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CríticaFilmes

Crítica (2): Herança de Sangue

Daniel Gravelli
4 de setembro de 2016 4 Mins Read

14218024_1584839471810461_2093427350_n

Existem alguns momentos em que eu paro para pensar o quanto o cinema está saturado, marcado por histórias clichês, extremamente repetitivas, criadas com o único intuito de tentar agradar uma parte da grande massa que invade as salas em uma busca continua daquele mais do mesmo viciante. E é nesses momentos que eu percebo o quanto o mundo está perdendo, ao não valorizar determinadas histórias que poderiam contribuir com qualidade para expansão do mercado cinematográfico. Sem querer desmerecer nenhuma arte, produto e/ou ideologia marcada, mesmo que o cinema seja um negocio, não acredito no jargão que time que está ganhando não se mexe, e acho que empurrar um único e batido seguimento garganta abaixo inúmeras vezes é testar demais a paciência do espectador.

O filme “Herança de Sangue”, nova produção estrelada pelo premiado Mel Gibson, é um exemplo claro do que está sendo dito aqui. Chegando aos cinemas no próximo dia 08 de setembro, o filme tenta fazer melhor o que muitos outros filmes ruins de ação tentaram, mas consegue um único feito: ser tão ruim ou pior que seus antecessores.

O enredo gira em torno de um pai, Mel Gibson, um ex bandido/alcoólatra/motociclista, que acabou de sair da prisão e vive em uma comunidade vigiado de perto pelo seu padrinho do AA e pelos agentes da condicional que aparecem ora ou outra para ver se ele está andando na linha (o que cria um certo receio na personagem, levando-o a fazer tudo milimetricamente correto, para evitar ser preso novamente). Vivendo em um trailer velho, situado em um lugarejo esquecido, John Link ganha a vida como um tatuador na região, enquanto relembra repetidas vezes o desaparecimento de sua única filha. E é a partir de sua filha que temos o debut dos conflitos existentes na história, quando essa reaparece trazendo uma infinidade de problemas que John estava lutando para se afastar. Entretanto, para defendê-la, o velho motociclista decide por voltar a encarar sua antiga vida, afim de descobrir o que realmente se esconde por trás dos perigos que envolvem a sua filha.14233785_1584839465143795_2084706315_oA produção talvez seja uma das coisas mais interessantes da obra. Sem muitas pretensões, explosões ou coisas do tipo, o que mascara bastante grande parte dos filmes do gênero, o filme segue uma linha mais básica, com locações limitadas, mas tudo muito bem colocado. Com quase zero de efeitos especiais, algo que fizeram bem em deixar de lado, priorizando o jargão “menos é mais”, o trabalho de Pascal Caucheteux, Chris Briggs e outros é natural e poderia ser melhor do que foi no geral.

O roteiro funciona como uma colcha de retalhos abandonada no meio do trabalho. O enredo, mesmo não sendo excelente e muito batido, tinha tudo para ser interessante e chamar mais atenção, por abordar um estilo parecido com a série de tv “Sons Of Anarchy”, mas os roteiristas não conseguiram desconstruir com veemência as personagens, deixando-as estruturalmente vazias. Os diálogos estão perdidos, desencontrando-se constantemente do restante da história. E quando começa a seguir um ritmo, acaba por faze-lo de forma mediana, como se fosse preenchido ao acaso. E é aí que entra a parte “colcha de retalhos”, na qual parece que o texto foi recebendo e adotando dicas diferenciadas na tentativa de ficar melhor.

É quase difícil de acreditar que a direção pertença a Jean-François Richet, responsável pelo magnifico épico gangster “Mesrine”. Todavia, se não fosse por ele talvez o filme não teria alguns outros pontos positivos. Utilizando-se da movimentação com a câmera na mão, o diretor oferece ao filme uma agilidade que o roteiro não possui, enriquecendo um pouco a obra.

O diretor de fotografia Robert Gantz, trabalha dentro de uma zona de conforto que já está acostumando, ao fazer uso de cores quentes bastante chamativas, ao mesmo tempo que introduz detalhes mais fechados, criando uma atmosfera relativamente melancólica. Mesmo que essa seja bem realiza, não consegue impulsionar o filme.

Além de um roteiro fraco, é aqui que se mantém o segundo grande problema do filme. Tirando Mel Gibson que está bem, sem muito a oferecer para o personagem, temos uma seleção de elenco errada. O ótimo William H. Macy está completamente desorientado se esforçando em um personagem insosso e desnecessário. Já Diego Luna, que vinha engavetando bons contratos, interpreta um dos antagonistas mais sem graça dos últimos anos. Todavia, nenhum deles consegue ser tão decepcionante quanto a bonitinha Erin Moriarty. É difícil enxergar algum tipo de construção na sua personagem, sem contar que ela não consegue nos passar outra coisa além de plasticidade.

O trabalho de Billy W. Ray como diretor de arte, e Terry Anderson e Lisa Norcia como figurinistas também merecem um destaque por criarem um ambiente e estilo bem verossímeis a situação.

Para quem gosta de um filme no melhor estilo “Tela Quente”, com algumas cenas de ação, e uma boa parte técnica, talvez “Herança de Sangue” seja uma boa pedida. Agora, se você procura um roteiro bem definido e uma história razoável para assistir, vai acabar reclamando depois.

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5
4.5

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Tags:

AçãoCaliforniaCinemaMel Gibson

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Me siga Escrito por

Daniel Gravelli

Daniel Gravelli é especialista em comunicação de alta performance, apaixonado pela arte e pelo seu potencial na conexão humana. É diretor, produtor, ator, roteirista, e acumula mais de 30 anos de experiência no mercado cultural. Adora cozinhar e descobrir novidades sobre o mundo.

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2 Comments

  1. Fábio Bianchinni disse:
    6 de setembro de 2016 às 07:29

    Gostei da crítica! 👍🏾

    Responder
    1. Daniel Gravelli disse:
      7 de setembro de 2016 às 21:59

      Grande Fábio! Obrigado pelo retorno querido. Fico feliz que tenha gostado.

      Responder

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