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CríticaFilmes

Crítica: Guarnieri

Convidado Especial
14 de maio de 2017 3 Mins Read
Um ser atuante, artístico e homem

262436O documentário é uma obra atemporal, tanto quanto os filmes de ficção podem ser. Além de contar histórias, eles servem como um registro pessoal, e muitas vezes extremamente íntimo sobre indivíduos ou acontecimentos singulares. Uma lembrança eterna para aqueles que conviveram ou apenas admiravam aquela pessoa, e são por estas premissas de que “Guarnieri” é composto.

Gianfrancesco Guarnieri faleceu em 2006, foi um ator, dramaturgo e diretor que nasceu na Itália mas se naturalizou brasileiro. Antes de tudo isso, ele era um homem ideológico, de luta, político no sentido não profissional da palavra. Sem entrar nos maiores detalhes de suas obras, mas todas tinham uma identidade e um discurso a ser dito para a sociedade.

É incrível a qualidade de todo o material de arquivo usado durante o filme, na questão do conteúdo das obras e na recordação das peças que atuou e produziu ao longo de sua carreira. A contextualização do que a figura chamada Guarnieri transparecia como ser humano e artista ao público, é marcada pela naturalidade e semelhança quando atua, ou quando entrevistas antigas são mostradas e passamos a entender a relação com a arte e a família.

Francisco Guarnieri, neto de Gianfrancesco é o realizador do documentário, porém ele não tem um estilo ensaístico sobre os dois. Esta relação entre eles é mencionada apenas no início, diferente de Flávio e Paulo Guarnieri, filhos do primeiro casamento de Gianfrancesco, que fazem parte do segundo ato do filme, é quando nos damos conta que realmente será algo mais pessoal ainda do que parecia no começo.

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Somos logo apresentados a figura de Guarnieri, falando para o espectador e olhando direto para a tela. A partir daquele momento seremos os responsáveis por desfrutar da bela história, na forma da arte mais sincera que um homem simples e sonhador pode nos proporcionar com seu grandioso legado. Quando em um primeiro ato, vemos a história sendo contada apenas com materiais de arquivo, montados não apenas preocupado em situar o espectador sobre o significado das obras ou as suas falas sobre a visão artística tendo uma veia política sobre todos os aspectos.

E como muitos outros documentários, eles existem para apresentar aquela personalidade para um público novo e interessado. Este é outro papel fundamental na essência do filme e do material escolhido para compôr a obra. Na primeira parte, as entrevistas feitas especialmente para o documentário não aparecem, pois não são necessárias. A montagem de “Guarnieri” foi impecável na narrativa final do filme, e o resultado, torna a produção acessível para qualquer pessoa.

Não importa se você soube quem foi Guarnieri, se nunca ouviu falar de alguma das suas obras, este documentário não deixa de ser um ato póstumo sobre o que ele sempre exerceu, trazer uma reflexão social, política e humana sobre o ser. “Guarnieri” é um projeto audiovisual da Mostra Itinerante Histórias Que Ficam, e teve exibição no Rio de Janeiro no último dia 10 de maio no Oi Futuro Flamengo.


Por Guilherme Santos

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