Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: A Luz no Fim do Mundo

Avatar de Mauro Machado
Mauro Machado
14 de outubro de 2019 3 Mins Read

66ae3b44df0a37556f92af7ffea3bf83 XL

Quando “The Last of Us” foi lançado, em 2013, houve uma grande revolução no mundo dos vídeo-games. Nada ali era necessariamente inovador, já que todas as ideias apresentadas eram recicladas, mas a forma com a qual apareciam mexeu com o público e com a crítica. É preciso dizer que esse estréia não afetou somente o mundo dos games, uma vez que acabou sendo refletida também em quadrinhos e no cinema. Afinal, a relação de um adulto com uma criança em mundo pós-apocalíptico não era novidade para ninguém, mas a forma com a qual ela se desenrolava com o tempo era envolvente e muito real para quem interagia com ela. Esse é o cerne que “A Luz no Fim do Mundo” tenta alcançar, dentro do contexto que propõe.

A relação entre Rag (Anna Pniowsky) e seu pai (Casey Affleck) é comovente e isso se dá muito por conta da premissa inicial do longa, já que a menina é uma das últimas mulheres existentes no mundo. Premissa interessante e que faz com que existam dinâmicas que até recorrem aos clichês, porém que possuem seus diferenciais. Dessa forma, o senso de urgência que dá o tom do filme juntamente com a necessidade da menina de esconder seu gênero biológico são fatores bem utilizados aqui. Ainda nesse sentido, o fato de não sabermos exatamente o que ocorreu durante a pandemia anterior aos eventos do filme deixa o tom mais misterioso e intrigante, permitindo ao espectador elaborar hipóteses para as lacunas presentes. Por outro lado, alguns flashbacks são usados de modo bastante preguiçoso, elucidando momentos e passagens que não acrescentam muito para a produção. Só tornam tudo mais didático e mais óbvio, o que poderia facilmente ter sido poupado pelo roteiro e pela montagem.

E, por conta disso, é nos momentos mais intimistas que “A Luz no Fim do Mundo” brilha. Os questionamentos incitados pela menina Rag são ótimos, repletos de ingenuidade e curiosidade, tentando compreender o incompreensível mundo ao seu redor. A partir do momento em que essa dinâmica é estabelecida, junto a seu pai, as cenas tensas se tornam ainda mais intensas, mesmo que não existam em grande quantidade. São sequências que dão cara mais comercial e blockbuster para a obra, mas que funcionam bem. Melhor do que elas, apenas, são as expectativas subvertidas que ocorrem eventualmente, na qual a tensão não leva a nada ou não recompensa o espetador como ele espera.

Luz no Fim do Mundo

No mais, a ambientação e os figurinos dão conta de criar um mundo verossímil sem grandes romantizações. Os tons de cores são quase sempre desbotados e acinzentados, mostrando como tudo é muito sem esperança e sem alegria durante a projeção. Nesse aspecto, há forte contraste entre o que é apresentados a nós pelos flashbacks e os momentos presentes, inclusive nas maquiagens e caracterizações de personagens. isso fica evidente pelo filtro alaranjado e amarelado das cenas do passado, bem como na figura atuada por Casey Affleck.

“A Luz no Fim do Mundo” não é revolucionário e nem pretende ser. Cresce nos momentos mais tenros e intimistas, sabendo também dosar suspense e ação na medida correta, sem que haja tom esquizofrênico na obra. Dentre uma série de dispensáveis filmes pós-catástrofe, é uma opção que se faz um pouco mais memorável e notável.


Imagens e Vídeo: Divulgação/Imagem Filmes

Reader Rating1 Vote
8.3
7.5

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

Casey AffleckCinemadrama familiarSuspense

Compartilhar artigo

Avatar de Mauro Machado
Me siga Escrito por

Mauro Machado

Ser envolto em camadas de sarcasmo e crises existenciais. Desde 1997 tentando entender o mundo que o cerca,e falhando nisso cada vez mais.

Outros Artigos

Dia01 NDO Show RaraDJs HelenaYoshioka IHF2613 1 1
Anterior

Rock in Rio 2019: Confira nossa entrevista com o duo Rara DJ’s

zoe kravitz
Próximo

“The Batman”: Zoë Kravitz será a nova Mulher-Gato no filme de Matt Reeves

Próximo
zoe kravitz
14 de outubro de 2019

“The Batman”: Zoë Kravitz será a nova Mulher-Gato no filme de Matt Reeves

Anterior
13 de outubro de 2019

Rock in Rio 2019: Confira nossa entrevista com o duo Rara DJ’s

Dia01 NDO Show RaraDJs HelenaYoshioka IHF2613 1 1

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Julio Fidelis assinando renovação com Fluminense. Jogador está com camisa do time, braços sobre mesa branca com papel e caneta, sorrindo para câmera posando para foto.
    Fluminense Amplia Vínculo de Júlio Fidelis Até 2031
    Marco Leal
    Vista aérea de palco durante a noite na virada cultural de São Paulo com show cheio.
    Virada Cultural 2026 | Onde Estar e Quando: O Guia dos Shows Mais Esperados do Festival
    Gabriel Bizarro
    Vista do público de palco do Viaduto do Chá durante virada cultural de São Paulo. Está de dia e show está cheio.
    Virada Cultural 2026 | São Paulo Para, Ouve e Dança por 24 Horas Seguidas
    Gabriel Bizarro
    Confusão com sinalizadores durante partida do Flamengo vs. Independiente Medellín pela Libertadores 2026. Conmebol confirmou vitória do Flamengo por W.O.
    Conmebol Confirma Vitória do Flamengo por W.O e Pune Medellín Após Confusão na Libertadores
    Gabriel Fernandes
    Copa do Mundo 2026 3
    Copa do Mundo de 2026 | O Mundial da Tecnologia
    Aron Ferreira

    Posts Relacionados

    O Mandaloriano, na metade direita da tela, em uma paisagem de floresta, com Grogu no ombro. Imagem de "O Mandaloriano e Grogu".

    O Mandaloriano e Grogu | Filme Resgata a Essência Clássica de Star Wars nos Cinemas

    Gabriel Fernandes
    19 de maio de 2026
    Javier Bardem

    Javier Bardem em Cannes |  Ator Critica Trump, Associa Masculinidade Tóxica a Conflitos Globais e Alerta para Crise na Mídia

    Rodrigo Chinchio
    17 de maio de 2026
    Fica Comigo Esta Noite

    Fica Comigo Esta Noite | Como o Silêncio Desgasta o Amor

    Ithalo Alves
    16 de maio de 2026
    Filme Michael

    Michael | Como o Filme Reacendeu o Legado de Michael Jackson Através dos Fãs

    Jéssica Meireles
    16 de maio de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx