Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
Crítica de TeatroEspetáculos

Crítica: A Peça Escocesa

Avatar de Convidado Especial
Convidado Especial
2 de abril de 2018 3 Mins Read

“Macbeth” em pedaços pelo olhar do trio de sucesso: Márcia Zanelatto, Paulo Verlings e Carolina Pismel

apecaescocesaflyer e1522294900756

“A Peça Escocesa”, livremente inspirada em “Macbeth” de Shakespeare, surgiu no cenário carioca de forma atrativa – realizado pela equipe de ouro de “ELA” – e com uma proposta de encenação um tanto quanto curiosa: dois atores encenam trechos da obra – adaptada por Márcia Zanelatto – utilizando microfones e acompanhados por uma banda (e que banda!), num formato bem semelhante a um show sem canto. Segundo os dizeres da própria dramaturga no programa do espetáculo, a intenção principal era revelar o que não foi dito pelo autor. O resultado final no papel decerto foi primoroso, mas no palco deixou bastante a desejar.

O texto está mais do que recortado, está em frangalhos. Só é possível identificar algumas passagens clássicas da obra pelo o que os atores dizem – quem por ventura não leu, não conseguirá entender – seu maior trunfo é se voltar ao olhar de Lady Macbeth (Carolina Pismel), numa época em que o tema está mais latente do que nunca temos uma peça que dá voz aquela que nunca teve. A conclusão a que se chega é de que Márcia Zanelatto acertou no papel, apenas. O espetáculo em si não diz ao que veio.

Paulo Verlings – estreante na dupla função de diretor e ator – e Carolina Pismel estão engessados declamando solilóquios monocórdios, nenhum dos dois delimita as diferenças entre cada intenção – medo, angústia, vingança, prazer, ódio – tudo se torna uma grande histeria que não diz nada. De fato, uma dupla de bons atores que neste trabalho em específico não se saiu bem, ambos vivem um processo catártico dentro de suas individualidades que não chega nem de perto a quem assiste.

A sensação é de que tudo está muito cortado, a plateia precisa fazer um esforço fora do comum para entender a evolução da trama. Como eles não contracenam muito entre si não fica claro se a peça é ligada de forma cronológica, se são momentos isolados aleatórios dos personagens ou se é só a visão de Lady Macbeth. Tudo vai acontecendo sem ritmo, sem uma conexão profunda e…de….forma…muito…lenta… Os dois entram em cena separados e dão passos infinitos até alcançar o microfone e dizer alguma coisa – o impacto da fala perde todo o efeito com esse buraco que deveria criar expectativa, mas é só chato. Isso se repete de diversas formas, seja Carolina Pismel trocando de plano para dar o texto, ou Paulo Verlings se movimentando com o tripé e uma luminária. É sempre uma grande enrolação que esvazia o que eles tem a dizer.

apecaescocesa4

A sequência entre alternar texto, música e show de luzes, assinado por Fernanda e Tiago Mantovani – o maior trunfo do espetáculo – não demora a se tornar previsível e tediosa, até porque estes elementos se tornam a única justificativa para os atores entrarem e sairem de cena. Ainda que a banda seja um escândalo – palmas para a direção musical de Ricco Viana – e a cenografia de Mina Quental dê o toque final em todo o aspecto de show da peça, o que vemos é um belo visual para pouco conteúdo.

O visagismo de Vini Kilesse e os figurinos de Flavio Souza são incríveis e coerentes com a proposta da montagem, os dreads nos atores é uma escolha de bom gosto, assim como o visual rock’n roll que vestem. O espetáculo como um todo tem elementos felizes e impecáveis que falam a mesma língua, porém teatro é feito por atores e pela palavra – estes, por sua vez, não estavam em sintonia. O resultado final é uma bela intenção, com a faca e o queijo na mão que não chega a lugar algum. Uma passagem do texto diz: “A espera é um fardo muito maior que o ato” – o que, por sua vez, vem a calhar no que diz respeito a própria montagem.


Por Rayza Noiá

apecaescocesa4
Crítica: A Peça Escocesa
Sinopse
Prós
Contras
2.5
Nota

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Compartilhar artigo

Avatar de Convidado Especial
Me siga Escrito por

Convidado Especial

Outros Artigos

Com amor simon 6
Anterior

Crítica: Com Amor, Simon

gaga elton
Próximo

Lady Gaga lança versão de “Your Song” para tributo a Elton John

Próximo
gaga elton
2 de abril de 2018

Lady Gaga lança versão de “Your Song” para tributo a Elton John

Anterior
1 de abril de 2018

Crítica: Com Amor, Simon

Com amor simon 6

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Dwayne Johnson
    O Oceano Chamou e Ele Vem! | Dwayne Johnson Confirma Visita ao Brasil para Lançamento do Live-Action de Moana
    Rodrigo Chinchio
    CCXP26 Lineup
    CCXP26 | Atrações Confirmadas Até o Momento no Maior Evento Nerd do Ano e as Possíveis Surpresas
    Roberto Rezende
    James Hype Rock in Rio 2026 Anúncio
    Rock in Rio 2026 | James Hype é o Headliner do New Dance Order no Dia 5 de Setembro
    Gabriel Bizarro
    Esta imagem é uma cena oficial do filme Toy Story 5. A trama envolve Woody e Buzz observando Bonnie focada em um novo tablet. Woody e Buzz espiam a garota com a mãe, a menor segurando um tablet.
    Toy Story 5 | Filme Marca o Retorno Triunfal dos Brinquedos Mais Famosos do Cinema
    Junior Fernandez
    Em sentido horário a partir do centro: Shrek, Felicia, Pinóquio, Burro, e Fiona encarando com alguma surpresa para Pinóquio no primeiro trailer/teaser de "Shrek 5'.
    Shrek 5 Ganha Primeiro Teaser, Reacende a Nostalgia e Divide Fãs Pelo Novo Visual dos Personagens
    Jéssica Meireles

    Posts Relacionados

    Atores da peça O Talentoso Ripley

    O Talentoso Ripley | Peça Reestreia no Rio de Janeiro em Maio

    Amanda Moura
    3 de maio de 2026
    Rafael Portugal em show no Qualistage em 2026.

    Rafael Portugal Conduz Noite de Risos no Festival Humor Contra-ataca 2026

    Thiago Sardenberg
    8 de abril de 2026
    Imagem promocional do festival "Humor Contra-ataca" em especial de Leandro Hassum.

    Leandro Hassum Brilha no Festival Humor Contra-ataca 2026 em Noite De Stand-up no Qualistage

    Thiago Sardenberg
    1 de abril de 2026
    Bonecos Maria Clara & JP em espetáculo homônimo sentados no chão lendo um livro.

    “Maria Clara & JP – Brincar e Imaginar” Transforma o Qualistage em Grande Festa para Toda a Família

    Thiago Sardenberg
    19 de março de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx