Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica (2): Fragmentado

Avatar de Convidado Especial
Convidado Especial
18 de abril de 2017 4 Mins Read
M. Night Shayamalan e o maior hype dos últimos tempos

17493150 1668816163412791 5876855675797000832 o

O retorno ao suspense característico e próprio, obras que marcaram a carreira e fizeram de seu nome um dos mais promissores da indústria. Desta vez, Shayamalan atráves de sua própria produtora Blinding Edge, bancou o budget para a produção, cerca de 9 milhões de dólares. Em parceria com a produtora americana Blumhouse, reconhecida pela realização de filmes com temática de horror para baixo orçamento como “Atividade Paranormal (2009)”.

Primeiramente somos apresentados à Casey (Anya Taylor-Joy), uma jovem nitidamente deslocada e contida em relação a sua personalidade. Logo, ela e mais duas amigas são sequestradas e se veem presas em alguma espécie de porão. O seu sequestrador é Kevin (James McAvoy), um homem que sofre de Transtorno Dissociativo de Identidade (DTI), popularmente conhecido como dupla personalidade.

Kevin possui 23 personalidade identificadas que coexistem dentro de si, cada uma com um jeito único de se comunicar e agir. Durante os 117 minutos do longa somos apresentados apenas para algumas destas personas, pois elas podem aparecer a qualquer momento dependendo da situação. Cada uma possui suas próprias necessidades e anseios.

Inicialmente assistimos a tentativa de adaptação das meninas no cativeiro e o desespero pela situação em que se encontram. Mas ao se depararem com o transtorno de Kevin, apenas Casey parece saber manter um diálogo com estas personalidade distintas. Claire (Haley Lu Richardson) e Marcia (Jessica Sula) desejam sair dali da forma que for, sempre existindo uma certa discordâcia no método como isso deve ser feito quando as três tentam planejar a fuga. Desde o começo do filme essa relação entre elas é mostrada visualmente, na própria composição de cena, quando todas estão juntas, mas sempre separadas de alguma forma. Seja Casey sentada no banco da frente do carro, enquanto Claire e Marcia no traseiro conversando, como se ela não estivesse ali. Dentro do próprio porão, onde na maioria do tempo ficam juntas na mesma cama, e Casey solitária em outra.

A construção da personalidade de cada personagem é milimetricamente encaixada nos acontecimentos, é preciso ter uma atenção especial durante o primeiro ato do filme, quando os detalhes sobre cada um é deixado nas entrelinhas. A união de direção e roteiro, ambas funções de Shayamalan se interligam numa construção narrativa que durante os dois primeiros atos não demonstram transparecer o que virá pela frente. No caso de Casey, a escolha pelo uso de flashbacks para dar a importância necessária à sua parte na trama é muito bem conduzida. Assim como o restante dos acontecimentos, vamos descobrindo o que tornou-a diferente e única em relação às outras meninas, e ao próprio Kevin inevitavelmente.

Não obstante ao tensionamento apresentado desde o início do filme, a fotografia de Mike Gioulakis é o maior trunfo na hora de determinar quando o medo do desconhecido é confrontado. Junto ao correto conceito de edição, as cenas de maior tensão possuem pouquíssimos cortes. Nas cenas de maior tensão, o uso de panorâmicas para situar o espectador não foram poupadas, assim como os close ups em plongée ou contra plongée já característicos em suas obras.

Fragmentado 08 1

É muito interessante o processo de acompanhamento do espectador em relação ao desenvolvimento das inúmeras personalidades de Kevin, na qual presenciamos muitas delas a partir da Doutora Fletcher (Betty Buckley). Ela possui um prévio tratamento para o transtorno das identidades conhecidas e principalmente pelas desconhecidas. Desconfiada, porém sem saber definitivamente o que se passa, Fletcher funciona como um auxílio para algumas das personalidades mais abusivas de Kevin. Com a iminente chegada de uma 24ª identidade, denominada “A Besta”, a relação entre os dois fica cada vez mais íntima e perigosa.

