz Bertolli Paulini

Reader Rating0 Votes
0
6

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Compartilhar artigo

Avatar de Convidado Especial
Me siga Escrito por

Convidado Especial

Outros Artigos

Cannes
Anterior

O Cinema estaria morrendo?

préselecionados1024x615
Próximo

A noite que SP não dormiu

Próximo
préselecionados1024x615
22 de maio de 2017

A noite que SP não dormiu

Anterior
22 de maio de 2017

O Cinema estaria morrendo?

Cannes

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade
    Banner
    Banner
    Banner

    Posts Recentes

    System of a Down Rock in Rio 2015
    Rock in Rio | System of a Down Foi Escolhido Pelos Fãs e Virou Headliner Quatro Anos Depois
    Gabriel Fernandes
    Meu Remédio Peça Mouhamed Harfouch Instagram 1
    Meu Remédio | Ou a História de Um Homem Chamado Mouhamed
    Roberto Rezende
    Minha Mãe É Um Musical Peça 1
    Meu Filho É Um Musical | A Vida e Obra de Um dos Artistas Mais Queridos do Brasil
    Roberto Rezende
    Dennis DJ
    Dennis DJ | Do Baile de Caxias ao Rock In Rio: Como o Produtor Virou o Próprio Headliner
    Daniel Gravelli
    Copa do Mundo: Messi comemorando
    Messi se despede da seleção da Argentina após trajetória histórica
    Anne Chaves

    Posts Relacionados

    James Gray

    James Gray Confirma Presença no Brasil e Abre a 50ª Mostra de Cinema em São Paulo

    Rodrigo Chinchio
    31 de agosto de 2026
    Dias de Trovão

    Anne Hathaway Entra na Pista com Tom Cruise na Sequência de “Dias de Trovão”

    Daniel Gravelli
    29 de agosto de 2026
    Meryl Streep (esquerda) e Anne Hathaway (direita) em elevador de óculos escuros reprisando os papéis de Miranda e Andy na continuação "O Diabo Veste Prada 2". Ambas estão de preto e câmera as pega do busto para cima.

    7 Filmes Famosos Que São Baseados em Livros e Você Não Sabia

    Ana Laura Moura
    29 de agosto de 2026
    Coiote ao lado de seu advogado no filme "Coiote vs. Acme". Imagem mistura animação 2D com live-action.

    Coyote vs. Acme | A Genialidade Explosiva que a Indústria Tentou Apagar

    Junior Fernandez
    28 de agosto de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx