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CríticaFilmes

Crítica: O Homem nas Trevas

Daniel Gravelli
30 de agosto de 2016 4 Mins Read

Prenda a Respiração

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Quando o caminho do dinheiro ultrapassa o da consciência, verdadeiros perigos passam a fazer parte da sua existência e a possibilidade de você conseguir parar para pensar, com inteligência, no meio disso tudo, torna-se um luxo diante desses.

O título dessa crítica, prenda respiração, faz a perfeita alusão ao original do filme em inglês. Traduzido para o Brasil como “O homem nas trevas”, a produção só perde pontos nesse quesito, deixando de lado a chance de manter um nome muito mais interessante e psicológico para tal obra, e no cartaz que pode acabar direcionando o público em uma outra vertente de terror. O rótulo abrasileirado também informa um direcional mais fantasioso do que aquele oferecido pelo enredo, que gira em torno de 3 adolescentes desajustados, que ganham dinheiro invadindo ilicitamente casas de pessoas ricas da região, furtando objetos e determinados valores em dinheiro, mas sempre prestando atenção no tipo de furto que aquele se qualificaria, evitando assim um possível enfrentamento com a lei. Todavia, a ganância de alguns personagens fala mais alto do que a sabedoria de um deles quando recebem um suposta dica imperdível sobre a casa de um aposentado com uma possível pequena fortuna guardada no interior. Entretanto, o tal homem é muito mais do que um deficiente solitário, e sua determinação e frieza torna-se um obstáculo quando esse adentra selvagemente nos planos dos garotos.

A partir de uma produção simples, sem muitos cenários e/ou locações, Sam Raimi prova mais uma vez que tem a manha para produzir um bom terror e com “poucos” recursos (No que diz respeito a uma possível grande economia feita aqui). O produtor volta a fazer parceria com Fede Alvarez em mais um projeto do gênero (Eles realizaram o remake de “A Morte do Demônio”) e os dois surpreendem em um instigante trabalho, repleto de detalhes minimalistas que percebemos, no decorrer da história, onde cada um vai se encaixando.

O roteiro nasce novamente de um dobradinha, dessa vez entre Fede Alvarez e Rodo Sayaguez. A dupla vem acertando desde o ótimo curta “Panic Atack”, responsável por chamar a atenção de Raimi há alguns anos quando invadiu a internet e ganhou milhares de fãs ao redor do mundo. Aqui, Alvarez e Sayaguez apostam no teor psicológico para causar arrepios e tensão a cada reviravolta. Bem construída, a história possui características importantes em um filme de suspense, revelando o essencial até o momento final. Além disso, os roteiristas tiveram todo cuidado em colocar pequenos alívios cômicos que funcionam muito bem em horas de muito nervosismo. Sem muitos personagens, que por sinal foram bem introduzidos, o texto ganha em seus diálogos e ações que aproveitadas corretamente por Fede Alvarez como diretor.MV5BOTUzNjkyOTIwM15BMl5BanBnXkFtZTgwMzE1NTc3OTE@._V1_SX1777_CR0,0,1777,999_AL_Com uma deculpagem bastante diferenciada, o diretor abusa de movimentos de câmera que poderiam dar errado em outra ocasião, mas funcionam como uma luva com o suspense criado. As panorâmicas e travellings adotados, e propostos a certa velocidade, por Fede causam um impacto que chama bastante atenção do espectador. Além disso, ele soube lidar muito bem com os atores e a entrega dos mesmos que ajudaram bastante no bom resultado do filme.

O uruguaio Pedro Luque, que também esteve presente no curta “Panic Atack”, e é o responsável pela fotografia do filme brasileiro “O Silêncio do Céu”, cria uma atmosfera mórbida e arrepiante para a obra que se passa quase toda dentro de uma casa fechada. Ao trabalhar bastante as sombras e feixes de luzes que surgem de repente, Luque proporciona ainda mais aflição a produção.

O elenco principal é formado pelos jovens atores Dylan Minnette, que mesmo não conseguindo vender muito bem sua personagem se destaca em algumas cenas; Daniel Zovatto, que deu as caras no sensacional “It Follows” e Jane Levy, que nos proporciona algumas das melhores partes do filme. Entretanto, é o experiente Stephen Lang que rouba todas as cenas desde quando aparece, dosando perfeitamente sua interpretação entre os momentos de terror, perseguição e calmaria. 

A direção de arte e o figurino cumprem a proposta desenvolvendo um bom trabalho, principalmente em relação ao contraste criado entre os diferentes ambientes em que o filme se passa no início e/ou em seu decorrer dentro da casa. Todavia, a maquiagem comete algumas gafes com umas propostas que não funcionam muito bem. Porém, a mesma vai se ajustando no decorrer das cenas.

A espetacular trilha sonora desenvolvida por Roque Baños, que assinou também obras como “Sexy Beast”, “Cell 211” e “O Operário”, funciona como o coração do filme. Ela é a responsável por criar todas as sensações e criar um turbilhão de emoções durante a projeção.

“O Homem nas Trevas”, além de um bom filme, é recheado de suspense e sustos. Com certeza, uma das melhores produções de terror do gênero dos últimos anos.

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4.8
8.8

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Me siga Escrito por

Daniel Gravelli

Daniel Gravelli é especialista em comunicação de alta performance, apaixonado pela arte e pelo seu potencial na conexão humana. É diretor, produtor, ator, roteirista, e acumula mais de 30 anos de experiência no mercado cultural. Adora cozinhar e descobrir novidades sobre o mundo.

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One Comment

  1. Izzy Alvarenga disse:
    30 de março de 2017 às 11:07

    Gostei muito do site! parabens!

    Responder

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