Sobre James McAvoy é necessário o enorme elogio para sua atuação em representar tantos personagens no mesmo filme. Todas as representações são carregadas de um suspense amedrontador, e uma carga dramática que até mesmo a da criança proporciona momentos de tensão. As mãos de Shayamalan tem papel fundamental nesta criação, a direção para um personagem deste tipo precisou ser certeira, e apenas alguém com um objetivo visível de construção e desenvolvimento de personagem para nos proporcionar isto. É verdade que o figurino ajuda bastante, inclusive em sua forma feminina, quando a partir do que ele absorve na sua visão do que é ser mulher.

Parte do teor dramático da história só é possível atráves da ótima ambientação e do clima claustrofóbico daquele espaço. O excesso de sombras e a pouco iluminação parecem adiantar o fim nada animador para a história. Um corredor que parece não ter fim, portas que não podem ser abertas e vozes que não podem ser ouvidas. A trilha sonora é estranhamente composta por um agregado de elementos sinfônicos, misturados a partir de um rock industrial distorcido, resultando em conjunto de sons com referências ao eletrônico. Pode parecer confuso, mas funciona.

A história não nos entrega atos estruturados a partir da narrativa normalmente conhecida. A sua ferramenta de construção para um desenvolvimento definitivo dos acontecimentos, fica nítida apenas quando não sabemos mais o que esperar. É neste momento que todos os elementos técnicos se juntam e formam uma atmosfera particular característica do diretor. Um universo onde nos surpreendemos e passamos a duvidar da sanidade de qualquer personagem, bom ou ruim.

Shayamalan abusa da ousadia em “Fragmentado”. Com um plot twist muito bem preparado, e tão surpreendente quanto, vale a pena assistir tudo novamente para percebermos novos elementos que compõem o conteúdo geral de sua obra.


Por Guilherme Santos

Reader Rating1 Vote
8.6
8

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

FragmentadoHaley Lu RichardsonJames McAvoy

Compartilhar artigo

Avatar de Convidado Especial
Me siga Escrito por

Convidado Especial

Outros Artigos

música
Anterior

5 coisas que os artistas fazem sem pensar

JAWS theridgewoodblog net
Próximo

Livros que deram origem a filmes – e você nem sabia

Próximo
JAWS theridgewoodblog net
18 de abril de 2017

Livros que deram origem a filmes – e você nem sabia

Anterior
17 de abril de 2017

5 coisas que os artistas fazem sem pensar

música

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Isabelle Huppert em "A Mulher Mais Rica do Mundo"
    Isabelle Huppert Revela à Woo! Que Personagem Ainda Faria
    Cesar Monteiro
    O Natal dos Silva é série do Canal Brasil
    O Natal dos Silva | As Primeiras Impressões da Minissérie do Canal Brasil
    Amanda Moura
    Foto em grupo do grupo coreano Stray Kids em roupa de gala.
    Rock in Rio 2026 | Stray Kids, Novo Palco Mundo e Todas as Novidades do Festival
    Cesar Monteiro
    Jimmy Cliff 1
    As Músicas Mais Famosas de Jimmy Cliff | 10 Maiores Sucessos do Ícone do Reggae
    Cesar Monteiro
    Design sem nome 531
    Rock in Rio 2026 anuncia Elton John e Gilberto Gil como primeiras atrações principais
    Cesar Monteiro

    Posts Relacionados

    Isabelle Huppert em "A Mulher Mais Rica do Mundo"

    Isabelle Huppert Revela à Woo! Que Personagem Ainda Faria

    Cesar Monteiro
    28 de novembro de 2025
    Jonathan Bailey (esquerda) e Ariana Grande (direita) como Fiyero e Glinda na segunda parte de "Wicked" (2025). Eles estão num cortejo em Oz, na frente de um boneco de vime ao fundo. Eles se olham.

    Wicked: Parte 2 | Sequência Enche os Olhos, Mas Sofre dos Mesmos Problemas de Antecessores

    Nick de Angelo
    18 de novembro de 2025
    Catherine Laga‘aia como Moana no live action de 2026. Ela está no canto inferior direito tocando o mar que se move até ela como um tentáculo brilhante, ocupando a maior parte da tela.

    Moana | Confira Trailer do Live-Action; Filme Estreia em 2026

    Nick de Angelo
    17 de novembro de 2025
    O Sobrevivente

    O Sobrevivente | Acão e Crítica Social para o Espectador Tiktoker

    Rodrigo Chinchio
    17 de novembro de 2025
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon