Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Clash

Avatar de Convidado Especial
Convidado Especial
4 de maio de 2017 3 Mins Read
Assustador… dentro e fora da tela

18268262 1687342198226854 554459044796950052 n

De tempos em tempos assistimos a filmes que encontram-se na linha tênue e desafiadora entre envolver o espectador em determinada situação e ainda permanecer autêntico, recusando-se a enfeitar ou embelezar a história na tela do cinema. “Clash”, do diretor Mohamed Diab, é um desses filmes. E ele tem um desafio ainda maior: transmitir o horror de estar no meio de um país em guerra. Após o filme-denúncia “Cairo 678”, o diretor egípcio nos traz mais um filme empolgante.

Trabalhar a realidade atual do seu país parece ser a missão escolhida pelo profissional. E se essa é a sua missão, os temas seriam inesgotáveis. Em “Clash”, para explicar o caos no Egito pós revolução, Diab construiu uma fórmula inteligente: direção de câmera incrível, edição de som eletrizante, fotografia genial e um set sufocante. O filme se passa em 2013, dois anos após os protestos na praça Tahrir. O drama sobre o caos e a crueldade é assustadoramente natural e acontece, inteiramente, em um camburão policial em meio a protestos violentos e bombardeios de guerra.

O automóvel transporta várias pessoas entre jornalistas e manifestantes, que estão em conflitos entre eles, em uma angustiante proximidade. A obra mostra a relação de prisioneiros de grupos opostos (Muçulmanos e simpatizantes do exército) sem escolher lados ou julga-los. Ao invés disso, apresenta um grupo de pessoas comuns forçadas a participar de facções por circunstâncias variadas.

18208997 1687342348226839 6017015703704972506 o e1493867950400

Mohamed Diab nos proporciona com sensibilidade e realidade chocantes, toda a injustiça vivida por essas pessoas. Injustiça que aos poucos vai tornando esses personagens donos de uma fúria inesgotável. E, como um tapa na cara, vemos todo o senso de injustiça e o tratamento cruel em torno deles. O interessante é que conforme vamos conhecendo tais pessoas, nossa empatia por elas vai crescendo. São personagens que não são particularmente violentos ou perigosos mas, mesmo assim, são tratados de forma rude e desumana. E até certo ponto conseguimos traçar um paralelo com as histórias de tratamento igualmente desumanos e brutais da polícia no Brasil dentro das favelas e comunidades mais carentes ou contra manifestantes nas ruas.

“Clash” é de tirar o fôlego. Conforme o camburão segue o seu caminho, nós vemos cenas de caos pelas janelas do carro, o que aumenta a tensão e nos deixa mais e mais desconfortáveis na poltrona ao longo da projeção. Se estar no meio de um tumulto entre bombas e tiroteios já é aterrorizante, imagina estar preso em um camburão da polícia!

Mohamed Diab escolheu, inteligentemente, o pequeno espaço claustrofóbico de um carro para nos mostrar, com um excelente trabalho de câmera e de atores, uma realidade cruel. E o impacto nos espectadores é gigantesco. Ao final da história, “Clash” nos deixa horrorizados. E essa é a intenção dele. Saímos da sala de cinema com toda a reverberação do conflito na cabeça. E Diab nos faz perceber que a realidade é muito mais complexa do que “certo e errado” e que apenas escolher cegamente um lado da história é simplesmente impossível ou, pelo menos, seríamos insensíveis às circunstâncias.


Por Thiago Pach

Reader Rating0 Votes
0
8.5

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

GuerraOscarThiago Pach

Compartilhar artigo

Avatar de Convidado Especial
Me siga Escrito por

Convidado Especial

Outros Artigos

2d0c0efa 7d89 4969 b74d 214126888908
Anterior

Como Xbox virou o jogo desde seu polêmico lançamento

cccxp
Próximo

CCXP 2017: Divulgada data de venda dos ingressos

Próximo
cccxp
4 de maio de 2017

CCXP 2017: Divulgada data de venda dos ingressos

Anterior
3 de maio de 2017

Como Xbox virou o jogo desde seu polêmico lançamento

2d0c0efa 7d89 4969 b74d 214126888908

2 Comments

  1. Avatar de Ney Ney disse:
    4 de maio de 2017 às 21:31

    Interessante.

    Responder
  2. Avatar de Wagner Pessoa Lima Wagner Pessoa Lima disse:
    20 de dezembro de 2017 às 13:52

    Legal!

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Publicidade

Posts Recentes

Grogu, o Baby Yoda, à direita, e o Mandaloriano Din Djarin à esquerda no filme "O Mandaloriano e Grogu".
O Mandaloriano e Grogu | Trailer Traz Aventura e Fofura pras Telas do Cinema
Roberto Rezende
Homem Aranha Noir em série homônima da Prime Video, vestido o traje preto, sobretudo, e um chapéu de investigador em imagem em preto e branco no estilo de filmes policíacos dos anos 30 e 40.
Homem-Aranha Noir | Quando a Brincadeira Fica Séria
Roberto Rezende
Pôster horizontal de "Caminhos do Crime" ("Crime 101"), filme de 2026, com elenco, nomes em vermelho, e lettering do nome em destaque em inglês em fundo cinza.
Caminhos do Crime | Um Raro Exemplar de Suspense Policial Lançado nos Cinemas
Roberto Rezende
Tom Hiddleston como o protagonista de "O Gerente Noturno" no primeiro episódio da segunda temporada da série. Ele está mexendo em um computador, que é a única iluminação do ambiente junto com a janela ao fundo, no início da noite, em um ambiente urbano.
O Gerente Noturno | 2ª Temporada Mantém a Qualidade e o Suspense das Obras de John Le Carré
Roberto Rezende
Caveira símbolo do filme "O som da morte" em imagem do filme.
O Som da Morte | Quando a Morte Sopra Mais Alto Que o Roteiro
Hugo Santiago

Posts Relacionados

Grogu, o Baby Yoda, à direita, e o Mandaloriano Din Djarin à esquerda no filme "O Mandaloriano e Grogu".

O Mandaloriano e Grogu | Trailer Traz Aventura e Fofura pras Telas do Cinema

Roberto Rezende
18 de fevereiro de 2026
Pôster horizontal de "Caminhos do Crime" ("Crime 101"), filme de 2026, com elenco, nomes em vermelho, e lettering do nome em destaque em inglês em fundo cinza.

Caminhos do Crime | Um Raro Exemplar de Suspense Policial Lançado nos Cinemas

Roberto Rezende
16 de fevereiro de 2026
Caveira símbolo do filme "O som da morte" em imagem do filme.

O Som da Morte | Quando a Morte Sopra Mais Alto Que o Roteiro

Hugo Santiago
16 de fevereiro de 2026
Ghostface em Pânico 7

Pânico 7 | Diretor Revela Mudança Importante e Novo Teaser é Revelado

Amanda Moura
13 de fevereiro de 2026
  • Sobre
  • Contato
  • Collabs
  • Políticas
Woo! Magazine
Instagram Tiktok X-twitter Facebook
Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
Banner novidades amazon