Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Mogli – Entre Dois Mundos

D'Andrade
18 de janeiro de 2019 3 Mins Read

45694390 1369201376547863 1795380459547394048 o

Uma história muito conhecida e já contada alguma vezes ganha uma roupagem mais sombria e, pela primeira vez, longe de ser infantil. Mogli, o famoso menino criado por lobos, agora possui traços mais reais de personalidade em uma história que se aproxima da realidade mesmo – com cargas místicas e fantasiosas de uma fábula – entretanto falta ritmo e recursos avançados para que o filme seja mais do que é.

Criado por uma alcateia em meio às florestas da Índia, Mogli vive com os animais da selva e se sente um deles. O menino conta com a amizade do urso Baloo e da pantera Bagheera, além do seu inseparável amigo e irmão lobo Albino. Ele é aceito por todos os animais, exceto pelo temido tigre Shere Khan. Quando Mogli se depara com suas origens humanas, perigos maiores do que a rixa com Shere Khan surgem para mudar toda situação. 

O longa, dirigido pelo excelente Andy Serkis, peca bastante em relação ao ritmo da história. “Mogli – Entre dois mundos” é pouco fluido, principalmente na primeira metade na qual o filme precisa ter suas bases solidificadas através dos diálogos e acontecimentos que moldam os personagens dentro do âmbito de suas ações. As transições entre as cenas são bruscas e a sensação que fica é de que a ação, assim como os diálogos, não se desenvolve por inteiro de uma cena para a outra. 

O CGI dispõe de trechos muito bem trabalhados, principalmente quando tratamos do pantera negra Bagheera e dos cenários criados de forma impecável – os quais conseguem passar uma sensação perfeita de floresta. Entretanto, nem os melhores efeitos são capazes de disfarçar as cenas em que a computação gráfica é tão palpável quanto um jogo de vídeo game, o que atrapalha a magia tendo em vista o realismo que o filme busca passar.

Todavia, o problema do CGI é amenizado com as boas escolhas dos enquadramentos. A fotografia, juntamente com a direção, opta por quadros que valorizam a selva e os animais em cena, bem como  as cores sempre contrastam de forma interessante, combinando com os momentos da história. 

mogli entre dois mundos

A história em si tenta passar uma mensagem de respeito entre as criaturas, deixando mais explícito em certos momentos enquanto em outros nem tanto, mas sendo num todo sempre confusa dentro da mente do protagonista e dos que o rodeiam – esses nunca tomam uma posição contundente na história. Além da pouca certeza dos personagens temos a sub utilização de alguns deles, como Baloo que poderia ter um espaço maior na trama e não apenas como uma bengala de diálogos vagos. O caçador é outro personagem interessante que aparenta ser instigante, mas não desenvolve sequer uma cena realmente contundente para ser lembrado.

Por fim, o principal problema do filme está no final genérico e que emana pouca emoção. Nele, temos o conjunto de todos os problemas, os efeitos são fracos, os personagens são desperdiçados, e não mostram de forma verdadeira para vieram, e existe uma tentativa de passar emoção em seu ápice que não convence e, por mais que tente, não consegue ser impactante.

“Mogli: Entre Dois Mundos” é apenas uma releitura mais adulta, entretanto inferior às outras que já assistimos do menino lobo,  erra ao tentar construir emoção e em tempo ritmo, mas salva-se um pouco pela boa atuação do protagonista. 


Fotos e Vídeo: Divulgação/Netflix

Reader Rating1 Vote
4.9
6

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

Cinema

Compartilhar artigo

Me siga Escrito por

D'Andrade

Cria da Baixada Fluminense e apaixonado por cinema desde sempre. Hoje escrevo roteiros, atuo na produção audiovisual, vou dirigir meu primeiro filme e me dedico a cada dia mais a aprender sobre o cinema. Fã de Steven Spielberg e louco por Jurassic Park, me encontro melhor quando estou perto de sucessos populares, de Titanic a Minha Mãe é uma Peça.

Outros Artigos

A Favorita
Anterior

Crítica (2): A Favorita

Framboesa de ouro
Próximo

Saiu a lista dos indicados ao Framboesa de Ouro 2019

Próximo
Framboesa de ouro
21 de janeiro de 2019

Saiu a lista dos indicados ao Framboesa de Ouro 2019

Anterior
17 de janeiro de 2019

Crítica (2): A Favorita

A Favorita

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Bring Me The Horizon pode fazer história no Rock in Rio 2026!
    Rock in Rio 2026 | Por que o anúncio de Bring Me The Horizon é tão importante para os fãs de rock e do festival
    Amanda Moura
    Fala sério mãe
    Fala Sério, Mãe| Risos e Emoção Garantidos
    Thiago Sardenberg
    michael
    “Michael” | Tudo que o trailer revela sobre a cinebiografia de Michael Jackson
    Cesar Monteiro
    the beatles movie
    Beatles no cinema | O que já se sabe sobre a aguardada cinebiografia
    Cesar Monteiro
    Magnum ou Wonder Man é série da Disney+
    Magnum | Novidade no universo da Marvel, apresenta um super-herói que é ator e convive com a ansiedade
    Roberto Rezende

    Posts Relacionados

    michael

    “Michael” | Tudo que o trailer revela sobre a cinebiografia de Michael Jackson

    Cesar Monteiro
    4 de fevereiro de 2026
    the beatles movie

    Beatles no cinema | O que já se sabe sobre a aguardada cinebiografia

    Cesar Monteiro
    3 de fevereiro de 2026
    Magnum ou Wonder Man é série da Disney+

    Magnum | Novidade no universo da Marvel, apresenta um super-herói que é ator e convive com a ansiedade

    Roberto Rezende
    2 de fevereiro de 2026
    O diabo veste prada 2

    O Diabo Veste Prada 2 | Trailer é Lançado Durante o Grammy

    Hugo Santiago
    2 de fevereiro de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon