Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Crimes em Happytime

Avatar de D'Andrade
D'Andrade
1 de outubro de 2018 3 Mins Read

1913987Melissa McCarthy é atualmente um dos grandes nomes na comédia em Hollywood, se não o principal nome feminino. Roteirista, produtora e atriz ela já mostrou que segura facilmente o protagonismo em qualquer filme com um humor peculiar e característico dela, que faz com que a reconhecemos assim que ela entra em cena.

“Crimes em Happytime” é um filme no qual Melissa se encaixa bem na sua forma de fazer o humor, principalmente quando a obra busca brincar com si mesma e não tem nenhum pudor com piadas e cenas pesadas.

O longa no geral mexe com tudo que se idealizou até hoje com a ideia de fantoches no cinema e com a identidade criada pelo pai do aqui diretor Brian Heson, – este sai da sombra do pai completamente mas sem perder a raiz no modo que conduz o fantoches -, podemos  falar por exemplo da conotação sexual exacerbada que e mostrada durante todo o longa.

Sem sombra de duvidas temos uma sátira aos “Os Muppets”, ao que um dia estes foram e hoje já não são mais.  Isso inclusive gerou uma polêmica antes mesmo da estreia deste longa, rendendo inclusive processos. A  brincadeira criada aqui é realmente pesada,não só na conotação sexual já sitada, mas também em termos de violência e até uso de drogas. E ainda dentro de tudo isso encontramos críticas implícitas que se misturam em um roteiro nada relevante e piadas que poderiam ser melhores.

Não existe condição de pedimos uma história mirabolante em um filme que fala de fantoches que convivem em sociedades com humanos, fazendo com que a crítica se torne um tanto desnecessária, mas pondo em foco o que realmente importa no filme, a comédia deixa um pouco a desejar. Melissa McCarthy sabe sim fazer rir como ninguém, mas existe algo no enredo, talvez os escrachamento no qual a história é levada, com surrealidade total que não faz a piada fluir como deveria, que não só com Melissa, mas no contexto geral, – pelo meno para nós da Woo! Magazine – o filme não não engrena como deveria na comédia.

maxresdefault 1 1 1

No entanto, um fator que conseguimos reparar e que pode passar despercebido é uma crítica implícita. Acreditamos que propositalmente em relação a famosos que são esquecidos, o envolvimento com drogas entre outros fatores desse mundo por trás das câmeras. Isso fica bem nítido no decorrer do filme, quando os assassinatos acontecem e os personagens do antigo programa de tv do filme “The Happytime Gang”  são mostrados.

Outra coisa interessante é que tocam no ponto da discriminação, em uma sociedade onde humanos e fantoches convivem socialmente mas não são vistos da mesma forma.

O trabalho totalmente prático que dá a vida aos fantoches – que é revelado durante os créditos do filme- é algo muito bacana e disponibiliza em cena um resultado palpável.  Durante o filme a gente tem a sensação de vida daqueles bonecos de pano, para alguns nostálgicos, isso pode remeter a infância.

No fim a história é um tanto básica e rápida, é uma verdadeira brincadeira que parece ter sido divertida de ser feita, entretanto com um resultado que não é nada mais que razoável. Melissa McCarthy tem seu carisma mas apenas isso não faz o filme bom, o gosto que fica é de uma comédia daquelas que não vale a pena o gasto de um ingresso no cinema e que você só vai assistir se não tiver muita opção.

Reader Rating0 Votes
0
6

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

CinemaComédia

Compartilhar artigo

Avatar de D'Andrade
Me siga Escrito por

D'Andrade

Cria da Baixada Fluminense e apaixonado por cinema desde sempre. Hoje escrevo roteiros, atuo na produção audiovisual, vou dirigir meu primeiro filme e me dedico a cada dia mais a aprender sobre o cinema. Fã de Steven Spielberg e louco por Jurassic Park, me encontro melhor quando estou perto de sucessos populares, de Titanic a Minha Mãe é uma Peça.

Outros Artigos

249527A2 F7CB 441E B0D2 CC124D4FF65E 4136 00000765A1735598
Anterior

24 sites para baixar livros de graça

3555410.jpg r 1920 1080 f jpg q x xxyxx
Próximo

Crítica: Buscando…

Próximo
3555410.jpg r 1920 1080 f jpg q x xxyxx
2 de outubro de 2018

Crítica: Buscando…

Anterior
1 de outubro de 2018

24 sites para baixar livros de graça

249527A2 F7CB 441E B0D2 CC124D4FF65E 4136 00000765A1735598

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Chappell Roan
    Chappell Roan se Envolve em Polêmica após Abordagem de Segurança em Hotel de São Paulo
    Hugo Santiago
    Bunt em fotografia tirada de costas com artista acenando para plateia no palco Perry's do Lollapalooza 2026.
    Lollapalooza 2026 | BUNT. — Você Provavelmente Estava no Palco Errado
    Gabriel Bizarro
    Kygo em foto retirada de um ângulo abaixo do palco, o DJ em seu set em fundo vermelho e amarelo luzes quase opacas, dando destaque ao artista.
    Lollapalooza 2026 | Ben Böhmer: Som Falhou, Mas Clássicos Salvaram
    Gabriel Bizarro
    Kygo no palco Perry's no Lollapalooza 2026, microfone na mão, de pé, centralizado em foto atrás de seu aparelho de mixagem, mãos levantadas batendo palmas e com um sorriso no rosto.
    Lollapalooza 2026 | Kygo Provou que Eletrônica e Orquestra Foram Feitas Uma Para a Outra
    Gabriel Bizarro
    Doechii em colagem com duas fotos em show no Lollapalooza 2026 em Buenos Aires.
    Lollapalooza 2026 | Doechii — Ela Veio Pela Primeira Vez e Já Deixou Saudade
    Gabriel Bizarro

    Posts Relacionados

    Uma das primeiras imagens de 'Duna: Parte 3', revelando um exército interlagáctico em formação.

    Duna 3 | Uma das Maiores Estórias da Ficção Científica Tem Seu Final com a Direção de Dennis Villeneuve

    Roberto Rezende
    18 de março de 2026
    Eloy Pohu como Enzo no filme autointitulado, segurando um celular e preocupado sentado contra um muro de pedra.

    Enzo | A Descoberta da Sexualidade Envolta em Privilégios e Sentimentos

    Roberto Rezende
    17 de março de 2026
    Imagem promocional dos prêmios Oscar, com a estatueta em um fundo roxo, com cortinas na paleta de cores simulando o teatro da premiação.

    Oscar 2026 | Confira os Vencedores

    Cesar Monteiro
    15 de março de 2026
    A Volta dos Mortos-Vivos (1985), clássico dos filmes de terror trash de zumbi

    5 Filmes de Terror Trash Para Assistir (Ou Não) Numa Sexta-Feira 13

    Amanda Moura
    13 de março de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon