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CríticaFilmes

Crítica: A Delirante História de um Homem Morto

Marya Cecília Ribeiro
30 de novembro de 2016 2 Mins Read

A Delirante História de um homem morto Cartaz

Liberdade é uma palavra que traz diferentes significados para o ser humano, bem como diferentes sensações. Uma pessoa pode não conhece-la, mas ainda assim ansiar por ela, como em A Delirante História de um Homem Morto.

Samuel é um jovem que vive com sua mãe, Elis, uma vida totalmente inconveniente. Nunca lidou com a liberdade, mas anseia por ela, mesmo sem saber o que é. Elis é uma pessoa doentia, que fez de seus medos o norte para a criação do filho.

Ambos vivem em uma casa cercada pela natureza, sem vizinhos para dividir as paredes ou se intrometerem, então o que acaba acontecendo com eles é bem crível, afinal, não é tão difícil assim manter segredos.

O filme muito bem poderia ser baseado em algum fato. Hoje, as relações estão estranhas e obsessivas, onde a independência acaba sendo um item raro e escasso. A visão de Samuel não é muito clara e acaba nos dando infinitas possibilidades de interpretação.

A Delirante historia de um homem morto 6

A obra é um curta-metragem, as histórias, porque além do protagonista, ainda há a de Elis, não são todas reveladas. Não há quebras dentro do roteiro, ele está fluido e bem construido, além de deixar uma base sólida para um possível longa.

Paulo Oliveira faz um bom trabalho como o atormentado Samuel. É sempre um desafio ficar com um personagem com tantas nuances e a interpretação que Paulo imprime no personagem é sólida e verossímil. Helga Nemeczyk está muito bem como a dúbia Elis, uma figura que claramente carrega uma bagagem maior do que a mostrada e a interpretação de Nemeczyk é ampla e segura.

O curta opta por trabalhar com tons de preto e branco para passar as sensações que quer que o publico sinta. A sonoplastia faz uso de alguns recursos para agregar ao sentimento de isolamento, falta de liberdade ou qualquer que seja o sentimento de quem estiver vendo a película.

A direção de Daniel Gravelli é sensível e ao mesmo tempo firme. O diretor tem boas ideias sobre a execução do filme e as coloca em prática, entregando um produto que deixa-se aberto a várias interpretações, além de uma boa premissa para obras futuras.

A Delirante História de um Homem Morto está sendo enviado para diversos festivais.

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Marya Cecília Ribeiro

Marya Cecília é goiana de nascimento, mora em São Paulo há seis anos e ainda assim não consegue lidar com o clima 4 estações em um dia que rola nessa cidade. Tem umas manias esquisitas, tipo ver um filme que gosta várias vezes, mas esta tentando lidar com isso (ou não). Falando nisso, ela não faz questão nenhuma de ser normal, então podemos apenas seguir em frente!

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